sexta-feira, 8 de junho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 07 Jun 2012 06:29 PM PDT
Lula, ao lado do prefeito Eduardo Paes, 
em uma inauguração no Rio de Janeiro


Correio do Brasil

"O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as nações mais ricas em relação ao combate à crise econômica e cobrou a inclusão do Brasil nos processos decisórios. Durante ato na noite passada, ao lado do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, ele lamentou que a última conversa entre os líderes do G8, grupo das antigas nações de maior economia mundial, tenha se dado sem a participação brasileira.

– Mesmo quando a gente conquista o direito de participar do baile, eles não nos convidam. Não é fácil ser da América do Sul, como não é fácil ser da periferia de alguma cidade – disse.

Lula acrescentou que é preciso lembrar o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que o Brasil está entre as sete maiores economias do mundo, à frente de nações "falidas" como França e Itália.


– Nem a China tem a segurança de crescimento que o Brasil tem até 2020 – afirmou."
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Posted: 07 Jun 2012 06:21 PM PDT





Cláudio Guerra, ex-delegado do DOPS, autor do livro 'Memórias de uma guerra suja' / Observatório da Imprensa



Posted: 07 Jun 2012 06:07 PM PDT


"São manobras explícitas da 'grande mídia', condenando por antecedência os envolvidos no chamado mensalão"

Dr. Rosinha, Congresso em Foco

Dia 29 de maio de 2012. Com a tropa unida e artilharia pesada, a "grande imprensa" ataca Lula e o PT. A base para o ataque foi uma matéria de "alto crédito" da "inquestionável e imparcial" revista Veja.

Veja divulgou um encontro, ocorrido no dia 26 de abril, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim, entre Lula e Gilmar Mendes. Segundo a revista, nesse encontro Lula pediu a Gilmar para adiar o julgamento do chamado mensalão para depois das eleições. O pedido não foi confirmado por Nelson Jobim. Portanto, temos a palavra de Lula contra a palavra de Gilmar Mendes. No entanto, alguns editorialistas e colunistas acreditaram em um dos lados.

O Estadão, com sua "decência" de oposição, atacou com o editorial "Suprema indecência". Para dizer-se imparcial dá uma cutucada em Nelson Jobim, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ao afirmar que promover o encontro entre Lula e o ministro Gilmar Mendes "foi um grave lapso moral". Com uma varinha totalmente flexível "cutuca" também Gilmar Mendes, afirmando que o mesmo "errou ao aceitar a reunião".

O Estadão, pelo teor de seu editorial, acredita fielmente em Mendes e na revista Veja e passa imediatamente ao ataque, afirmando que Lula superou as "próprias façanhas em matéria de indecências políticas". E mais: "Chantageou o interlocutor [Gilmar Mendes], ao oferecer-lhe proteção na CPI do Cachoeira, que teria se gabado de controlar". Pesadas acusações.


Em outro front, a Folha de S.Paulo ataca com seu "Lula contra Gilmar". Erraram o título. Deveria ser: "Nós (Estadão, Folha, Globo, Merval, Cantanhêde, Schwartsman, Kramer e outros) contra Lula". A Folha já inicia no ataque: "O mais acabrunhante no episódio da estranha reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes relatada na revista Veja está no fato de ela soar absolutamente plausível", pois "se sabe que Lula está em campanha frenética para negar o mensalão".
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Posted: 07 Jun 2012 05:53 PM PDT


Altamiro Borges, Blog do Miro

"Saiu hoje na coluna de Mônica Bergamo, na Folha:

*****

Cabo eleitoral
É Dilma Rousseff, e não Lula, o personagem que preocupa a campanha de José Serra (PSDB-SP) em SP. Na análise da equipe tucana, o ex-presidente pode levar seu candidato, Fernando Haddad, a um patamar de até 40% dos votos. Mas tem teto na cidade, onde nunca venceu eleição. Já Dilma poderia fazer a diferença na classe média.


Cabo 2

E a estratégia do PT para tentar reverter o favoritismo de Serra será mesmo esta: usar a imagem de Lula à exaustão no primeiro turno. E, caso chegue ao segundo, colar Haddad em Dilma, que então entraria na campanha.

Primeira vez

Será o primeiro teste de Dilma na transferência de prestígio eleitoral. Segundo o Datafolha, 31% dos paulistanos votariam em quem ela indicasse; 44% seguiriam Lula, 31%, Alckmin - e só 14%, Gilberto Kassab.

*****

Intrigas e cizânias na base governista

Isto explica porque os tucanos, sempre amparados pela mídia, têm feito tanto esforço para silenciar Lula e para estimular a cisão entre os partidos da base de apoio do governo Dilma. Alguns "calunistas" só faltaram torcer para que o ex-presidente voltasse a perder a voz e fosse novamente internado. Já as divergências na base de governista ganharam enorme repercussão na mídia.

Velhas críticas a partidos pragmáticos, como o PR de Valdemar Costa Neto e o PP de Paulo Maluf, até desapareceram das colunas de alguns jornalões. Antes, na base de sustentação da presidenta Dilma, eles eram fuzilados como fisiológicos. Agora, quando anunciam apoio ao eterno candidato José Serra, eles são poupados. Somam-se aos "éticos" do PSDB, do DEM e do PSD!

A "mão pesada" da mídia tucana

O estímulo à cizânia beira o ridículo. Na mesma Folha serrista, o colunista Rogério Gentile até apela ao machismo. "Lula e o PT têm tratado Marta Suplicy como se a ex-prefeita de São Paulo fosse uma dona de casa dos anos 30. Marta, faça um café para o senhor Haddad. Marta, guarde o paletó do senhor Haddad. Marta, distribua uns panfletos para a campanha do senhor Haddad".

Na mesma linha da intriga, Eliane Cantanhêde critica a "mão pesada" do PT, que vetou a candidatura de João Costa à reeleição em Recife. Para a colunista da "massa cheirosa", a esquerda é autoritária. Já o PSDB pode transformar "numa palhaçada" – segundo uma militante tucana bem conhecida na redação da Folha – as prévias internas da sigla para garantir a vitória de José Serra.

De fato, o medo produz qualquer tipo de argumento!"


Posted: 07 Jun 2012 05:43 PM PDT


"A melhor forma de ajudar a recuperação da oposição direitista é transformar a CPI num repto moralista, aproveitando a "onda" anti-Demóstenes (a direita quer se livrar dele), apenas invertendo a mão do que vinha acontecendo contra Lula. Com isso deixa de lado a gravidade do que ocorreu: não apenas atos isolados de corrupção, mas uma conspiração criminosa que usava a luta contra a corrupção para promover uma corrupção ainda maior, a destruição no atacado do espaço político democrático. O artigo é de Tarso Genro.

Tarso Genro, Carta Maior

O episódio envolvendo a conversa do Presidente Lula com o Ministro Gilmar Mendes só adquiriu notoriedade e importância, em função do debate político que atravessa marginalmente a sociedade brasileira. Um debate que se faz através de códigos, de discursos não explícitos, de alusões ligeiras a temas relevantes, que refletem visões sobre o estado e o modelo de desenvolvimento em curso e também sobre os efeitos da crise mundial sobre este modelo. O encontro, na verdade, serviu para rememorar posicionamentos anteriores sobre estes dois temas – Estado e modelo de desenvolvimento - que vem marcando a última década. O resto é manipulação política para, mais uma vez, a grande mídia tentar desgastar Lula, o Presidente que iniciou uma grande virada democrática e social no Brasil, contra as idéias da direita conservadora e do neoliberalismo, hegemônicos no período anterior.

A grande mídia tem composto a agenda política do país em torno da questão da corrupção, como nunca ocorrera. É uma agenda importante e permanente do país e muito se avançou, até agora, com as ações do governo federal na Controladoria Geral da União, com a reorganização e a autonomia investigativa da Polícia Federal e, até mesmo, com algumas denúncias fundadas que saíram na grande imprensa, que ajudaram o Ministério Público nas suas tarefas de fiscalização da legalidade. Mas a transformação da corrupção no assunto político principal da República obedece a outros objetivos: transferir à esquerda que governa todas as mazelas do país, para esconder o fracasso político dos governos anteriores, que não só foram ineptos para governar, mas também incompetentes para atacar a corrupção enraizada no Estado, promovida diretamente por setores da iniciativa privada mancomunados com agentes públicos.

A oposição conservadora de matiz neoliberal, que promoveu as privatizações selvagens, que pretendia privatizar a Petrobras, vender ativos públicos que hoje se configuram como "chaves" para enfrentar a crise - como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil - a mesma oposição que defendia e defende uma política externa de subserviência aos EUA (e não relações de cooperação interdependente com soberania) -esta oposição - tinha adquirido através da campanha midiática, formalmente contra a corrupção, a condição de paradigma da moralidade.

O processo teve realmente efeito em vastos setores das classes médias, mas o povo de baixa renda, que ganhou com o emprego, com a renda, com o Pronaf, com o Prouni, com os aumentos reais do salário mínimo, com as centenas de obras públicas, com o bolsa-família, não se enganou. O moralismo udenista voltou-se contra a própria direita e a sua saída agora é recuperar o mensalão."
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Posted: 07 Jun 2012 10:05 AM PDT




Posted: 07 Jun 2012 10:00 AM PDT



"O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou nesta quarta-feira, 6, que nunca sofreu nenhum tipo de extorsão ou foi pressionado por petistas por causa do julgamento do mensalão, que deve se iniciar em 1.º de agosto. Em nota publicada na coluna Panorama Político, do jornal O Globo, Fux atribuiu ao ministro Gilmar Mendes a informação sobre a extorsão.

"É coisa de canalha, de gângster mesmo. Passar isso (conteúdo de escutas) para mídia é coisa de fascistas. Eles (os petistas) estavam extorquindo o Toffoli e o Fux, oprimindo os dois. Estou indignado com essa estória de Berlim. Não vamos tratar como normal o que não é normal. Estamos lidando com bandidos", teria dito Mendes. Procurado pelo Estado, ele não quis se manifestar. O ministro Dias Toffolli estava em viagem. 


Reportagem da revista Veja desta semana revelou a existência de um documento preparado pela liderança do PT para orientar as ações dos parlamentares do partido na CPI do Cachoeira no Congresso."
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Posted: 07 Jun 2012 09:30 AM PDT
Luis Nassif, Luis Nassif Online

"Nem Machado de Assis escreveria roteiro tão insólito.

Um Ministro do Supremo Tribunal Federal enlouquece. Passa a distribuir declarações cada vez mais alucinadas, trasformando o Supremo em circo ou hospício. O presidente do STF nada faz, porque é um poeta apartado das coisas vãs do mundo real.

Os demais Ministros percebem estar convivendo com um louco, mas não querem se meter na questão, porque loucos são imprevisíveis. E se o louco se volta contra eles? E se o louco convoca seu "personal aaponga"? Cada qual trata de se debruçar sobre seus próprios processos e ignorar o Ministro louco.

Sem saber o que fazer com o louco, o reino continua sua vida normal, fingindo que não existe o Ministro louco que desmoraliza o Supremo. De tempos em tempos, colunistas com dificuldade para preencher sua cota de notas, entrevista o Ministro louco. Ele dá uma declaração louca envolvendo algum colega."
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Posted: 07 Jun 2012 09:07 AM PDT


Helton Posseti e Samuel Possebon, Tela Viva / CartaCapital

"Esta semana, o Ministério das Comunicações se esforçou para contextualizar uma reportagem publicada no último domingo 3 pelo jornal Folha de S. Paulo, sobre as mudanças nas regras de radiodifusão previstas pelo Minicom. Entre as mudanças antecipadas pelo jornal estavam a cessão de programação a igrejas e a outorga a políticos. O ministério negou que estas mudanças estivessem contempladas na proposta, ainda a ser submetida a consulta, de um novo decreto de radiodifusão a ser editado para atualizar o Regulamento de Radiodifusão (Decreto 52.795/63). Mas este noticiário teve acesso à minuta do futuro decreto, que pode sim abrir espaço para uma restrição a conteúdos religiosos na TV.

A íntegra do documento está disponível para download na homepage do site TELA VIVA e neste link. Pela proposta, o Minicom pretende estabelecer entre as infrações ao serviço de radiodifusão "fazer proselitismo de qualquer natureza, quando expressamente vedado por lei ou ato regulamentar". Esta restrição é encontrada hoje na legislação de radiodifusão comunitária e na lei que estabeleceu as regras para a radiodifusão pública, mas não estava no antigo Regulamento de Radiodifusão. Aliás, a proposta de novo regulamento, conforme a minuta que deve ser publicada para consulta nos próximos dias, estabelece novas obrigações e retira uma série de infrações."
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Posted: 07 Jun 2012 08:06 AM PDT


Redação, PortalIMPRENSA

"Durante o Fórum Brasil de TV, realizado na última terça-feira (5/6), em São Paulo, Kiko Mistrorigo, da TV Pinguim, destacou que a TV aberta tem um poder enorme mas perde para o potencial da TV por assinatura.

"Hoje O SBT é a única emissora que investe em programação infantil", acrescentou. Já David Diesendruck, da Redibra,  afirmou que dois dos maiores produtos de licenciamento pré-escolares - "Patati e Patatá" e "A Galinha Pintadinha" - não foram lançados nem pela TV aberta nem pela paga.

Segundo a Exame.com, outros personagens de atrações infantis foram avaliados pelos palestrantes do evento. "A (personagem) Puka também é um bom exemplo. Ganhou expressividade na Internet", lembra Reynaldo Marchezini, da Flamma."



Posted: 07 Jun 2012 07:46 AM PDT


Maurício Thuswohl, Rede Brasil Atual

"Uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e divulgada nesta quarta-feira (6) revela que apenas 22% dos brasileiros afirmam já ter ouvido falar da Rio+20. A poucos dias do início da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, o resultado da pesquisa, intitulada "O Que o Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável", parece pouco animador, mas o governo brasileiro vê a questão com outra perspectiva.

"Considerando que a pesquisa cobriu todas as classes sociais e todas as regiões do Brasil, esse índice de quase um quarto da população não é baixo. Ao contrário, é um número bastante expressivo. Há vinte anos, apenas 3% dos brasileiros sabiam da Rio-92", afirmou a ministra Izabella Teixeira, presente à cerimônia de lançamento da pesquisa, realizada no Rio de Janeiro. A ministra acrescentou que "hoje se fala na Rio-92 como um grande êxito, mas na época muitos a consideraram um fracasso, inclusive a mídia".

Izabella afirmou que, apesar do crescimento da consciência ambiental do povo brasileiro, "ainda falta fazer o link da problemática ambiental com as questões econômica e social". A ministra disse acreditar que isso poderá ser feito a partir da Rio+20: "Os três pilares da Conferência da ONU farão essa ligação ao discutir o combate à pobreza, a administração sustentável dos recursos do planeta e a adoção de uma governança ambiental global".
Matéria Completa, ::Aqui::


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