quinta-feira, 31 de maio de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 30 May 2012 06:55 PM PDT


"Ana Luísa Perillo, filha do governador goiano, já elegeu, pela rede social, seu novo herói: é o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que acusou o presidente Lula de "tentar melar o mensalão"; sobre o enrosco do pai com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, nenhuma palavra


A família Perillo já tem um novo herói. É o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que acusou o ex-presidente Lula de "tentar melar o processo do mensalão". O recado foi dado por Ana Luísa Perillo, filho do governador tucano Marconi Perillo, de Goiás. "Gilmar Mendes, me dá um autógrafo????????????", postou a moça. Coincidência ou não, foram 13 interrogações no seu tweet, numa possível alusão ao número do PT.

Dona do perfil @aninhaperillo, a filha do governador já convocado pela CPI do caso Cachoeira até agora não se pronunciou sobre a Operação Monte Carlo, onde seu pai é um dos principais personagens. Marconi Perillo era dono da casa vendida por R$ 1,4 milhão, onde Carlos Cachoeira foi preso no dia 29 de fevereiro deste ano.

Assim como o pai, ela mostra que não se intimida. Marconi adota a estratégia de que, numa crise, "a melhor estratégia é o ataque". Ele se prontificou a ir à CPI, antes mesmo de ser convocado. Documentos da Operação Monte Carlo apontam que Cachoeira tinha influência direta em seu governo, nomeando figuras influentes na área de segurança pública e também de desenvolvimento. Sobre a venda da casa, Marconi disse que cometeu "erro imperdoável" ao não checar a procedência dos cheques de R$ 1,4 milhão – eles foram passados por um sobrinho de Cachoeira.

Perillo foi o primeiro a alardear a tese de que a CPI do Cachoeira era a tentativa de criar uma cortina de fumaça para encobrir o mensalão. Tese depois encampada por Veja e, na semana passada, pelo ministro Gilmar Mendes."


Posted: 30 May 2012 06:48 PM PDT




Posted: 30 May 2012 06:45 PM PDT


"A repórter que condenou e humilhou um suspeito não é exceção. O episódio mostra a conivência histórica entre parte da imprensa, da polícia e do sistema penitenciário na violação dos direitos de presos pobres (ou presos e pobres)

Eliane Brum, ÉPOCA

– Não estuprou, mas queria estuprar!

A frase foi dita pela repórter Mirella Cunha, no programa "Brasil Urgente", da Band da Bahia, a um jovem de 18 anos, preso em uma delegacia desde 31 de março. Algemado, ele diz que arrancou o celular e a corrente de ouro de uma mulher, mas repete que não a estuprou. Na reportagem, a jornalista o chama de "estuprador". Pergunta se a marca que ele tem no rosto é resultado de um tiro. Ele responde que foi espancado. A repórter não estranha que um homem detido, sob responsabilidade do Estado, tenha marcas de tortura. O suspeito diz que fará todos os exames necessários para que seja provado que ele não estuprou a mulher. Ele não sabe o nome do exame, não sabe o que é "corpo de delito" e pronuncia uma palavra inexistente. Ela debocha e repete a pergunta para expô-lo ao ridículo. Ele então pronuncia uma palavra semelhante à "próstata". A jornalista o faz repetir várias vezes o nome do exame para que ela e os telespectadores possam rir. Depois, pergunta se ele gosta de fazer exame de próstata. No estúdio, o apresentador Uziel Bueno diz: "Tá chorando? Você não fez o exame de próstata. Senão, meu irmão, você ia chorar. É metido a estuprador, é? É metido a estuprador? É o seguinte. Nas horas vagas eu sou urologista...".  


A chamada da reportagem era: "Chororô na delegacia: acusado de estupro alega inocência". A certa altura, a jornalista olha para a câmera e diz ao apresentador, rindo:

– Depois, Uziel, você não quer que o vídeo vá pro YouTube...

Ela tinha razão: o vídeo foi postado no YouTube. A versão mais curta dele já foi vista por quase 1 milhão de pessoas. Aqui neste link, se quiser, você pode assistir a uma versão um pouco mais longa, de quase cinco minutos.


O vídeo foi divulgado nas redes sociais, na semana passada, com grande 
repercussão e forte pressão por providências. Um grupo de jornalistas fez uma carta aberta: "A reportagem de Mirella Cunha, no interior da 12ª Delegacia de Itapoã, e os comentários do apresentador Uziel Bueno, no estúdio da Band, afrontam o artigo 5º da Constituição Federal: 'É assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral'. E não faz mal reafirmar que a República Federativa do Brasil tem entre seus fundamentos 'a dignidade da pessoa humana'. Apesar do clima de barbárie num conjunto apodrecido de programas policialescos, na Bahia e no Brasil, os direitos constitucionais são aplicáveis, inclusive aos suspeitos de crimes tipificados pelo Código Penal".
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Posted: 30 May 2012 06:36 PM PDT
O servidor Cícero Rôla protocolou pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes


Terra

"Um funcionário público do Distrito Federal protocolou na presidência do Senado, nesta quarta-feira, pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Filiado ao PT e à Central Única dos Trabalhadores (CUT), o servidor Cícero Batista Araújo Rôla afirmou que o magistrado precisa ser investigado. "Sou um cidadão indignado e não posso aceitar que, na mais alta Corte do país, um ministro esteja sob suspeição", disse Araújo.

Esta é a segunda vez que Rôla protocola pedido de impeachment de Mendes. A primeira nem chegou a ser analisada pelos senadores porque foi arquivada pela presidência da Casa. Na ocasião, Rôla questionava a conduta de Gilmar Mendes na concessão de habeas-corpus ao banqueiro Daniel Dantas durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.

Ainda nesta quarta-feira, o Psol protocolou representação na Procuradoria Geral da República (PGR) contra Gilmar Mendes, questionando a conduta do ministro no episódio que envolve diálogo dele com o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Na representação, o partido classifica a conduta do ministro do Supremo como "bastante questionável". No documento protocolado na PGR, a sigla pede a investigação dos fatos e, se comprovada conduta indevida, que a procuradoria adote as medidas cabíveis, nos âmbitos administrativo, civil ou penal."
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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Posted: 30 May 2012 06:17 PM PDT
Redação da Rede Brasil Atual


"A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Cachoeira aprovou hoje (30) a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), e de diversas empresas possivelmente ligadas ao grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. 

Também foram aprovados requerimentos para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), ligado ao Ministério da Fazenda, envie à comissão dados sobre movimentações atípicas de Demóstenes e de Cachoeira. Gravações feitas pela Polícia Federal durante as operações Vegas e Monte Carlo mostraram que Demóstenes tinha ligação com o grupo de Cachoeira. Em algumas das conversas, ele promete colocar o mandato a favor da aprovação de projetos que favoreçam os jogos ilegais, principal atividade da quadrilha. Demóstenes prestou ontem (29) depoimento ao Conselho de Ética no qual confirmou uma relação de amizade com Cachoeira, embora tenha negado o lobby."
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Posted: 30 May 2012 04:53 PM PDT


Redação, PortalIMPRENSA

"Na última terça-feira (29/5), o pré-candidato à prefeitura de São Paulo José Serra (PSDB-SP) não compareceu à série de sabatinas realizadas pela Rede Record. Segundo o portal do jornal O Estado de S. Paulo, a ausência não foi justificada e a emissora antecipou a participação do pré-candidato do PRTB Levy Fidelix que aconteceria meia hora depois.

O mediador da sabatina anunciou o não comparecimento de Serra na abertura do quadro. A Record informou ter convidado o ex-governador, bem como os demais pré-candidatos.

Na segunda-feira (28/5), a emissora pretendia colocar um informativo em rede nacional, comunicando sua ausência. Diante do silêncio de Serra ao convite, a direção apenas antecipou a sabatina com Fidelix."


Posted: 30 May 2012 04:43 PM PDT
Marcos Coimbra, CartaCapital

"Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.

Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.

Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado. Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.

Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.

O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão.


Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele. Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido, 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes."
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Posted: 30 May 2012 09:19 AM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Ontem ocorreu um fato espantoso que explica bem por que a grande imprensa brasileira é chamada de PIG – sigla que significa "Partido da Imprensa Golpista", uma sigla cunhada pelo deputado federal pelo PT de Pernambuco Fernando Ferro que se popularizou sobremaneira na internet.

A dita "mídia" é chamada de partido por boas razões. Uma delas é a de que tem militância exatamente como um partido. Centenas de pessoas defendem ferozmente as ações de Globo, Folha de São Paulo, Veja e Estado de São Paulo contra o Partido dos Trabalhadores e o governo federal.

Essas pessoas se escondem sob o anonimato e chegam ao ponto de fazer ameaças de assassinato ou de tortura contra quem se mostre simpatizante do PT e do governo, sobretudo se for blogueiro. Quando menos, promovem campanhas anônimas de difamação, atacam família etc.

Mas, ontem, a atuação da mídia como partido político chegou ao impensável. O jornal O Globo, em sua campanha incansável, interminável e eterna contra Lula, lançou mão de um recurso que só militâncias de partidos usam.

Tuitaço é o envio de múltiplas mensagens pela rede social Twitter para fazer "subir" frases sobre algum assunto ao que se convencionou chamar de Trending Topics, o ranking dos dez assuntos mais comentados no Brasil ou no mundo.

A revista Veja tem sido alvo de tuitaços de militantes petistas e de outros partidos de esquerda. E não é que O Globo, como prova de que é um partido político disfarçado de jornal, decidiu instigar tuiteiros militantes do PIG a promoverem uma campanha contra o ex-presidente Lula?"
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Posted: 30 May 2012 08:42 AM PDT




Posted: 30 May 2012 08:06 AM PDT


Silvio Meira, Terra Magazine / dia a dia, bit a bit

"Com mais uma CPI em andamento, consolida-se a impressão de que o congresso nacional está fechado há tempos. envolto em uma malha de negociatas, denúncias e suspeitas, a casa maior da democracia põe em risco os princípios fundamentais da democracia representativa. afinal, se são estes nossos representantes [com as usuais e sempre raras exceções], pra que representação? aí, como se sabe desde a primeira ditadura, é que mora o perigo. mas vamos imaginar o melhor caso, que é o de um rearranjo para melhor na democracia como um todo. e lembrar que este ano, de novo, há eleições para prefeitos e vereadores de mais de 5.500 cidades.

na última eleição, quase que as redes sociais deram o ar de sua graça e ajudaram a definir o resultado. uma das campanhas presidenciais tinha uma grande simpatia online mas não conseguiu traduzir isso [daquela vez, pela última vez?] em votos e numa mudança radial do processo. de 2010 pra cá, mudou muita coisa nas redes, no brasil. pra começar, smartphones estão começando a se tornar lugar comum, ao invés de raridade. já somam entre 30 e 40 milhões. na eleição de 2014, poderão ser 75 milhões. cada dois eleitores, em média, um smartphone. conectado, móvel e em rede social, obra dos planos "use-o-quanto-quiser-[se-houver]" a R$0,50 por dia. e o brasil só perde para a china quando se compara o compartilhamento de conteúdo online. nos manifestamos três vezes mais, em média, do que americanos e ingleses. se esta eleição "pegar", online, será bem diferente de 2010. mesmo?"
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 30 May 2012 07:59 AM PDT


Paulo Moreira Leite, ÉPOCA / Vamos Combinar

"A julgar pela oposição, Luiz Inácio Lula da Silva só tem liberdade para falar de futebol. O ministro Celso de Mello declarou que, se Lula fosse presidente da República, poderia enfrentar um processo de impeachment caso tivesse feito declarações e insinuações semelhantes àquelas que o ministro Gilmar Mendes afirma que ele fez.
O caso é este. Um presidente da República não tem opinião pessoal. Tudo o que ele pensa e manifesta envolve o cargo que ocupa e pode ser considerado uma forma de pressão sobre alguém.
Mas Lula é ex-presidente e tem o direito de dizer o que pensa para toda pessoa que tenha disposição de ouvi-lo.
Ex-presidente é assim. Se o Fernando Henrique pode falar a favor da legalização das drogas num pais infernizado pelo crack, embora muitos educadores considerem que essa simples medida pode estimular o consumo da droga, pergunto por que Lula não pode dizer o que pensa sobre a melhor época para o julgamento do mensalão.
Não pode, é claro, chantagear nem sugerir uma barganha, coisa que eu duvido sinceramente que tenha feito.
Mas eu acho que toda pessoa maior de idade e em pleno gozo de sua saúde mental que senta-se para conversar com um ex-presidente e um ex-ministro do Supremo, do governo Lula e do governo FHC, como Nelson Jobim, sabe que a conversa não vai se limitar a futebol nem a mulher bonita. Vai se falar de política e é claro que, de uma forma ou de outra, vai chegar ao assunto do momento, que é o mensalão."
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Posted: 30 May 2012 07:53 AM PDT


"O fato de o ministro ter demorado um mês para se manifestar merece explicação. A perplexidade dele parece que custou a se consolidar", disse o deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ)


O PSol decidiu pedir abertura de investigação contra o ministro Gilmar Mendes, do STF, por conta das denúncias sobre pressão do ex-presidente Lula plelo adiamento do julgamento do mensalão. A petição já foi esboçada, mas falta definir o guichê em que ela será protocolada – pode ser na Procuradoria-Geral da República ou na Corregedoria-Geral do Conselho Nacional de Justiça. "Do nosso ponto de vista, o comportamento do ministro não foi normal", diz o deputado Chico Alencar (RJ), líder do PSol na Câmara.

A conversa entre Gilmar Mendes e Lula ocorreu em 26 de abril, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim. O ministro levou um mês para declarar-se publicamente "perplexo" com o que teria ouvido de Lula. "O fato de o ministro ter demorado um mês para se manifestar merece explicação. A perplexidade dele parece que custou a se consolidar", acrescenta Chico Alencar. Segundo o deputado, "não parece adequado que o ministro se encontre, fora do ambiente do Supremo, com uma pessoa notoriamente vinculada aos réus do mensalão."

O partido já havia subscrito, junto com DEM, PSDB e PPS, representação protocolada contra Lula na Procuradoria-Geral da República – Roberto Gurgel vai enviar a representação à primeira instância, já que Lula não tem mais foro privilegiado. "Achamos que ninguém ficou bem nessa história. O Lula ficou mal. O Jobim ficou mal. E o Gilmar Mendes também ficou mal", resume Chico Alencar."


Posted: 30 May 2012 07:16 AM PDT






Posted: 30 May 2012 07:02 AM PDT


Hélio Doyle, Brasil 247

"Foi um encontro estranho, num momento delicado. Mas o que realmente aconteceu na reunião do ex-presidente Lula com o ministro Gilmar Mendes, no escritório do ex-ministro Nélson Jobim? Na verdade, não se sabe. Ninguém sabe, a não ser os três que estavam lá, e que dão suas versões sem que seja possível comprová-las cabalmente. As histórias são contadas pela metade, não há um relato com início, meio e fim, que inclusive explique bem o início: de quem foi a iniciativa do encontro, se foi proposital ou acidental, se Lula sabia que encontraria Gilmar e vice-versa. Essa é a típica história mal contada.

Nenhum dos três participantes do encontro que abala a República é bobo – pois, como se diz, se fossem bobos não teriam chegado aonde chegaram, e esses três chegaram longe. Gilmar é que tem falado mais sobre o assunto, já até passou em muito do tom adequado a um ministro do Supremo Tribunal Federal. Lula praticamente nada disse, a não ser negar que a conversa tenha sido como conta Gilmar, no que tem o respaldo de Jobim. Mas todos eles sabiam, desde que se encontraram no escritório de Jobim, que o encontro poderia, se revelado, ter graves repercussões em meio a uma CPI instaurada a partir de denúncias contra um fraterno amigo de Gilmar Mendes, o ainda senador Demóstenes Torres, e às vésperas do julgamento do chamado "mensalão", que atinge de frente o PT e uma de suas principais figuras, o ex-ministro José Dirceu.

Se não são bobos, certamente sabiam que: 1) não pega bem um ministro do Supremo frequentar escritório de advogado; 2) pega pior ainda um ministro do Supremo conversar quase secretamente com um ex-presidente da República que tem interesse óbvio, e justificável, em um julgamento prestes a acontecer no tribunal. Não se sabe o que realmente conversaram, e só um perfeito idiota, a velhinha de Taubaté e os oposicionistas, esses por dever de ofício, acreditariam piamente ou fingiriam acreditar em uma versão difundida pela revista Veja, clara e ostensivamente engajada em uma luta política feroz contra o governo, contra Lula e contra o PT – entre outras causas da direita."
Artigo Completo, ::Aqui::


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