quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Fwd: BRASIL! BRASIL!

BRASIL! BRASIL!


Posted: 07 Dec 2011 03:42 PM PST



Posted: 07 Dec 2011 03:39 PM PST

"Há hoje no Brasil uma orientação alienante que tenta impedir o debate sobre a natureza e dinâmica das mudanças econômicas e sociais recentes, incapaz de permitir a politização classista do fenômeno de transformação da estrutura social e sua comparação com outros períodos dinâmicos do país

Marcio Pochmann, TEORIA e DEBATES

A metamorfose pela qual passa a atual estrutura social brasileira está a exigir o desenvolvimento de interpretações mais profundas e abrangentes, capazes de ir além da abordagem superficial e muitas vezes tendenciosa a respeito da existência de uma nova classe média. Pode-se até estranhar a inclinação de certas visões teóricas recentes que buscam estabelecer para determinado estrato da sociedade – agrupado quase exclusivamente pelo nível de rendimento e consumo – o foco das atenções sobre o movimento geral da estrutura social do país.

Mas a causa de maior constrangimento termina sendo o viés político expresso por monopólios sociais pelos meios de comunicação e seus "oráculos" midiáticos. Ou seja, a manipulação do consciente populacional em torno dos desejos mercantis e, por que não dizer, propagandistas do consumismo e da negação da estrutura de classe em que o capitalismo termina por moldar a sociedade. Também pode ser agregada, nesse mesmo contexto, a opção política rasteira com que certos intelectuais engajados à lógica mercantil se associam à retórica de classes de rendimento desprovida de qualquer sentido estrutural e com tradução fundamentalmente no caráter propagandista a respeito dos imperativos do mercado. Em síntese, observa-se que o arbitrário tratamento estatístico de dados da realidade pode levar a reorientações de políticas públicas, quando não do próprio reposicionamento partidário.

Análises mais detalhadas sobre o recente movimento geral na estrutura social brasileira estão ainda por ser realizadas. E é essa perspectiva que o presente artigo persegue, procurando lançar algumas luzes sobre a mobilidade existente na base da pirâmide social brasileira no início do século 21. Isso porque se parte da hipótese central a respeito da inconsistência das atuais definições e identificações sobre a existência de uma nova classe média no país.

Resumidamente, entende-se que não se trata da emergência de uma nova classe social e, muito menos, de uma classe média específica1. O que há, de fato, é uma incessante orientação alienante orquestrada para o sequestro do debate sobre a natureza e dinâmica das mudanças econômicas e sociais recentes, incapaz de permitir a politização classista do fenômeno de transformação da estrutura social e sua comparação com outros períodos dinâmicos do Brasil. O mesmo parece se repetir em outras dimensões geográficas do globo, sobretudo na periferia do capitalismo, conforme o interesse de instituições multilaterais como o Banco Mundial, entre outras, em difundir os êxitos da globalização neoliberal. Sobre isso, aliás, começa a surgir mais recentemente uma leitura crítica à superficialidade exposta no tratamento do tema da classe média2.

No Brasil, na melhor tradição teórica progressista, encontram-se dois excelentes estudos interpretativos dos fenômenos relacionados às grandes transformações da sociedade brasileira, bem como abrangem a politização gerada pelos movimentos de ascensão social durante a década de 1970. Naquela época, o Brasil conviveu com forte ritmo de expansão econômica influenciado fundamentalmente pelo dinamismo do setor industrial, que foi o responsável também pela geração de grande parte das ocupações, sobretudo de maior remuneração (período identificado por alguns como sendo o "milagre econômico" brasileiro). Concomitantemente, assistiu-se também à mobilidade de vários segmentos sociais, sobretudo daqueles provenientes do meio rural, enquanto subproduto da modernização conservadora e selvagem do campo.

No livro interessante de João M. C. de Mello e Fernando Novais3, por exemplo, compreende-se o impacto geral do movimento de alteração das estruturas produtivas sobre o conjunto da sociedade brasileira. Também se pode constatar como a força do modo de produção capitalista intercalado com o autoritarismo levou à conformação de singulares anomalias de exclusão social no país."
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Posted: 07 Dec 2011 03:21 PM PST

"O eixo dos protestos se deslocou dos balcões, Sacs e telefones 0800 para as redes sociais

João José Forni, Brasil 247

As redes sociais se tornaram o refúgio dos brasileiros para protestarem contra os desmandos que assolam o país. Por isso, acabam sendo um termômetro das dores e agruras dos consumidores. Vale protestar contra o time de futebol. Contra políticos, artistas, empresas e governos. E até contra os gritos de Galvão Bueno, nas transmissões.

As redes viraram a ágora moderna onde todos democraticamente podem se manifestar, desde que respeitem normas da boa conduta e leis que preservam as pessoas de ofensas ou discriminação. Passam a ser o espelho da sociedade cada vez mais indignada. É dali que se pode tirar um extrato do Brasil que não funciona e desrespeita o consumidor e o contribuinte. Delas pode-se ter uma ideia de como a população de baixa renda sofre calada: aquela, sem competência comunicativa, sem voz para expressar indignação, porque não teve oportunidade de estudar ou ainda é analfabeta funcional.

Não são estes, que mal sabem se expressar, o público presente nas redes sociais, gritando contra governantes corruptos e empresas arrogantes e ineficientes. Os que ali se manifestam representam pouco mais de um quarto da população brasileira. É a geração online, que descobriu seu coreto eletrônico. E sabe gritar. Realmente começam a fazer muito barulho e incomodar empresários e governantes.

O eixo dos protestos se deslocou dos balcões, Sacs e telefones 0800 para as redes sociais. Muitas empresas só respondem aos protestos do consumidor quando eles chegam na mídia tradicional ou nas redes sociais. Os sites dessas empresas muito bem construídos para oferecer ofertas tentadoras, escondem telefones e acessos por onde o consumidor poderia reclamar. Não querem ser incomodadas.

Por isso, as redes sociais se tornaram o termômetro dos inconformados. Algumas empresas estão preocupadas. Porque a imagem começa a ficar desgastada exatamente pela forma como estão expostas à indignação dos consumidores. Existe até um ranking abominável, feito pelos Procons, das campeãs de reclamações.

Mas esse desdém tem preço. A incompetência e o descaso fazem mal à saúde. Causam irritação, úlcera, gastrite. Infelizmente é o que mais vemos no nosso dia-a-dia. Se não, vejamos. Atendentes mal preparados não dão a mínima para você quando chega para ser atendido. Não há qualquer preocupação em resolver seu problema. Grande parte dos recepcionistas parece treinado para se livrar de você. Ou para passar para outro atendente, que também não dará uma solução. Quem não passou por uma situação dessas?"
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Posted: 07 Dec 2011 03:06 PM PST

Saul Leblon, Carta Maior

"A cúpula do euro que acontece nesta sexta-feira, em Genebra, tem sido apresentada pela mídia como a derradeira chance de salvar a moeda única que articula a economia de 17 países, muitos deles vivendo um estágio de decomposição fiscal.

Na realidade, o que está em jogo é uma resposta mais geral à crise das finanças desreguladas que teve a sua espoleta nos EUA, na bolha imobiliária de 2008, mas vive seu epicentro na virulenta desordem financeira instalada no coração do capitalismo europeu. Referendar aparências para ocultar a essência tem sido um recurso do poder em todos os tempos.

A agenda de Genebra não se resume a um confronto entre a austeridade bovina de Ângela Merkel e governantes perdulários, às vezes cafajestes, como se tenta vender em manchetes e perorações mercadistas; tampouco se restringe a um ritual de consagração da direita medíocre, personificada pelo novo premiê espanhol, Mariano Rajoy, que ascende no vácuo da rendição socialista para enterrar os ossos do Estado do Bem-Estar Social."
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Posted: 07 Dec 2011 02:51 PM PST

Gianni Carta, CartaCapital

"Vladimir Putin ainda é o político mais popular da Rússia. Em 4 de março será eleito, pela terceira vez, presidente.

Mas o primeiro-ministro, presidente de 2000 a 2008, está nu.

Na noite de terça-feira 6, milhares de manifestantes foram às ruas em Moscou e São Petersburgo e em uníssono gritaram: "Fora Putin".

Resultado: 569 presos, segundo a agência oficial de notícias Itar-Tass. No dia anterior 300 pessoas haviam sido detidas em protestos em Moscou. Entre eles, Alexei Navalny, blogueiro e autor do slogan da campanha pelo voto útil — "contra o partido dos ladrões e corruptos" — nas legislativas de domingo. Navalny foi condenado a 15 dias de cárcere.

A legenda dos "ladrões corruptos" chama-se Rússia Unida, liderada pelo atual presidente Dmitri Medvedev, fantoche de Putin. A Rússia Unida obteve 238 deputados na Duma, Câmara Baixa do Parlamento, em um total de 450. Ou seja, 12 cadeiras acima da maioria absoluta. Assim, a agremiação perdeu a maioria de dois terços para modificar a Constituição.

Para se ter uma ideia do estrago para a legenda dos governantes, em 2007 ela obteve 315 assentos. Em miúdos, apesar de ter obtido 49,54% dos votos, a Rússia Unida sofreu uma perda de 15% em relação às eleições de 2007.

Pior: o pleito teria sido fraudado. Segundo Yevgenia Albats, diretora do semanário Novoye Vremya, mais de 15% dos votos foram falsificados. "O resultado real da Rússia Unida não supera 35%."

Para a jornalista do semanário cujo site foi alvo (entre tantos outros) de um ciberataque, tratou-se de um voto de protesto contra Putin.

O primeiro-ministro, de fato, é o grande derrotado."
Foto:Alexsey Druginyn/Ria Novosti/AFP
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Posted: 07 Dec 2011 02:45 PM PST

"Walter Ihoshi (PSD-SP) empenhou R$ 180 mil em 2008 e 2009

Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

– Apesar de cumprir mandato como deputado federal, Walter Ihoshi (PSD-SP) conseguiu empenhar R$ 180 mil por meio de emendas parlamentares na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A rigor, emendas liberadas pelo governo paulista deveriam contemplar apenas indicações propostas por deputados estaduais, cabendo aos federais empenhar recursos pela Câmara Federal.

Ihoshi cumpre o segundo mandato consecutivo na Câmara, a partir de 2007. As indicações do parlamentar na Alesp, porém, foram feitas em 2008 e 2009, de acordo com o Sistema de Acompanhamento da Execução do Orçamento (Sigeo)."
Imagem: As emendas foram destinadas a cidades que são redutos eleitorais de Walter Ihoshi (Foto: Divulgação/ Site pessoal)
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Posted: 07 Dec 2011 02:37 PM PST

"O conteúdo jornalístico produzido pela Agência Brasil (ABr) é o mais usado pelos jornais diários que circulam no interior do Brasil. Isso significa que cada uma das matérias produzidas pela agência, publicadas também nesses jornais, é lida por, no mínimo, 2 milhões de pessoas nessas localidades. A avaliação é do diretor executivo da Associação dos Diários do Interior (ADI), Adriano Kalil.

Vermelho / Abr

"O governo federal foi muito feliz no projeto da Agência Brasil. Isso nos proporcionou acesso a informações de qualidade não oficial, trazendo para nossos veículos a informação sobre o que acontece efetivamente no país. É, sem dúvida, a agência de notícias mais utilizada pelos jornais do interior do país", disse Kalil à ABr.

"Temos dados de leitura de jornais apontando que há entre 3,5 e 5 leitores para cada jornal. Isso significa que temos, só com leitores de jornais impressos, um público de cerca de 20 milhões de pessoas. Como o material da Agência Brasil é o que mais usamos, podemos dizer que, por baixo, são pelo menos 2 milhões de leitores acessando esse material diariamente", acrescentou.

Vinculada à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Agência Brasil faz um jornalismo público voltado para o cidadão. Suas coberturas abrangem as políticas públicas e os reflexos delas no cotidiano dos brasileiros – em especial nas áreas de educação, meio ambiente, direitos humanos, economia, cultura, saúde, infraestrutura e ciência e tecnologia."


Posted: 07 Dec 2011 02:30 PM PST


"Projeto assinado por Niemeyer será inaugurado com discrição pelo TSE

Mariângela Gallucci, O Estado de S.Paulo

Sem grande alarde, será inaugurada na próxima semana em Brasília a nova sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A obra começou em 2007, custou R$ 327 milhões e foi projetada por Oscar Niemeyer, autor dos projetos dos principais prédios públicos da capital federal.

De fora, o edifício lembra outras grandes obras do Judiciário, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST), que ficam na mesma região do novo TSE e também consumiram milhões de reais."
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Posted: 07 Dec 2011 02:20 PM PST

"Líderes europeus se articulam para a cúpula da União Europeia que começará a discutir nesta quinta-feira, em Bruxelas, uma maior integração fiscal dos países da zona do euro, a fim de barrar a crise e salvar a moeda comum.

BBC Brasil

Nesta quarta-feira, os líderes da Alemanha, Angela Merkel, e da França, Nicolas Sarkozy, enviaram uma carta ao presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, defendendo "um pacto renovado entre os países membros da zona do euro".

"Devemos reforçar o crescimento através de competitividade e a convergência das políticas econômicas dos membros da zona do euro, pelo menos", diz a carta.

O plano desenhando por Merkel e Sarkozy deve dominar o encontro, já considerado um dos mais importantes desde a adoção da moeda única. Analistas reclamam da demora dos líderes europeus em dar respostas concretas à crise que se alastra pelo continente e ameaça a moeda comum.

A proposta franco-alemã é vista como uma refundação dos compromissos dos países da zona do euro, já que será dificil obter consenso para adotar as medidas propostas para o conjunto de todos os 27 países da União Europeia. O Reino Unido, por exemplo, já se mostrou cético quanto a qualquer medida mais drástica a ser imposta ao bloco como um todo.

O plano prevê sanções automáticas aos países que ultrapassarem o teto de 3% no deficit público. O descompasso entre a saúde das contas públicas dos países europeus e a política monetária conduzida pelo Banco Central Europeu é vista como uma das raízes da crise no continente."
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Posted: 07 Dec 2011 07:02 AM PST



Posted: 07 Dec 2011 06:52 AM PST

Venício A. de Lima. TEORIA e DEBATE

"Ao longo de 2011 participei de diversos debates sobre a mídia em diferentes estados brasileiros, e em todos certas questões sempre aparecem. O que significa democratizar a comunicação? Controle social da mídia é censura? A internet democratiza a comunicação? Liberdade de expressão e liberdade de imprensa são a mesma coisa? O que é "marco regulatório das comunicações"?

Os debates e suas perguntas recorrentes expressam a existência de um inegável "mal-estar" generalizado e cada vez mais difícil de esconder. Até mesmo a grande mídia está sendo obrigada a reconhecer que, independentemente de sua vontade, as transformações por que ela passa em decorrência da revolução digital e seu papel na democracia finalmente entraram na agenda pública e estão, sim, sendo debatidos.

Nesse contexto, uma diferença conceitual que me parece fundamental é aquela existente entre regular a mídia e democratizar a comunicação.

Em artigo publicado no Observatório da Imprensa nº 555, há mais de dois anos, chamei a atenção para o fato de que "democratizar a comunicação" tem sido uma espécie de bandeira histórica dos segmentos organizados da sociedade civil comprometidos com o avanço no setor. Todavia, essa bandeira esconde uma falácia: insinua que a grande mídia, privada e comercial, seria passível de ser democratizada. Em termos da teoria liberal da imprensa, isso significaria trazer para dentro de si mesma "o mercado livre de ideias" (the market place of ideas) representativo do conjunto da sociedade, isto é, plural e diverso.

Argumentei que essa bandeira encontra dificuldades incontornáveis identificadas, sobretudo, com relação aos mitos da imparcialidade e da objetividade jornalística e da independência dos conglomerados de mídia. Ademais, mostrou-se inviável em sociedades como a Inglaterra, onde existe uma tradição historicamente consolidada de imprensa partidária.

"Democratizar a mídia", portanto, seria viável apenas por meio de políticas públicas que garantam a regulação do mercado das empresas de mídia (a não oligopolização), vale dizer, basicamente, a concorrência entre as empresas que exploram o serviço público de radiodifusão e/ou as empresas de mídia impressa (que publicam jornais e revistas). E mais: estimulando a "máxima dispersão da propriedade" (Edwin Baker) através da criação e consolidação de sistemas alternativos de mídia – públicos/comunitários."
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Posted: 07 Dec 2011 06:28 AM PST

"Presidente da Petrobras explica como empresa vai investir US$ 224 bilhões até 2015 e afirma que não teme os chineses.

Ramiro Alves e Margarida Lopes, Brasil Econômico

De seu escritório no 23ª andar do imponente prédio na Avenida Chile, 65, no Centro do Rio de Janeiro, o economista José Sérgio Gabrielli, 62 anos, tem uma vista deslumbrante.

Sem esforço, vê o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Lapa, entre outros cartões postais que fizeram a fama da Cidade Maravilhosa. Mas no terraço, onde seus convidados sempre são levados, ele faz questão de apontar uma plataforma de petróleo no meio da Baia de Guanabara.

O homem é obcecado por combustível. Gabrielli é presidente da 8ª maior empresa global por valor de mercado e a maior do Brasil: US$ 164,8 bilhões, segundo dados da própria companhia.

O lucro líquido da Petrobras em 2010 foi de R$ 35 bilhões, o que deixou felizes seus mais de 570 mil acionistas, entre eles, governo federal, que detém o controle da multinacional.

Em entrevista ao Brasil Econômico, Gabrielli garantiu que está sobrando dinheiro no mundo. Ele não menospreza a crise, mas se justifica citando os bilionários números da indústria petrolífera: "Há hoje uma escolha seletiva de projetos onde o dinheiro vai ser aplicado."

Comandando a empresa há 6 anos e quatro meses, Gabrielli já é o presidente mais longevo da história de 57 anos da Petrobras.

Usa crachá e - mesmo acostumado a dar entrevistas - não gosta de fotos. Embora ainda não admita, pretende trocar o cargo por uma campanha política, provavelmente será candidato a governador da Bahia em 2014.

E, quem sabe, repetirá a sina do primeiro presidente da Petrobras, Juracy Magalhães, que governou a terra de Dorival Caymmi por 10 anos.

O bilionário plano de investimentos da Petrobras corre algum risco?

Fizemos um aumento de capital de US$ 72 bilhões, o maior do mundo, em 2010. Assim reduzimos a nossa taxa de alavancagem, que estava em 35% para 17%, o que nos deu condições de voltar ao mercado de dívida. Nós temos uma projeção de investimentos de US$ 224,7 bilhões até 2015.
Temos em caixa hoje US$ 26 bilhões e vamos fazer um desinvestimento de US$ 13,6 bilhões. De atividade operacional, temos algo entre US$ 125 bilhões e US$ 149 bilhões, dependendo do preço do petróleo - US$ 125 bilhões se o preço do petróleo for US$ 80 o barril do brent e US$ 149 bilhões se o barril for a US$ 95.
E, portanto, vamos ter que levantar de dívida no mercado entre US$ 67 bilhões e US$ 91 bilhões. Sendo que nós temos que pagar de dívida velha entre US$ 30 bilhões e US$ 31 bilhões. Significa, portanto, que de dívida nova nós vamos precisar levantar entre US$ 37 bilhões e US$ 61 bilhões, o que dá entre US$ 7 bilhões e US$ 12 bilhões por ano.

Vamos chegar a uma alavancagem máxima de 29%, se fizermos esse programa. E a nossa razão dívida líquida sobre Ebitda será menor que 1,9 vezes. Portanto, do ponto de vista financeiro, não é um problema."
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Posted: 07 Dec 2011 06:23 AM PST

Estadão.com.br / Radar POP


"A China está apertando o cerco contra os usuários de sites de microblogs, similares ao Twitter, no país. Várias pessoas já foram presas por espalharem "rumores" pela internet. Na interpretação do governo chinês, esses "rumores" seriam relatos de protestos, denúncias de escândalos e notícias falsas.

Segundo a imprensa oficial do país, "rumores de internet são drogas: por favor, resista a elas", anunciando tolerância zero. "Heroína e cocaína estragam a saúde; rumores de internet são piores, pois envenenam o ambiente social e afetam a ordem".

Com o intuito de manter a "ordem", o governo obrigou os serviços de microblogs a registrarem os nomes reais dos usuários e deletar contas que passarem da linha. No país, há 300 milhões de pessoas que usam este tipo de serviço.

Enquanto críticos  acusam a China de querer calar as críticas nas redes sociais e fazer com que não se acredite em nada que está lá, apenas no que o governo diz, as autoridades do país já estipularam em cinco anos a pena para quem publicar "rumores" na rede."


Posted: 07 Dec 2011 06:15 AM PST

Marina Dias, Terra Magazine

"O marqueteiro João Santana comandará a campanha do ministro da Educação, Fernando Haddad, à Prefeitura de São Paulo nas eleições do ano que vem. O publicitário baiano foi responsável pela campanha vitoriosa da presidente Dilma Rousseff, em 2010, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.

A preferência por Santana foi principalmente de Lula, e encorajada por vários caciques do PT paulistano que já trabalharam com ele em outras empreitadas eleitorais, como na tentativa de reeleição de Marta Suplicy à Prefeitura da capital paulista, em 2004.

Haddad não tem relações pessoais com João Santana, mas deve conversar com a presidente Dilma nos próximos dias e receber a aprovação final para que o marqueteiro assuma de vez as atividades de comunicação de sua campanha já a partir de janeiro."
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Posted: 07 Dec 2011 06:01 AM PST

"A China colocou as cartas na mesa: aceita cortar suas emissões de carbono a partir de 2020, mas impõe condições aos países desenvolvidos, como os EUA, de estabelecerem metas de reduções substanciais de suas emissões de gases de efeito estufa e assumirem suas responsabilidades históricas durante seu processo de industrialização. A declaração foi dada na 17º Cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudança Climática (COP-17), em Durban, África do Sul.

Vermelho

Os discursos seguirão até quinta-feira (8), quando é esperado que discursem todos os representantes dos 194 paises presentes à COP-17 . A China fará seu pronunciamento oficial amanhã (7) e os Estados Unidos na quinta-feira (8), bem como o representante do Brasil.

"Enchentes no Paquistão e na Tailândia, desmatamento na Indonésia e no Brasil, desertificação na África, centenas de milhares de pessoas famintas... Vi pelo mundo como a mudança climática é imprevisível e tem tido efeitos mais intensos", disse Ban-Ki-Moon.

Depois de lembrar que diversos povos, em vários países, já estão sofrendo as consequências do aquecimento global, Moon falou da importância de uma atitude conjunta de todos para combater os efeitos do aquecimento. "Não há tempo a perder. É preciso ter mais investimento em desenvolvimento sustentável e energia. E deve ser efetivo e para todos, em um acordo global. Só juntos podemos chegar ao futuro que queremos".

Já o presidente sul-africano, Jacob Zuma, falou sobre as divergências entre os países sobre aspectos críticos. Ele enfatizou que é preciso buscar critérios comuns, em sintonia com a essência do multilateralismo, baseando-se no princípio da convenção que estabelece responsabilidades comuns, mas diferenciadas, para se chegar a uma solução coletiva. Zuma frisou a importância de abrir mão de questões nacionais específicas de cada país em defesa da humanidade."
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Posted: 07 Dec 2011 05:43 AM PST

"Movimento se diz inspirado nos Indignados espanhóis. Outros movimentos de acampados pelo Brasil tem como princípio o apartidarismo e nenhuma ligação com entidades de qualquer tipo

Redação, Rede Brasil Atual

Brasília entrou na lista de cidades com acampamentos de protesto nesta terça-feira (6). No caso da capital federal, a iniciativa inclui a participação da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que montaram um acampamento na Esplanada dos Ministérios em frente ao Congresso Nacional.

A principal reivindicação é que o Plano Nacional da Educação (PNE) inclua garantias de que o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) seja revertido para a educação. Atualmente são aplicados no setor apenas 5% da soma das riquezas produzidas no país durante um ano. O relator da PNE, Deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) , que tramita na Câmara dos Deputados, definiu o patamar em 8%. O movimento também vai defender a meia-entrada para estudantes na Copa de 2014 e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação.

Os estudantes dizem ser inspirados nos movimentos internacionais como o Ocupe Wall Street e os Indignados na Espanha. Mas eles pretendem ficar acampados até o final de semana. Daniel Iliescu, presidente da UNE, citou ainda movimentos de estudantes como o do Chile e do Egito. "Com a diferença que aqui nós não vivemos uma situação de desemprego ou perda de direitos. Nosso esforço é mobilizar os estudantes por uma agenda positiva", diz ."
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Posted: 07 Dec 2011 05:35 AM PST

Daniel Mello, Agência Brasil

"A presidenta da República, Dilma Rousseff, fez hoje (6) uma previsão otimista para a economia brasileira em 2012. Segundo ela, apesar da crise internacional, o próximo ano será melhor que 2011. "Estamos encerrando o ano com estabilidade e com crescimento, mas sobretudo com a visão de que 2012 será necessariamente melhor que 2011. O que não é pouco coisa diante da crise e da insensatez política que nós vivenciamos ao longo deste ano tanto nos Estados Unidos como na Europa", disse ao ser homenageada pela revista IstoÉ.

A presidenta atribuiu o bom desempenho do Brasil à capacidade de antecipar os efeitos da crise econômica que atinge principalmente os países europeus e os Estados Unidos. "Por isso, tomamos várias medidas, em tempo hábil, de proteção da indústria, do setor agrícola e de serviços", destacou.

A atuação do governo permitiu, segundo Dilma Rousseff, evitar o desemprego e a desaceleração econômica que afeta os países mais ricos. "Até outubro deste ano foram gerados 2,2 milhões de novos empregos. O PIB [Produto Interno Bruto], que nós tivemos de deliberadamente diminuir o ritmo de aceleração, cresceu apesar de todas as consequências da crise".

O sucesso do Brasil em enfrentar a crise, de acordo com a presidenta, colocou o país em um patamar mais confortável do que as nações que enfrentam "uma espiral descendente" de recessão. "A nossa situação hoje é muito diferente de muitos países que ainda estão submetidos às regras do Fundo Monetário Internacional, a uma desregulamentação financeira absurda e à perda da capacidade dos governos de agir sobre suas economias", comparou.

A partir dessa situação confortável, ela garantiu que o país está preparado para entrar na "era do conhecimento". "Daqui até 2014 eu asseguro que muita coisa vai mudar no Brasil", disse a presidenta Dilma Rousseff."



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