segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 04 Dec 2011 03:44 PM PST

Mauricio Dias, CartaCapital

"A eleição municipal de 2012 tornou-se um pouco mais a preliminar da batalha eleitoral para a Presidência em 2014. Embora a escolha de prefeitos e vereadores tenha impacto reduzido na disputa presidencial, dois competidores, PT e PSDB, travam um confronto iniciado com a vitória de FHC em 1994, que completará duas décadas no fim do atual mandato de Dilma Rousseff.

Para os tucanos, na vanguarda de uma oposição debilitada eleitoralmente, o resultado da competição municipal pode ter um efeito desastroso caso o PT, ou até mesmo um aliado dos petistas, conquiste a prefeitura paulistana. Em consequência, o PSDB se enfraqueceria muito para a disputa do governo estadual e poderia, assim, perder a principal base político-eleitoral do partido, cujo poder se projeta nacionalmente. Sem ela só restará, como expressão política influente, o enclave mineiro comandado por Aécio Neves.

Lula tem trabalhado firmemente na preparação desse assalto final, em 2014, ao governo paulista. É uma "fortaleza tucana", guarnecida por poderoso batalhão de prefeitos vitoriosos na última eleição municipal, em 2008. Dos 645 municípios paulistas, o PSDB domina mais de 31%, seguido de longe pelo DEM e pelo PMDB. E, mais distante ainda, pelo PT (tabela). Esses números ainda não refletem a revoada de tucanos para o PSD do prefeito Kassab."
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Posted: 04 Dec 2011 03:28 PM PST



Posted: 04 Dec 2011 03:24 PM PST

"Para Eduardo Campos, presidente do PSB e governador e Pernambuco, política centrada em denúncias está 'mofada' e afasta população. 'Limpeza é no voto', diz. Já Ciro Gomes, ex-ministro de Lula, critica 'ética relativa': "Precisamos tomar cuidado em transferir chicote moral para certos grupos de mídia". PSB encerra Congresso com plano de avançar como força progressista.

André Barrocal, Carta Maior

s dois expoentes do Partido Socialista Brasileiro (PSB), quinto maior aliado parlamentar do governo Dilma Rousseff, divergiram em 2010 sobre ter ou não candidato próprio a presidente e, no XII Congresso da legenda, neste fim de semana, reafirmaram a diferença. Mas numa coisa o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e o ex-ministro Ciro Gomes estão de acordo: a onda de denúncias contra ministros estaria fazendo mal à política e ao país.

Para Campos, reeleito presidente do PSB, a opção dos adversários de Dilma – como já ocorria com o ex-presidente Lula – de priorizar o combate ao governo no campo ético despolitizaria o país. Ele expressara o ponto de vista em discurso na abertura do Congresso, sexta-feira (2) à noite, e repetiu neste sábado (3), em conversa com jornalistas.

"A pauta da política tradicional está mofada, não atrai mais a atenção das pessoas. As denúncias afastam as pessoas da política, e nós precisamos querer atraí-las", disse o governador. "A limpeza que a sociedade tem de fazer na política é no voto."

Apesar de ter uma visão crítica sobre certas condutas entre aliados de Dilma – para ele, o casamento PT-PMDB não tem bases muito republicanas -, Ciro apontou, na sexta-feira, ao chegar ao encontro do PSB, qual seria o grande problema da onda de denúncias: alimentar uma "ética relativa".

"Nós precisamos tomar muito cuidado em transferir o chicote moral da nação para certos grupos de mídia, que faturam contra o governo e setores monopolistas algo ao redor de 1 bilhão de reais por ano", afirmou o ex-governador do Ceará. "É só preciso ter cuidado com essa ética relativa."
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Posted: 04 Dec 2011 02:43 PM PST

Elio Gaspari, O Globo

"O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), e o suplente de senador João Faustino (PSDB-RN) estão encrencados com o Ministério Público por conta de contratos milionários assinados com donatarias de inspeções veiculares. É o escândalo da vez. Mais adiante virá o dos chips.

Em 2006, a Resolução 212 do Conselho Nacional de Trânsito mandou que, até meados de 2010, nenhum veículo pudesse ser licenciado sem que nele houvesse um chip. Ele transmitiria dados para dezenas de milhares de antenas, que os remeteriam a centenas de centrais de processamento.

Repetindo: nenhum veículo seria licenciado sem chip, nem em São Paulo, onde havia 4,5 milhões de carros e caminhões, nem em Uiramutã (RR), na fronteira com a Venezuela, onde existiam dois carros, um caminhão e duas motocicletas.

A traquitana custaria algo como R$ 4 bilhões. Diziam que serviria para reprimir os furtos. Lorota, pois o ladrão arranca o chip e leva o veículo ao desmanche.

Diziam também que os donos de carro não pagariam nada. Quem pagaria? Todo mundo, mesmo a patuleia pedestre.

Serviria, na melhor das hipóteses, para fechar grandes contratos. Na pior, para criar pedágios urbanos.

A resolução de 2006 deu em nada. Em 2008 (ano de campanha eleitoral), anunciou-se que a negociação dos contratos seria reanimada, mas o assunto saiu da agenda.

No ano seguinte, a resolução foi reescrita e o início da festa foi transferido para junho de 2011, tanto em São Paulo como em Roraima. Novamente, deu em nada. Em julho deste ano, decidiu-se que a festa dos contratos começará no dia 1 de janeiro de 2012 (ano de campanha eleitoral).

Nenhum país do mundo tem sistema semelhante, porque em país algum apareceram fornecedores de equipamentos com tanta ousadia. Ninguém quer vender antenas para Uiramutã, onde só há um serviço de emergência pediátrica. O filé está na venda de equipamentos para grandes cidades, igualzinho ao que ocorreu com as inspeções veiculares."


Posted: 04 Dec 2011 07:24 AM PST

"Bons jogadores surgem todos os anos. Só alguns viram craques 

Matheus Pichonelli e Fernando Vives, CartaCapital

Desde o começo dos anos 90, quando fomos picados pela praga do futebol, vimos nascer muitos ídolos (e muitos tantos se perderem). Na ordem: Raí (irmão de Sócrates), Edmundo, Rivaldo, Edílson, Ronadinho (hoje Ronaldo), Amoroso, Marcelinho Carioca, Giovani, Rogério Ceni, Luis Fabiano, Alex, Ronaldinho (o Gaúcho), Kaká, Robinho, Adriano, Fred, Kleber, Ganso e, agora, Neymar.

Desses, alguns já deixaram de jogar, e poucos, a muito custo (e com o devido distanciamento temporal), ainda podem ser chamados de craques.

Entre todos eles, e tantos que não dá nem para citar, poucos podemos dizer que são, de fato, especiais, revolucionários, exemplares. Engajados, então…

Mesmo com o selo de embaixadores de entidades como a Unicef ou órgãos representativos (como a CBF…) ao longo ou ao fim da carreira, nenhum desses jogadores teve leitura melhor de seu esporte, de seu tempo e de seu País do que Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, morto na madrugada deste domingo 4.

Não, não vimos Doutor Sócrates em campo. Dele sabemos apenas dos melhores momentos, pela tevê, de uma Copa que se acabava quando mal tínhamos nascido – e que foi a prova de que não é preciso ser campeão para ser inesquecível. Uma seleção em que Sócrates era maestro e referência.

Fora de campo, nenhum ex-jogador foi tão presente como ele. Pelé virou garoto-propaganda (poucas vezes o vimos falar algo que não fosse ensaiado, escrito anteriormente para campanhas para a educação ou disfunção sexual); Garrincha morreu novo, sem deixar grandes reflexões sobre seu ofício; Rivelino e Falcão, ambos acima da média, viraram comentaristas (um já se arriscou como dirigente e outro, como treinador).

Zico virou boa-gente, daqueles que se pode ficar a tarde toda falando sobre o mundo da bola, o Rio, o Japão, os bastidores da Copa, a relação com a torcida. É diferenciado.

E Romário começa a mudar paradigmas, com uma atuação implacável como deputado federal eleito pelo Rio.

E paramos aqui. Quem não sumiu (ou se omitiu), anda por aí fazendo o elogio da ignorância no papel de arrivista de primeira linha – daqueles que se infiltram entre os boleiros para desfilar preconceitos ao vivo na tevê. Um certo ex-meio-campo que virou comentarista é talvez o maior exemplo deles, uma espécie de porta-voz de atletas mimados, pipoqueiros, vazios e malcriados.

Mas Sócrates era outra coisa. Ninguém tinha tanto a falar sobre o mundo em que viveu e o mundo que deixaria como herança – um mundo um pouco melhor do que o seu, mais aberto, mais democrático. Tão democrático que, quando soube que precisaria de um transplante de fígado para se curar, lembrou, a quem quisesse ouvir, que era um cidadão como qualquer outro. E que, portanto, deveria esperar sua vez, na fila para doação, como qualquer brasileiro – sem privilégios, lobbies, choros ou vela..

Sócrates chamava a atenção desde as categorias de base de seu Botafogo, de Ribeirão Preto. Destacava-se dentro das quatro linhas, e chamava a atenção dos repórteres que o viam em alguma preliminar dos juniores. Quando alguém demonstrava admiração pelo seu futebol, os repórteres da região que já o conheciam avisavam: "E olhe que ele não tem tanto tempo para treinar. É estudante de medicina".
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Posted: 04 Dec 2011 07:11 AM PST

"Força da economia nacional e crise no primeiro mundo fazem acontecer o impensável

O Globo

A força da economia brasileira e a crise que vem abatendo os países ricos está fazendo acontecer o que há alguns anos era inimaginável no páis: os salários de trabalhadores em várias carreiras - de executivos e gerentes a engenheiros, consultores jurídicos e profissionais da tecnologia da informação — estão mais altos do que em nações da Europa e nos Estados Unidos. O rendimento mensal chega a ser 85% maior, mesmo convertendo esses valores para reais, considerando a cotação de euro, dólar e libra esterlina. Um engenheiro elétrico sênior, por exemplo, que ganha no mínimo R$ 14.900 no Brasil em grandes empresas, recebe R$ 8.037 na Espanha, uma diferença de 85,4%, aponta pesquisa feita pela consultoria Michael Page, a pedido do GLOBO.

O levantamento — que levou em conta profissionais seniores, grandes empresas e somente o salário fixo, sem bônus ou participação nos resultados — mostrou também que um gerente comercial no Brasil chega a ganhar 79,1% a mais que nos Estados Unidos (R$ 18 mil de salário mínimo no Brasil contra R$ 10.048 nos EUA). Um consultor jurídico no Brasil ganha 24,4% a mais que na Itália (salário máximo de R$ 15 mil no Brasil contra R$ 12.055) e, um diretor comercial no Brasil ganha no mínimo R$ 28.000, 13,4% a mais que o mínimo encontrado no Reino Unido (R$ 24.674). Para Ricardo Guedes, da Michael Page, além de economia brasileira aquecida e desenvolvidos em crise, real forte e mão de obra em falta no Brasil ajudam.

— E esse fenômeno tende a continuar e talvez alcançar cada vez mais profissões. A falta de mão de obra é muito grande e, em diversos casos, é impossível encontrar um estrangeiro para o lugar, não apenas por causa da legislação restritiva do Brasil, mas porque algumas destas profissões exigem um alto domínio do português e da cultura nacional, como diretor comercial e consultor jurídico — afirma."
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Posted: 04 Dec 2011 06:59 AM PST

"Foto central no livro A Vida Quer Coragem, do jornalista Ricardo Amaral, lança um poderoso farol sobre a história; esquálida porém forte, presa e no entanto superior, a hoje presidente Dilma Rousseff está diante de uma Justiça Militar de rosto tapado; era 1970 e ela fora torturada 22 dias seguidos

Marco Damiani, Brasil 247

É por isso que eles não querem a Comissão da Verdade. Por um instantâneo como esse que distingue "A Vida Quer Coragem", do jornalista Ricardo Amaral (Editora Primeiro Plano, com lançamento nacional em 15 de dezembro), e revela, no olhar inquiridor da então presa política Dilma Rousseff, em 1970, toda a superioridade dos que lutaram contra a ditadura sobre a ditadura em si.

Eles não podem mesmo querer essa verdade. Nela vai emergir, entre milhares de outras tantas, a história que Amaral que se propôs a contar e a foto cristaliza para muito além do estupefato da revelação presente. A história de militância política da atual presidente Dilma, retrato pronto e acabado de uma mulher coragem. Não há margem para outra interpretação. Na dúvida, reveja a foto. Porque nela não há retoques. Ali sentada, cercada pelos altos muros de mogno da Justiça Militar, 22 dias após ser torturada em pleno 1970 de ainda não contados mortos e desaparecidos, é ela, Dilma, a esquálida que não perdeu a elegância, a exausta que está forte, a quem por mais que batessem não conseguiram quebrar a alma.

Ainda sem trechos divulgados, o livro de Ricardo Amaral já presta o serviço de reposicionar uma discussão que, ao longo dos anos, foi dia a dia tendo sua raiz deturpada. Pelas mentiras escarradas, farsas bem urdidas, conivência dos covardes e franco estímulo dos poderosos, trabalha-se como sendo a mais adequada para todos a versão de que houve uma guerra justa entre esquerda e direita no Brasil, entre guerrilheiros e militares, opositores e regime. Na qual se tratava de matar ou morrer, apenas isso. Procura-se deixar de lado, em nome da cordial conciliação brasileira, os motivos dos opositores e a barbárie praticada pelos executores do golpe de 1964 e seus seguidores carniceiros.

Amiúde, o que se pode esperar do livro é nada menos que o melhor quadro já feito do período decisivo da vida de Dilma, no qual ela jogo a vida e por pouco sobreviveu. Isso porque o Ricardo Amaral que mergulhou no passado da presidente até chegar aos dias de hoje é, todos nos meios políticos sabem, um dos mais capacitados profissionais de seu tempo. Aos fãs de seus textos apurados nas melhores fontes e analisados por sua visão pessoal e experiente, ele parecia meio à sombra, nos últimos tempos, um tantos distante das páginas na grande mídia. Mas é que ele é mineiro e estava tramando essa surpresa que, desde a foto, já ilumina a história e deixa no ar um advertência: quando falarem de Dilma, respeito!"


Posted: 04 Dec 2011 06:43 AM PST

"Em tarde turbulenta entre acordos e votações, senadores preveem pauta intensa no final de ano

Virginia Toledo, Rede Brasil Atual

Em um dia em que o Código Florestal era cotado para ser o tema central – e mais polêmico – da sessão plenária, um calendário intenso em pautas para dezembro foi definido no Senado. A previsão é de um ritmo dos mais turbulentos no último mês do primeiro ano da Legislatura, com itens sensíveis tanto para o governo quanto para oposição.

A previsão inicial da bancada ruralista e da base governista era de colocar o Projeto de Lei da Câmara 30/2011, que altera o Código Florestal brasileiro, em votação. Um detalhe regimental apontado pela bancada do PSOL impediu a apreciação da matéria porque o pedido de urgência para votar o substitutivo do senador Jorge Viana (PT-AC), relator da matéria na Comissão de Meio Ambiente, não foi lido na véspera pela presidenta da sessão, a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

Com isso, entraram na negociação a regulamentação da Emenda 29 da Constituição (que define percentuais investidos em saúde por União, estados e municípios), a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), o próprio Código Florestal, mais a exigência de diploma para jornalistas profissionais. Os temas misturaram-se e até chegaram a ser confundidos pela mesa diretora durante a tarde desta quarta-feira (30).

A sessão deliberativa começou com a discussão da prorrogação da DRU, incluindo um descuido do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), que, por engano, colocou em votação a regulamentação da Emenda 29, deixando a base aliada perplexa e a oposição indignada. "José Sarney comeu moscas", disse Demóstenes Torres (DEM-GO) a jornalistas

Perdidos entre normas regimentais, senadores tentavam solucionar os problemas discutindo regras e possíveis acordos. Ao ler o relatório da regulamentação da Emenda 29, Sarney já não poderia mais retirá-lo de pauta, apenas subtrair o pedido de urgência. Os governistas almejavam adiar o debate ao máximo possível, pois não se quer promover um aumento de gastos na saúde antes de garantir a aprovação da DRU até 2015."
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