quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 06 Dec 2011 03:33 PM PST



Posted: 06 Dec 2011 03:29 PM PST

Anselmo Massad, Rede Brasil Atual

"O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) afirmou, na sessão plenária do Senado desta terça-feira (6), que a bancada evangélica na Casa considera não haver acordo a respeito do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 que criminaliza a homofobia. Um substitutivo do texto, relatado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), consta da pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

Crivella declarou que aceitaria um acordo do arquivamento do PLC 122/2006 e substituição pelo substitutivo. Porém, ele alega que Marta teria insistido em colocar o projeto original em votação, com ajustes. Em julho deste ano, os termos gerais do texto alternativo aceito pela bancada evangélica foram acertados em reunião que contou com as presenças da petista e do senador do Rio de Janeiro, além de Demóstenes Torres (DEM-GO) e do presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

"A senadora Marta (Suplicy) disse que havia construído um acordo. Nós gostaríamos de terminar com o projeto e construir um novo texto, mas ela insistiu com emendas, que melhoraram (o texto), mas não há acordo. Se for para colocar em votação, nós votaremos contra", avisou."
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Posted: 06 Dec 2011 03:16 PM PST

Sylvia Colombo, folha.com

"Você trabalha no 'Clarín'?" Pergunta mal-humorado o taxista ao repórter do jornal, depois que este lhe diz o endereço a que queria ser levado.

Meu colega já vinha se irritando com esse tipo de patrulha. Chegou a dar nomes de ruas paralelas e preferido caminhar até a redação do jornal, só para não ouvir agressões de apoiadores do governo, que está em guerra com a imprensa independente.

Nesse dia, quis cortar de início o papo, e respondeu: "Não, estou indo lá só para entregar um envelope". Depois pensou no absurdo que tinha sido levado a dizer.

Outra conhecida, esta do "La Nación", conta que já não diz mais que é jornalista quando lhe perguntam a profissão. Prefere afirmar que trabalha com comércio.

Uma outra colega, que faz um curso de pós-graduação numa universidade local, havia se interessado pela aula de determinado professor. Um dia, foi pedir recomendações de leitura. Ele, simpático, a recebeu e perguntou a que se dedicava. Ela, orgulhosa, encheu a boca e disse: "jornalista".

Quem já está há algum tempo na profissão acostumou-se a ouvir comentários positivos depois de uma apresentação assim. Em grande parte do mundo ocidental considera-se o jornalismo uma profissão nobre, excitante e romântica. Há um consenso de que seja algo importante para o funcionamento da sociedade.

Pois o professor dessa minha amiga parou de sorrir quando ouviu essa palavra. "Aqui não gostamos de jornalistas", disse. Detalhe, ela não contou para que meio trabalhava (e não é nem para o "Clarín" nem para o "La Nación", críticos ao governo).

Comigo acontece também direto. Numa ocasião, numa barulhenta sala de espera de um dentista, enquanto preenchia minha ficha, a secretária perguntou minha profissão. Quando disse, fez-se silêncio, quebrado apenas pelo comentário desconcertante de uma senhora: "No seu país vocês são mentirosos também?".
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Posted: 06 Dec 2011 02:58 PM PST


"O líder da bancada do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO) teve que pedir desculpas ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), após se envolver em uma discussão na tarde desta terça-feira. Demóstenes protestou contra a inversão da ordem da votação da sessão de hoje, que adiantou a discussão da proposta que prorroga até 2015 a Desvinculação de Receitas da União (DRU), prioridade para o Palácio do Planalto. As informações são da Globonews.

Ante a primeira manifestação, Sarney disse que Demóstenes havia concordado anteriormente que a matéria era neutra. "Não use minha concordância para determinado procedimento para Vossa Excelência, o governo, de maneira torpe, burlar o que nós fizemos, torpe! Não queira me utilizar nesse tipo de.... não fiz esse acordo, o acordo era para votar o Código Florestal!", gritou indignado. "Pois é o Código Florestal que nós estamos votando!", atalhou o presidente da Casa, ao que Demóstenes retrucou. "Não senhor! E Vossa Excelência iniciou a votação e disse que hoje era o primeiro item da pauta. Honre então, que vossa excelência descumpriu o acordo! Não tente me colocar no meio disso." Visivelmente irritado, Sarney mandou cancelar a palavra torpe da taquigrafia. Depois da discussão, o ex-presidente da República desceu da tribuna e foi reclamar com Demóstenes por causa dos termos usados por ele. Alguns minutos depois, o senador pediu a palavra e se desculpou publicamente."


Posted: 06 Dec 2011 02:54 PM PST

"É melhor ser cabeça de cachorro do que rabo de leão", definiu postulante Demóstenes Torres (GO)

Brasil 247 / Agência Estado

"Parceiro do PSDB há 17 anos, o DEM se prepara para tentar ter candidato próprio à Presidência da República, em 2014. Um dos postulantes ao cargo é o senador Demostenes Torres (DEM-GO), que fez discurso de pré-candidato na convenção de hoje do DEM, que reelegeu o senador José Agripino Maia (DEM-RN) na presidência do partido até dezembro de 2014.

"É melhor ser cabeça de cachorro do que rabo de leão", resumiu Demostenes, referindo-se à candidatura própria à Presidência da República. Ele citou entre as realizações do DEM, antigo PFL, a criação do Bolsa Família. "Foi o DEM que criou o Bolsa Família através de proposta do ex-senador Antonio Carlos Magalhães", discursou Demostenes, numa alusão à emenda constitucional que instituiu o Fundo da Pobreza, idealizada pelo ex-senador.

Além da candidatura própria à Presidência, que não é consensual no partido, o DEM vai tentar aumentar de tamanho nas eleições municipais do ano que vem e em 2014, quando serão eleitos governadores e as bancadas do Congresso e das assembleias legislativas. O DEM foi o partido que mais perdeu filiados para o PSD do prefeito Gilberto Kassab. "Nós depuramos o partido, os que tinham conveniências pessoais deixaram o DEM", disse Agripino Maia.

Outrora um dos maiores partidos do Brasil, o DEM de hoje coube numa sala de cerca de 50 metros quadrados nas dependências do Congresso, onde funciona a presidência do partido e onde foi realizada a convenção. Até o final do evento, que durou cerca de uma hora, apenas 70 convencionais haviam assinado a lista de presença."


Posted: 06 Dec 2011 02:50 PM PST

"Representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) comemoram a aprovação, nesta terça-feira (7), do projeto de lei que destina 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal às áreas de educação e de ciência e tecnologia. A proposta, de autoria do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) foi votada na Comissão de Educação do Senado, que aprovou por unanimidade, a matéria.

Vermelho

O projeto visa subsidiar novas fontes de financiamento para a educação, especialmente no momento em que o Legislativo discute o Plano Nacional da Educação (PNE) para o período 2011-2020, sem onerar o contribuinte.

"A questão do financiamento é parte central do debate sobre o Plano. Não há quem discorde sobre a necessidade de ampliar o financiamento da educação, e para isso, será necessária a busca de novas fontes para garantir, não só acesso da população à educação pública, como também acelerar a melhoria da qualidade, em todos os níveis, passando da educação infantil e o ensino básico à pós-graduação", ressaltou Inácio Arruda (Na foto, à esquerda).

"Entendendo que o investimento na educação é o principal caminho para superar problemas históricos no Brasil", disse o senador, destacando a presença da UNE e UBES em manifestações em Brasília esta semana. As entidade reúnem centenas de estudantes no #OcupeBrasília. O movimento acontece na Esplanada dos Ministérios, entre os dias 6 e 12 de dezembro.

Para o presidente da UNE, Daniel Iliescu, a aprovação da matéria contribui com a luta dos estudantes em defesa a defesa dos 10% como mínimo necessário para superar os grandes problemas que existem na educação no Brasil. "Este é um consenso construído há algumas décadas no movimento social e amplamente defendido pela UNE", explica."
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Posted: 06 Dec 2011 02:36 PM PST



"A presidente Dilma Rousseff se reuniu na tarde desta terça-feira com seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Transamérica, em São Paulo. Como se tratou de um assunto privado, o encontro não estava previsto na agenda oficial da presidente. Pelo mesmo motivo, Presidência e Instituto Cidadania não tinham informações sobre o que ambos conversaram.

Além dos dois, foram ao hotel o ministro da Fazenda, Guido Mantega; a ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas; e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Mais tarde, por volta das 19h30, chegaram ao hotel o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o secretário de Segurança do mesmo Estado, José Beltrame. "Vou dar um abraço nele (Lula)", disse Cabral.

Dilma chegou durante a tarde à capital paulista para participar da cerimônia de entrega do prêmio Os Brasileiros do Ano 2011, promovido pela IstoÉ à noite. Mais tarde, deve regressar a Brasília. Já Lula luta contra um câncer diagnosticado na laringe e realiza tratamento aos cuidados do Hospital Sírio-Libanês."
Foto: Instituto Cidadania/Divulgação


Posted: 06 Dec 2011 02:32 PM PST

Kelly Oliveira, Agência Brasil

"O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, considera que os fundamentos sólidos e o mercado interno robusto são um diferencial da economia brasileira e sugerem perspectivas favoráveis para a atividade, mesmo diante do complexo ambiente internacional. A afirmação foi feita por meio de nota, divulgada pelo BC, depois de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que a economia brasileira não cresceu no terceiro trimestre deste ano, em relação ao período anterior.

Em valores correntes, o PIB somou R$ 1,05 trilhão. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 2,1%. A expansão acumulada no ano chega a 3,2%. Já no acumulado de 12 meses, o PIB cresceu 3,7%.

Na avaliação de Tombini, "apesar da estabilidade verificada no terceiro trimestre de 2011, o crescimento de 3,7% do PIB nos últimos quatro trimestres confirma que a economia brasileira se encontra em um ciclo sustentado de expansão, compatível com o equilíbrio interno e externo e consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012". O centro da meta de inflação é 4,5%.

Tombini destacou ainda que "a demanda doméstica continua sendo o principal suporte da economia, com o consumo das famílias registrando crescimento de 5,4% nos últimos quatro trimestres, desempenho que tem sido impulsionado pela expansão moderada do crédito às famílias, pela geração de empregos e de renda".

"A Formação Bruta de Capital Fixo, uma boa medida do investimento, cresceu 7% na mesma base de comparação, indicando confiança nas perspectivas para a economia brasileira nos próximos anos", acrescentou."


Posted: 06 Dec 2011 08:23 AM PST



Posted: 06 Dec 2011 08:21 AM PST

"Uma reportagem do diário britânico Financial Times afirma que a presidente Dilma Rousseff, embora continue popular, "vai torcer por menos escândalos (de corrupção em seu gabinete) em 2012".


Em um texto tendo como ponto de partida a queda do ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi, o jornal financeiro afirma que mesmo este episódio – a demissão do 6º ministro por causa de escândalos de corrupção – não atingiu a popularidade da presidente.

Entretanto, analistas ouvidos na reportagem se mostraram céticos quanto à capacidade de Dilma de "fazer a faxina" em um "sistema construído sobre o clientelismo partidário".

"Analistas dizem que parto do problema é o sistema de clientelismo herdado pelo seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, no qual ele aumentou o número de ministros para servir a coalizão de governo", escreve o autor da reportagem.

"Mas outros acreditam que a governança (do Brasil) está melhorando. A vigilância de ministros e outras instituições do governo por parte da polícia federal, a imprensa, procuradores públicos independentes e outros está levando a um acompanhamento maior dos seus departamentos", afirma o FT.

"Além disso, as novas classes médias do Brasil estão se tornando mais reivindicadoras."

Para o jornal, até agora a imagem de Dilma Rousseff tem escapado. "Mas o teste virá no ano que vem, com a economia em desaquecimento e eleições municipais à vista."


Posted: 06 Dec 2011 08:12 AM PST

Redação, PortalIMPRENSA

"O Governo Federal é um dos patrocinadores do 1° Congresso dos Diários do Interior do Brasil, evento que discutirá novas formas para aferição de circulação de jornais, publicidade oficial e a diminuição de taxas para adesão ao Instituto de Verificação de Circulação (IVC), informa a Folha de S.Paulo.

Além do apoio do governo - que bancou R$ 220 mil dos R$ 500 mil para a organização do evento - os Correios, a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e o Banco do Brasil também contribuíram para o congresso.

Nesta primeira edição, o objetivo é discutir parâmetros objetivos para distribuição da verba federal de publicidade para jornais de menor tiragem. Atualmente, a Secretaria de Comunicação anuncia em mil diários, porém, apenas 100 deles fazem parte do IVC.

Será discutida a diminuição da taxa para adesão ao instituto - a pedido do governo, a proposta é reduzir de R$ 8 mil para R$ 1,6 mil - a fim de reunir mais publicações com faturamento de até  R$ 2,4 milhões anuais e circulação abaixo de cinco mil exemplares. O IVC apresentará um "produto" para verificação da tiragem destes jornais a representantes de 112 jornais.

Caso a proposta seja aceita, o instituto poderá quantificar a circulação de jornais do interior durante as eleições municipais."


Posted: 06 Dec 2011 07:59 AM PST

Zulu Araújo, Terra Magazine

"Por mais que tenhamos razão em exigir maior velocidade, amplitude e efetividade na implantação e implementação de políticas públicas de igualdade racial no Brasil, não podemos negar os avanços obtidos na última década, e em particular no período do governo do presidente Lula. O reconhecimento destes avanços é fundamental, até mesmo para que possamos avaliar os seus impactos, corrigir os seus erros e formular corretamente as estratégias de consolidação destas conquistas, transformando-as em políticas de Estado infensas ao bom ou mau humor do governante de plantão. Do mesmo modo, vale este raciocínio para a formulação de novas táticas e estratégias que nos levem a novas conquistas na luta pela promoção da igualdade racial em nosso país.

Para evitar que caiamos no famoso ditado popular que afirma: "brasileiro tem memória curta" vale a pena elencarmos algumas destas importantes vitórias que caracterizam o que chamamos aqui de novos tempos. Em primeiro lugar a política de cotas para o ensino superior. Em que pese a avassaladora campanha contrária realizada pelos grandes órgãos da mídia nacional, esta política é de um sucesso quase que pleno, não fosse ainda, a dificuldade que muitos cotistas possuem em manter-se na universidade. Mas, ainda assim os números são impressionantes. Só nas universidades públicas brasileiras (que já somam mais de 140 com sistemas de cotas) temos mais 110 mil estudantes cotistas, se juntarmos a estes os que entram pelo ProUni nas instituições privadas, chegaremos a mais de 400 mil estudantes afro brasileiros no ensino superior. Isto é maior do que todos os estudantes negros que passaram pela universidade no Brasil de 1808 a 2001. Inegavelmente é um fato a ser comemorado, embora os racistas de plantão continuem afirmando que as cotas não vão dar certo."
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Posted: 06 Dec 2011 07:51 AM PST

Luis Nassif, CartaCapital

"Dia desses mantive uma discussão pelo Twitter com um competente jornalista político, dos poucos que dominam os números e as estatísticas sobre opinião pública.

Dizia ele que as medidas tomadas na semana passada – de estímulo ao consumo – visavam as eleições de 2012. Rebati sustentando que o objetivo de toda política econômica é o desenvolvimento com qualidade de vida. É algo que interessa a todos e, justamente por isso, tem reflexos nas eleições. Essa é a riqueza da democracia: governos que não conseguem produzir crescimento e bem estar são substituídos.

Mas qual a razão dessa resistência contra toda forma de estímulo ao crescimento?

Uma delas tem a ver com a sustentabilidade. Muitas vezes, na ânsia de produzir crescimento a qualquer custo, governos costumam tomar medidas inconsistentes, que acabam resultando em inflação. Na literatura política define-se como populismo medidas que visam trazer bem estar imediato à população, à custa do desarranjo da economia.

O final do Plano Cruzado foi um evento traumático, que marcou a vida do país nas décadas seguintes. A partir daí, qualquer medida que visasse estimular o consumo, qualquer gasto social, qualquer decisão beneficiando o conjunto da população era jogada na vala comum do "populismo".

Mas nas últimas décadas, a paranoia contra o crescimento teve outras razões. A herança do Cruzado foi apenas o álibi."
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Posted: 06 Dec 2011 07:43 AM PST

Estadão.com.br / Agência Estado

"Ministro da Cultura de Lula de 2003 a 2008, Gilberto Gil disse que Dilma Rousseff "está indo muito bem, respondendo às questões da economia, às questões permanentes de malfeitos e corrupção. Que bom (que os ministros suspeitos foram afastados)! Pior é se não tivessem sido afastados", avaliou o compositor.

Ontem, em entrevista, em sua produtora, no Rio de Janeiro, por ocasião do lançamento de seu acervo digital, ele falou de sua percepção da atual gestão federal. "Eu gosto do governo Dilma. Não parti de posição desconfiada, porque trabalhei com ela por seis anos. Eu na Cultura e ela, na Casa Civil e nas Minas e Energia. Eu sabia da capacidade dela".

Gil acompanha o governo Dilma e o desempenho de sua sucessora na pasta da Cultura, Ana de Hollanda, em particular, pelo noticiário, sem dar declarações que possam soar intrometidas. De personalidade conciliadora, o músico preferiu se manter de fora das polêmicas que se sucederam na Pasta neste primeiro ano - da reforma da Lei dos Direitos Autorais à aprovação controversa de projetos na Lei Rouanet, passando pelas diárias recebidas (e devolvidas) pela ministra por dias de folga. Ele considera que Ana, que pode deixar o cargo na reforma ministerial de janeiro, está se saindo até agora "dentro da média da avaliação geral do governo da Dilma".
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Posted: 06 Dec 2011 07:26 AM PST

"Ex-ministro defende central alternativa de conteúdo como forma de ampliar a distribuição democrática da informação

Anselmo Massad, Rede Brasil Atual

"O jornalista e ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) Franklin Martins defende a necessidade de a blogosfera avançar na produção de reportagens. Ele acredita na retomada do que ele chama de "período heróico do jornalismo" com a ampliação do papel da internet como fonte de informação pela sociedade

Franklin, que ocupou o cargo no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez um discurso assumidamente otimista sobre o horizonte da comunicação no país. Ele participou do seminário "Mercado Futuro de Comunicação", organizado pela Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom) em São Paulo, nesta segunda-feira (5). O evento é voltado a discutir as oportunidades do setor nos próximos anos, especialmente para pequenas e microempresas.

Falando a um público de editores de publicações alternativas, produzidas fora de conglomerados de mídia, o jornalista defendeu a necessidade de se evitar o estigma da segmentação. "Ser alternativa não é segmento, é fazer jornalismo alternativo, de grande qualidade onde o espaço público prevaleça sobre o privado", definiu.

A blogosfera, avaliou, embora cumpra uma importante função de "grilo falante" da imprensa, como Martins se acostumou a defender, "não conseguiu avançar na reportagem". A maior parte da produção vai no sentido de qualificar ou desqualificar o conteúdo publicado pela velha mídia, o que foi importante para revelar a verdade em episódios como o plágio de um artigo do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) em maio de 2010, e o que ficou conhecido como o "caso da bolinha de papel" atirada em José Serra (PSDB) durante a campanha eleitoral do ano passado."
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Posted: 06 Dec 2011 07:17 AM PST

Agência Brasil

"Sem uma posição definida sobre a votação da Emenda 29, que repassa mais recursos para a área da saúde, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse há pouco que pedirá a retirada da urgência da matéria. Com isso, não será fechado acordo com a oposição para condicionar a votação da Emenda 29 à aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU) até dezembro de 2015.

"Não haverá acordo. Vamos votar [a DRU] com a maioria", disse Jucá à Agência Brasil. Na semana passada, o governo prometeu apresentar até esta sexta-feira uma proposta que viabilizasse a votação da Emenda 29. Contudo, segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PB), o Executivo, diante da ameaça do agravamento da crise internacional, não poderia vincular 10% de suas receitas a um setor específico.

"O governo considera que correr o risco de termos uma vinculação de 10% dos recursos brutos da União para uma área específica poderia tirar da mão do governo um instrumento importante para enfrentar a crise. Vamos retirar a urgência da Emenda 29, vamos abrir um debate sobre o financiamento da saúde para termos uma solução definitiva", disse Costa."
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Posted: 06 Dec 2011 07:02 AM PST

Folha.com

"Os juros maiores em vigor até agosto e o agravamento da crise global ditaram os rumos da economia brasileira no terceiro trimestre, período no qual o PIB (Produto Interno Bruto) ficou estagnado frente ao segundo trimestre, na comparação livre de influências sazonais, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística).

O PIB, em valores correntes, chegou a R$ 1,05 trilhão no período.

Na comparação com terceiro trimestre de 2010, porém, a economia cresceu 2,1%.

Com o resultado, o PIB do país acumula alta de 3,2% nos três primeiros trimestres do ano e de 3,7% nos últimos 12 meses (quatro trimestres).

Setor mais sujeito a oscilações e com maior conexão com o exterior, a indústria sofreu mais o baque da crise e registrou queda de 0,9% na comparação com o segundo trimestre. Já o setor de serviços teve queda de 0,3%, e agropecuária subiu 3,2%.

O consumo das famílias, por sua vez, caiu pela primeira vez desde o quarto trimestre de 2008, segundo a economista do IBGE, Rebeca Palis. "O índice cedeu 0,1% na comparação de um trimestre para outro, mas cresceu 2,8% na comparação anual (contra o terceiro trimestre de 2010) e acumula no ano alta de 4,8%", relata Rebeca.

Os investimentos (medidos pela formação bruta de capital fixo), por sua vez, caíram 0,2% na esteira da menor confiança de empresários diante da crise. Já o consumo do governo registro queda de 0,7%."
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