terça-feira, 19 de agosto de 2014

ViaEmail: BRASIL! BRASIL!: As eleições e a mídia

BRASIL! BRASIL!



Uma explicação para a postura imperial de William Bonner diante de candidatos

Posted: 19 Aug 2014 05:06 AM PDT


Luiz Carlos Azenha, viomundo

"Trata-se de um simulacro de jornalismo, que nem original é. Nos Estados Unidos, muitos âncoras se promoveram com agressividade em suposta defesa do "interesse público". Eu friso o "suposta". Lembro-me de um, da CNN, que fez fama atacando a invasão do país por imigrantes ilegais. Hoje muitos âncoras do jornalismo policial fazem o mesmo estilo, como se representassem a sociedade contra o crime.

William Bonner está assumindo o papel de garoto-propaganda da criminalização da política. Ao criminalizar a política, fazendo dela algo sujo e com o qual não devemos lidar, ganham as grandes corporações midiáticas.
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Dilma no Jornal Nacional

Posted: 19 Aug 2014 04:47 AM PDT


, DCM

"Dilma foi melhor no Jornal Nacional do que tinha sido na sabatina do UOL.

Eduardo Campos, num de seus últimos pronunciamentos, disse que a cada entrevista você vai melhorando, como se estivesse treinando futebol.

Foi uma boa imagem, e isso explica pelo menos em parte o avanço de Dilma no JN em relação ao UOL.

Ela foi também beneficiada por uma coisa: a previsibilidade das perguntas. E então pôde se preparar adequadamente.

O foco da sabatina, como era de imaginar, foi corrupção e economia, com um breve intervalo em saúde.

Na corrupção, o que se viu foi como um braço de ferro entre Bonner e Dilma, no qual ela se saiu melhor.
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Dilma demite Bonner

Posted: 18 Aug 2014 06:01 PM PDT

"Dilma: "esse teu dedo indicador só assusta a Fátima !"
 
Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada


O Bonner achou que a Dilma era o Aécio ou o Eduardo e ia empurrar a Dilma contra a parede no debate de 15′ no jn.

Deu-se mal.

Numa televisão séria, Bonner teria voltado para o Rio sem emprego.

Dilma não se deixou emparedar e assumiu o controle de todas as respostas.

Empurrou a questão da corrupção pela goela abaixo dos tucanos – que sobrevivem no jn.

Lula e ela estruturaram o combate à corrupção. Deram autonomia à PF e ao MP.

No Governo dela e de Lula não tinha um Engavetador Geral da República.

A Controladoria Geral da União se tornou um orgão forte no combate ao malfeito.
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As eleições e a mídia

Posted: 18 Aug 2014 04:55 PM PDT

Está mais que na hora de discutir a interferência da mídia no processo eleitoral. Na imagem, a entrevista de Aécio Neves no Jornal Nacional
"A influência dos meios de comunicação vai além da produção de noticiário. Eles contratam as pesquisas e organizam os debates 

Marcos Coimbra, CartaCapital

Na próxima terça 19, com o início da propaganda eleitoral na televisão e no rádio, entraremos na etapa final da mais longa eleição de nossa história.

Começou em 2011 e nossa vida política gira em torno dela desde então.
A batalha da sucessão de Dilma Rousseff foi iniciada quando cessou o curto período de lua de mel com as oposições, no primeiro ano de governo. Talvez em razão do vexame protagonizado por José Serra na campanha, o antipetismo andava em baixa. 

Durou pouco. Na entrada de 2012, o clima político deteriorou-se. As oposições perceberam que, se não fizessem nada, marchariam para nova derrota na eleição deste ano. Ao analisar as pesquisas de avaliação do governo e notar que Dilma batia recordes de popularidade a cada mês, notaram ser elevadas as possibilidades de o PT chegar aos 16 anos no poder. E particularmente odiosa. Serem derrotadas outra vez por Dilma doía mais do que perder para Lula. 
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Charge do Bessinha

Posted: 18 Aug 2014 04:47 PM PDT


Denegrir e propagar o pessimismo para derrotar o adversário

Posted: 18 Aug 2014 04:45 PM PDT


"Diante do cenário externo da situação global da economia, o desenvolvimento brasileiro não é dos piores. Por esta razão, é difícil entender o comportamento dos analistas econômicos brasileiros em geral

Marilza de Melo Foucher, Brasil 247

A situação econômica no Brasil logicamente não é da mais brilhante neste ano eleitoral, todavia, analisar somente a utilização de um único dado econômico, por exemplo, a baixa da taxa de crescimento do PIB, não reflete a realidade global de um país. O PIB é um indicador econômico controverso, ele mede a renda, mas não a sua distribuição, o crescimento, mas não a sua destruição, e não leva em conta fatores como a coesão social e o meio ambiente. Um país pode crescer economicamente e manter o nível de desigualdade na distribuição de riquezas e de acesso ao bem comum. O desenvolvimento de um país deve conciliar a inclusão social com a estabilidade econômica e a proteção ambiental. Devemos ver a economia como uma visão macroeconômica para o desenvolvimento inclusivo. Uma economia deve estar em harmonia com a sociedade e o mundo em que vivemos. Uma política econômica deve impulsionar o crescimento de forma sustentável, mais ecológica, capaz de criar postos de trabalho, capaz de reduzir a pobreza, e repartir melhor suas riquezas. Nesse sentido, o Brasil prosperou com relação a muitos países, pois, apesar de um contexto mundial difícil, o Brasil continuou criando empregos e tendo uma melhor inclusão social. Em todo o período Lula-Dilma, até maio de 2014, o Brasil gerou 20,4 milhões de novos empregos. Um dado ilustrativo é que de 2003 até hoje, a renda do trabalhador cresceu 70% acima da inflação.

O Bolsa Família, tão criticado pelos articulistas econômicos e pela oposição, é um programa citado como exemplo de política pública que tem combatido a pobreza com efetividade. "Constitui um piso de proteção social", como afirmou Jorge Chedieki, chefe do escritório do PNUD em Brasília.
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Marina é problema de Aécio, não de Dilma

Posted: 18 Aug 2014 04:16 PM PDT

Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

Pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial recém-divulgada traz más notícias, sim, mas não para Dilma. Quem se deu mal com a reviravolta no quadro eleitoral foi Aécio Neves e até os "nanicos", que já chegaram a somar 9 pontos percentuais e agora somam 5.

Para este Blog, nenhuma surpresa. No começo da tarde de sábado, este que escreve já avisava, via Twitter, o que o Datafolha mostraria.


Antes de prosseguir, vale comentar "análise" de Elio Gaspari que a mídia "bombou". O resultado do Datafolha mostra como esses "colunistas" não escrevem análises, mas torcidas.

O título do texto de Gaspari basta para esclarecer do que se trata: "Aécio atingido é dúvida, mas dano a Dilma na eleição é certeza". O título perdurou durante toda a tarde de domingo na home do UOL, com o exato teor acima.
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Criação de empregos formais cresceu 3,14% no ano passado

Posted: 18 Aug 2014 03:52 PM PDT


Aline Leal, Agência Brasil

"Dados divulgados hoje (18) na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram que o número de empregos formais cresceu 3,14% no ano passado em relação a 2012. Segundo a Rais, em 2013, foram criados 1,49 milhão de novos postos de trabalho formais.

O resultado está acima do do ano anterior, quando o incremento ficou em 2,48%, o que correspondeu a 1,148 milhão de empregos estatutários e celetistas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) mostram que 2013 foi o ano com menor taxa de desemprego, 5,4%.
O aumento no número de postos formais de trabalho foi puxado pelo crescimento de 4,85% na criação de vagas de estatutários, o equivalente a mais 414,7 mil empregos. Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, esse aumento é devido à troca de servidores municipais, com a posse dos novos prefeitos, em 2013.

Porém, quando se trata de empregos celetistas, houve desaceleração. Entre 2012 e 2013, o incremento foi 2,76%, equivalente a 1,301 milhão de empregos. Enquanto isso, em 2012, com relação a 2011, houve aumento foi 3,46%. "Houve desaceleração em função do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país], mas não há nenhuma sinalização de que nós vamos deixar de continuar gerando positivamente emprego no Brasil", avaliou o ministro.

O montante de vínculos empregatícios no último dia de 2013 no país atingiu 48,948 milhões, ante 47,459 milhões do ano anterior."

Marina e o mito da terceira via

Posted: 18 Aug 2014 03:24 PM PDT


Paulo Moreira Leite, Blog: Paulo Moreira Leite

"Enquanto Marina Silva caminha para sua segunda candidatura presidencial, a ser oficializada pelo PSB nos próximos dias, seus aliados fazem o possível para apresentá-la como concorrente da chamada terceira via.

Imaginar que Marina Silva pode ser enfeitada com características que envolvem uma concepção peculiar de luta política, um método de alcançar seus objetivos — e não apenas traços de personalidade — pode até ajudar o esforço de quem procura transformar a ex-ministra do Meio Ambiente em herdeira natural de Eduardo Campos, político conhecido pela capacidade de agregar e somar.

Mas também ajuda a alimentar uma ilusão, apoiada mais em aparência do que em consistência. Para ser uma verdadeira "terceira" opção entre dois pólos, seria preciso imaginar Marina numa posição equidistante entre PT e PSDB. É claro que isso está longe de acontecer. Com ela, o PSB pode até pegar o lugar de Aécio Neves num eventual segundo turno mas estará cada vez mais perto do PSDB. Não temos três vias. Mas 2 vias contra 1.
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Folha aclama retorno "reconfortante" de Marina

Posted: 18 Aug 2014 06:38 AM PDT


"Segundo jornal de Otávio Frias, a recandidatura da ex-senadora Marina Silva, que herdou vaga de Eduardo Campos à Presidência, "é reconfortante por representar uma parcela importante no espectro das opiniões e amplia o leque de escolhas viáveis à disposição do eleitor"; ressalta, no entanto, que ela terá de bater o tucano Aécio Neves, que "está enraizado no coração demográfico e econômico do país"; os dois aparecem em empate técnico no primeiro turno segundo Datafolha

Brasil 247

A "Folha de S. Paulo" saúda a volta de Marina Silva para a disputa à Presidência, com desempenho de 21% das intenções de voto no Datafolha. Segundo o jornal de Otavio Frias, seu nome parece o mais identificável com o desejo de mudança. Leia:

O retorno de Marina

Sagrada candidata pelo desastre, a ex-senadora aparece com vantagem sobre a presidente Dilma, mas antes teria de bater Aécio
O súbito desaparecimento de Eduardo Campos exerce o efeito que se antevia sobre a corrida presidencial. Pesquisa Datafolha publicada nesta edição mostra que Marina Silva, sua vice e agora substituta pelo PSB, faz quase triplicarem as intenções de voto na chapa.
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O que resta à direita latino-americana

Posted: 18 Aug 2014 06:20 AM PDT

A direita associada a meios de comunicação consegue desgastar,  mas não vencer eleitoralmente, os governos progressistas. Faltam-lhe plataforma, líderes e bases de apoio além dos decadentes setores das classes médias
"Na falta de projetos, ela se refugia em setores da mídia para formar cadeias que resistem a transformações democráticas

Emir Sader, RBA

A direita latino-americana já teve várias fisionomias: economias primário-exportadoras e regimes políticos oligárquicos, ditaduras e governos neoliberais. Nenhuma parece suficientemente atraente para fazê-la voltar ao governo onde deixou de sê-lo. O modelo primário exportador sofreu golpe mortal com a crise de 1929. As ditaduras serviram para brecar avanços políticos das esquerdas surgidas ou fortalecidas na reação àquela crise.

O projeto neoliberal parecia ser a boia de salvação das forças mais retrógradas das sociedades latino-americanas, permitindo que a direita trocasse de roupa, aparecendo como força "modernizadora". Contra um Estado qualificado como parasitário, pela livre circulação dos capitais que supostamente permitiria reativar economias e promover o mercado e o grande empresariado como os agentes mais dinâmicos da sociedade, surgia uma "nova direita".
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Francisco Almeida 




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