segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Aprovação ao governo Dilma sobe 6 pontos

BRASIL! BRASIL!



Charge do Bessinha

Posted: 18 Aug 2014 04:17 AM PDT


Aprovação ao governo Dilma sobe 6 pontos

Posted: 18 Aug 2014 04:16 AM PDT


"Segundo pesquisa Datafolha, 38% classificam a administração da presidente Dilma Rousseff como boa ou ótima; após a Copa do Mundo, porcentagem era de 32%; reprovação diminuiu também seis pontos: para 23%, governo é ruim ou péssimo; 38% consideram gestão regular; a região do Norte passou o Nordeste como área de maior aprovação ao governo; melhora na avaliação é sentida em todos os segmentos do eleitorado, com exceção do grupo dos mais ricos, que oscilou 1% para baixo

Brasil 247

 De acordo com pesquisa Datafolha desta segunda-feira, a taxa de aprovação do governo Dilma Rousseff teve alta de seis pontos percentuais no intervalo de um mês. A reprovação diminuiu também seis pontos.

Após a Copa do Mundo, 32% dos eleitores consideravam a administração da presidente petista como boa ou ótima. Agora são 38% - índice mais alto desde abril.

No mesmo período, a porcentagem dos que classificavam o governo como ruim ou péssimo foi de 29% para 23%.

Para 38%, o governo Dilma é regular, o mesmo número apurado no mês passado.

Melhora na avaliação é sentida em todos os segmentos do eleitorado, com exceção dos mais ricos, que representam apenas 4% da amostra e oscilaram um ponto para baixo (de 25% para 24%).

O Norte passou o Nordeste como área de maior aprovação ao governo (leia mais)."

Bay Bay Aécio Neves (Datafolha): Dilma 36%; Marina 21%; Aécio 20%

Posted: 18 Aug 2014 04:12 AM PDT


"A ex-senadora Marina Silva apareceu em empate técnico na corrida presidencial com Aécio Neves (PSDB) no primeiro turno e com Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, nas duas situações à frente dos adversários dentro da margem de erro, mostrou a primeira pesquisa eleitoral após a trágica morte do candidato Eduardo Campos (PSB).

Cesar Bianconi, Reuters
 
Segundo o Datafolha, Marina, que deve ser confirmada candidata do PSB à Presidência da República nesta semana, aparece na disputa com 21 por cento das intenções de voto, acima dos 20 por cento de Aécio e atrás de Dilma, com 36 por cento.

Já na simulação de segundo turno, Marina fica numericamente à frente de Dilma, com 47 por cento das intenções de voto contra 43 por cento da presidente que busca a reeleição.

No primeiro turno contra Aécio e no segundo contra Dilma, trata-se de uma situação de empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com o Datafolha, em um segundo turno entre Dilma e Aécio, a presidente venceria por 47 por cento a 39 por cento, o que representa uma vantagem da petista sobre a sondagem anterior em julho, que mostrava 44 por cento a 40 por cento, com empate técnico naquela ocasião dentro da margem de erro.

Os números do Datafolha afastam a hipótese de conclusão da eleição presidencial no primeiro turno, porque Marina tem quase três vezes as intenções de voto de Campos, que aparecia com 8 por cento, com a ex-senadora atraindo eleitores que antes se diziam sem candidato.
O presidenciável do PSB morreu na última quarta-feira, dia 13, em um acidente de avião no litoral de São Paulo. A morte repentina de Campos colocou Marina, sua vice na chapa, como nome natural a assumir a candidatura pelo PSB.

A entrada da ex-senadora na corrida presidencial não tira votos dos dois principais adversários: Dilma aparecia com os mesmos 36 por cento e Aécio com 20 por cento na pesquisa anterior feita pelo Datafolha.
As intenções de voto nulo ou em branco caíram de 13 por cento na pesquisa anterior para 8 por cento, enquanto os indecisos recuaram de 14 por cento para 9 por cento agora, disse o Datafolha.

O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios em 14 e 15 de agosto. Números da pesquisa foram disponibilizados em reportagem no site do jornal Folha de S. Paulo na madrugada desta segunda-feira.

Imagens valem mais do que mil palavras!

Posted: 17 Aug 2014 04:49 PM PDT

Marina:



Lula:


A morte e a morte de Eduardo Campos: uma análise política da mídia

Posted: 17 Aug 2014 04:34 PM PDT


"A capa de O Globo do dia 15 de agosto de 2014 contém um resumo da postura da grande mídia brasileira perante a cobertura das eleições. 

João Feres Junior, Carta Capital

Uma capa de jornal pode conter muita coisa. A capa de O Globo do dia 15 de agosto de 2014 contém um resumo da postura da grande mídia perante a cobertura das eleições e, ao mesmo tempo, a encruzilhada onde se encontra.
Eduardo Campos morreu repentina e tragicamente no dia 13 de agosto. No dia seguinte, os três maiores jornais brasileiros, Folha de S. Paulo, O Globo e Estado de S. Paulo publicaram farta cobertura da tragédia, explorando seus aspectos pessoais, familiares e políticos. Em 15 de agosto O Globo estampou em sua manchete: PT pressiona para rachar o PSB de Eduardo Campos. Dois subtítulos se seguem às letras garrafais da manchete: "Lula e Dilma telefonaram para o presidente do partido, ligado a petistas" e "Marina Silva, porém, é a preferida de parte dos socialistas e de aliados que compõem a coligação...".

Essa chamada de capa conduz a uma matéria na página 3 onde se lê em letras garrafais, maiores do que as da manchete da capa: "PT tenta dividir PSB". O texto da reportagem, assinada por Julianna Granjeia, é repleto de insinuações de que o PT e Lula tenham agido de maneira moralmente condenável, desrespeitando o luto pela morte de Campos. O resto da matéria tem um claro sentido de mostrar que Marina conta com maior apoio tanto dentro do PSB como entre os aliados, inclusive com um subtítulo cândido como esse: "Líderes: ex-senadora está diferente".

Destaque para comentário de Roberto Freire, líder do PPS, aliado histórico de Serra e do PSDB, que miraculosamente bandeou-se para a candidatura do PSB: "queremos que tenha segundo turno". 
Matéria Completa, ::AQUI::

Funeral vira comício: "fora Dilma, agora é Marina"

Posted: 17 Aug 2014 04:15 PM PDT


"As cerimônias fúnebres para homenagear o ex-governador Eduardo Campos, falecido em um acidente aéreo na última quarta-feira 13, terminaram como ato político em torno das candidaturas de Marina Silva, que ocupava a vaga de vice na chapa de Campos, e de Paulo Câmara, candidato socialista ao governo de Pernambuco; do lado de fora, militantes gritavam: "Fora Dilma, agora é Marina"; no carro do corpo de bombeiros, além dos familiares de Campos, estavam os candidatos Marina e Paulo Câmara

Paulo Emílio, Pernambuco 247 / Brasil 247

As cerimônias fúnebres para homenagear o ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB) e seus assessores, falecidos em um acidente aéreo na última quarta-feira (13), em Santos, litoral paulista, acabaram por virar um ato político em torno das candidaturas de Marina Silva, que ocupava a vaga de vice na chapa de Campos, e de Paulo Câmara, candidato socialista ao Governo do Estado. A missa campal em homenagem às vítimas, celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, foi acompanhada por cera de 100 mil pessoas, segundo o Governo do Estado.

As manifestações políticas começaram logo no início da manhã. Muitos populares presentes ao velório, realizado em frente ao Palácio do Campo das Princesas, gritavam palavras de ordem a todo instante. "Eduardo guerreiro do povo brasileiro" foi o bordão mais utilizado pelos populares presentes ao local da cerimônia. Com políticos das mais diversas correntes ideológicas e de vários partidos, aliados ou não ao PSB, a cerimônia religiosa teve início nomeio da manhã.
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Cenas de um velório: Lula chora, Marina sorri

Posted: 17 Aug 2014 01:14 PM PDT


"Imagens captadas no velório de Eduardo Campos revelam uma Marina Silva mais leve do que sugeria o discurso oficial da candidata, que se dizia mais abalada do que a própria viúva Renata Campos; numa das fotos, ela se debruça sobre o catre e um assessor sorri ao seu lado; diferentemente, o ex-presidente Lula caiu aos prantos ao abraçar a viúva Renata e segurar no colo o recém-nascido Miguel, quinto filho do ex-governador pernambucano

Brasil 247Pernambuco 247

Imagens captadas por fotógrafos no velório de Eduardo Campos, realizado neste domingo, no Recife, revelam uma Marina Silva mais leve do que sugeria seu discurso oficial - nos últimos dias, interlocutores vazaram a informação de que ela teria ficado mais abalada do que a própria viúva Renata Campos, que teria tido a capacidade de confortá-la.
 
Em algumas cenas, Marina parece leve e até esboça sorrisos. Numa das das imagens, ela se debruça sobre o féretro de Eduardo Campos e um assessor, ao seu lado, sorri.

De maneira distinta, o ex-presidente Lula não conseguiu conter sua emoção. Caiu em prantos ao abraçar a viúva Renata e os filhos de Eduardo Campos. Em entrevista à Globonews, o irmão do ex-governador, Antônio Campos, ressaltou a amizade entre as duas famílias. "Estive com o presidente Lula e falamos que, acima das diferenças políticas e eleitorais, momentâneas, existe a forte amizade que une nossas famílias", afirmou.
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Charge do Bessinha

Posted: 17 Aug 2014 06:17 AM PDT


A máquina abandonou Aécio?

Posted: 17 Aug 2014 06:09 AM PDT


Fernando Brito, Tijolaço 

"Há um surdo desespero  na campanha do PSDB.

Assistem, sem outra reação que não a do sinceríssimo Reinaldo Azevedo, o movimento da imensa máquina de propaganda da mídia em favor de Marina Silva, tranformada em mater dolorosa de Eduardo Campos, com quem – todos sabem – mantinha uma relação de convivência eleitoral, ao ponto de, mês e meio atrás, ter mandando divulgar nota dizendo que a aliança PSB-Rede tinha data para acabar.

Agora, porém, tudo mudou.

Eduardo, morto, transformou-se em líder de Marina e ela, muito viva, em “continuadora” de sua trajetória, à qual há apenas 10 meses se juntou.

A família – por ironia o “ponto fraco” que William Bonner e Patrícia Poeta apontavam no candidato, no Jornal Nacional, na véspera de sua morte – agora é erguida como símbolo da virtude de Campos e elevada à condição de foro político onde se decidem os rumos da campanha.
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Datafolha: 46% dos paulistanos tiveram interrupção de água em casa no último mês

Posted: 17 Aug 2014 05:54 AM PDT

Apesar de 99% dos pesquisados saberem da escassez, nível de informação ainda não afetou intenções de voto em Alckmin
"Dado relevante indica que a crise de escassez é conhecida por 99% da população do estado

RBA

Pesquisa divulgada neste sábado (16) pelo instituto Datafolha mostra que 46% dos paulistanos sofreram em casa com a interrupção no fornecimento de água nos últimos 30 dias (28 % afirmaram interrupção por cinco dias ou mais). O percentual aponta crescimento em relação ao levantamento anterior, de maio, quando o número foi de 35%. Os 11 pontos a mais estão fora da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Outro dado relevante indica que a crise de escassez é conhecida por 99% da população do estado, sendo que 57% se dizem bem informados sobre o tema e 34% mais ou menos informados.

Em todo o estado de São Paulo, 28% dos entrevistados disseram que enfrentaram problemas com a falta de água. Em junho, foram 32%, variação dentro da margem de erro. Desde o início de 2014, quando a crise de escassez de água começou, os relatos de corte no fornecimento aumentam a cada mês. As interrupções ocorrem principalmente à noite.

No entanto, de acordo com o Datafolha, é semelhante o percentual de entrevistados que aprova e desaprova a atuação do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na atuação diante da crise. Os que consideram positiva a postura do tucano são 28%, enquanto os que a veem como negativa somam 27%. Alckmin lidera as pesquisas de intenção de voto ao governo estadual, com 55%, o que é suficiente para garantir a reeleição em primeiro turno.

A pesquisa fez 2.045 entrevistas, em 56 municípios do estado, entre 12 e 13 de agosto."

Como Marina muda a disputa

Posted: 17 Aug 2014 05:49 AM PDT

Chega com força
, DCM

"Aos poucos vai ficando mais claro o impacto de Marina nas eleições.
É uma mudança enorme por uma razão básica: sai um candidato fraco e entra um candidato forte.

Perde Dilma e perde Aécio.

A questão é: qual o tamanho da perda de cada um?

Comecemos por Aécio. Ele corre o risco de ser reduzido a um inexpressivo segundo plano diante de Dilma e de Marina.

Aécio pode ocupar o espaço que era de Eduardo Campos: um candidato de baixa relevância.

Se nas primeiras pesquisas Marina aparecer na sua frente, Aécio estará enrascado.
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Francisco Almeida 




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