segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 30 Sep 2012 06:25 PM PDT
"Em 2008, uma paródia feita por Tom Cavalcante decidiu a eleição em favor do atual prefeito Marcio Lacerda. Desta vez, não é humor. É o próprio vice de Lacerda, Délio Malheiros,  quem o ataca virulentamente, dias antes de ingressar na chapa e o vídeo começa a bombar no YouTube. Possibilidade de segundo turno entre Lacerda e Patrus Ananias é crescente

Brasil 247  / Minas 247

Quatro anos depois, um vídeo na web volta a chamar a atenção e pode ser decisivo na eleição para a Prefeitura de Belo Horizonte. O novo material, que traz frases nada abonadoras do deputado Délio Malheiros sobre o atual prefeito Marcio Lacerda (apenas cinco dias antes de o parlamentar aceitar ser o companheiro de chapa de Lacerda), foi postado na tarde da última sexta-feira (28/09). Menos de 48 horas depois, já tem quase 40 mil visualizações no Youtube -- é, até o momento, o maior hit da eleição de BH no Youtube. O fenômeno repete o que ocorreu no pleito de 2008, quando imitações do humorista Tom Cavalcante lembrando a "caipirice" do então adversário de Lacerda (o peemedebista Leonardo Quintão) bombaram no Youtube.

O novo vídeo mostra trechos de entrevista coletiva do então pré-candidato do PV à prefeitura, Délio Malheiros em 29 de junho (clique aqui
http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/67211/ e veja a cobertura que o Minas 247 fez do assunto naquele dia).

Délio, que é deputado estadual, fazia oposição ferrenha ao atual prefeito Marcio Lacerda. Cinco dias depois, ele desistiu da candidatura e aderiu à chapa pela reeleição, como candidato a vice. O ponto mais polêmico, e que tem gerado mais comentários nas redes sociais, é quando Délio denuncia supostas obras "eleitoreiras" de Lacerda. "Pode escrever aí: semana que vem ele vai fazer um buraco na Praça 7 e falar que começou a sondagem para o metrô". Coincidência ou não, o tal buraco de fato foi feito em plena campanha eleitoral, acompanhado de uma placa na qual se lê "execução de sondagens", acompanhada de outra: "O metrô é a solução". Assista abaixo ao vídeo:

O sucesso do vídeo se dá pela contundência das afirmações do deputado do PV, o que causou espanto a muita gente que não conhecia suas posições políticas antes da adesão a Lacerda. Na época da mudança, Délio alegou à imprensa que estava mudando de lado porque o PT teria abandonado a PBH. "Quem estiver contra o PT, conta comigo".

Em 2008, no segundo turno envolvendo Lacerda e o deputado federal Leonardo Quintão (PMDB), um vídeo postado inicialmente na internet também roubou a cena. Daquela vez, era uma ficção, mas o resultado foi bombástico: com milhares de visualizações, todos se divertiam com as imitações do humorista Tom Cavalcante, em paródias que lembravam o jeitão caipiria de Quintão e sua suposta falta de propostas para BH (assista aqui). O assunto é polêmico, mas muita gente acredita que os vídeos do humorista foram fundamentais para convencer o eleitorado da capital mineira a votar em Marcio Lacerda.

Não se sabe o real efeito que o vídeo com Délio Malheiros terá sobre o eleitor -- se é que terá algum. No campo petista, há certo otimismo com o último Datafolha, que mostrou redução na diferença entre Lacerda e Patrus Ananias, e principalmente com as últimas sondagens internas -- uma delas teria mostrado Patrus ligeiramente à frente do candidato à reeleição."

Assista também ao vídeo de Tom Cavalcante:





Posted: 30 Sep 2012 06:04 PM PDT



Posted: 30 Sep 2012 05:46 PM PDT


Rodolpho Motta Lima, Direto da Redação

"Em dois dias da semana que se encerra,  quarta e quinta-feira,  26 e 27.09,  resolvi ficar de olho no Globo, quer dizer, ler com atenção o jornal "O Globo" , suas notícias daqui e do mundo , e,  paralelamente, exercitar um juízo crítico, dividindo agora minha opinião com os leitores. Os tópicos que selecionei continuam atuais e, evidentemente, traem o meu interesse direto nas matérias envolvidas. Outros olhos, com diferente visão do mundo, escolheriam outros destaques ou, quem sabe, analisariam os mesmos fatos de outro modo. Uma prova de que a ideologia não morreu.

SUPREMO SÓ TERÁ NOVO MINISTRO APÓS ELEIÇÕES (26.09) -   Essa foi a manchete do jornal, ao informar que a sabatina do novo ministro  indicado para o STF foi suspensa e só retornará após as eleições.

Comentário: Chega a ser acintosa a torcida para que o julgamento do mensalão se dê antes das eleições, o que parece comprovar os interesses políticos envolvidos. Essa preocupação oportunista  é incompatível com a democracia. É no mínimo discutível a marcação do feito para os dias que antecedem as eleições, em total contradição com a lei eleitoral do país, tão ciosa de coibir atos que configurem propaganda  fora dos ditames legais estabelecidos. Lembrando que o mensalão mineiro é anterior a esse, e que não foi ainda julgado, só resta concluir que o calendário do Supremo, intencionalmente ou não,  acabou por facilitar uma propaganda eleitoral subliminar. 

Em tempo: no dia 27.09, o jornal reproduz  bate-boca entre três magistrados do STF, que revela duas coisas: são humanos como quaisquer outros, nunca deuses; e  conseguem enxergar o mesmo fato de modo totalmente distinto, o que dá para pensar..."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 30 Sep 2012 05:32 PM PDT
Do blog: DoLaDoDeLá


Posted: 30 Sep 2012 04:57 PM PDT


"Existe um traço comum entre a rastejante recuperação norte-americana sob a batuta de Obama, a etapa aguda da crise que a antecedeu - capitaneada por Bush Jr - e, antes ainda, o período de apogeu que originou tudo, composto pelo desmonte regulatório nas mãos de Reagan (1981-1989), seguido da consolidação rentista, sob a batuta do democrata amigo de FHC, Bill Clinton (1993-2001).

Saul Leblon, grabois.org.br

O fio que interliga o enredo é a persistente disseminação da pobreza na maior potencia capitalista da terra, antes, durante e depois do colapso de 2008. A caminho do quinto ano, a crise mantém os pobres no limbo dos renegados; ao contrário do que se viu nos anos 30, subordina seu resgate à salvação das finanças, como criticou a presidenta Dilma Rousseff, na ONU, nesta 3ª feira.

A prioridade ortodoxa justifica jogar novas cargas ao mar e ofusca a questão política central dos dias que correm: turbinado organicamente pelas finanças, o capitalismo atravessou o Rubicão despindo-se de qualquer compromisso com o presente e o futuro da sociedade; nos EUA, bem antes da crise, em pleno ciclo de expansão dos lucros e da produtividade, a engrenagem passou a cuspir regressividade e pobreza, gerando uma massa crescente de renegados. A esses, como sentenciou Mitt Romney, o mercado não tem o que dizer.

Os salários da força de trabalho nos EUA encontram-se em queda ou estagnados, desde 1999. No ano passado a renda média caiu em 18 estados, segundo o censo de 2011, divulgado agora em setembro; no anterior havia recuado em 35 das 50 unidades da federação.

Na ensolarada Califórnia, 335,7 mil pessoas atravessaram a linha pobreza em 2011, elevando o contingente de pobres do estado a 16,6% do total.

Desde 2000, a classe média americana dotada de diploma universitário, não tem reajuste salarial.

Não é um privilégio local. Também na Europa, um número crescente de famílias da chamada classe média vive o pior cenário de aperto financeiro desde a II Grande Guerra. Sem a perspectiva de um novo 'Plano Marshall', começam a afluir em direção aos parlamentos para exigir soberania popular, contra a agenda conservadora que renega os pobres para salvar os bancos.

Relatório recente da OCDE, não propriamente uma trincheira progressista — sugestivamente intitulado "Divididos estamos: porque aumenta a desigualdade--, indica que "a renda média de 10% das pessoas mais ricas equivale a nove vezes a renda dos 10% mais pobres" (nos países que integram a organização)."
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Posted: 30 Sep 2012 09:40 AM PDT
"Renda do capital ainda é renda do capital, assim como renda do trabalho continua sendo renda trabalho. Por mais que a remuneração mensal dos despossuídos tenha evoluído, o conceito de classes sociais e seus conflitos de interesses continuam valendo para a análise do modo capitalista de produção.

Paulo Kliass, Carta Maior

A Presidência da República está colocando em marcha uma delicada operação política, que pode trazer conseqüências perigosas para a análise e a compreensão de nossa realidade social e econômica. Tudo começou com o anúncio, por parte da Secretaria de Assuntos Estratégicas (SAE), do lançamento de um novo programa, considerado prioritário no âmbito do governo. Foi batizado com o nome de "As Vozes da Classe Média".

Em tese, nada demais a chamar atenção, não é mesmo? Afinal, esse tema da classe média tem ocupado as páginas dos grandes jornais de forma crescente, ao longo dos últimos tempos. No entanto, vale a pena chamar a atenção para alguns elementos do entorno desse programa em especial e do simbolismo político envolvido com o fato. O atual titular da SAE é o dirigente do PMDB/RJ, Wellington Moreira Franco, que substituiu o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães desde o início do mandato da Presidenta Dilma. O órgão mais importante de sua pasta, porém, é o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), que era presidido desde 2007 pelo economista Marcio Pochmann, professor da UNICAMP e pesquisador crítico das correntes mais conservadoras dos vários campos das ciências sociais. Sob tais condições, o ministro carioca pouco conseguia influenciar na política interna do instituto.

As mudanças na direção do IPEA: de Pochmann a Neri
Convencido a disputar a prefeitura de Campinas pelo PT, Pochmann pediu demissão do cargo e Dilma optou há poucos dias pela nomeação definitiva de outro economista: Marcelo Neri, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ). Com esse passo, a avaliação reinante nos corredores do poder é que o conservadorismo tem todas as possibilidades de retornar às áreas dirigentes do IPEA. Independentemente de sua competência técnica e suas qualidades profissionais, o novo presidente do órgão representa grupos e correntes ligados à ortodoxia econômica e à ressonância de todo o pensamento neoliberal em solo tupiniquim. Afinal, as posições da FGV são mais do que conhecidas nesse domínio."
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Posted: 30 Sep 2012 08:57 AM PDT
"Como nos desenhos animados da Marvel, o Supremo Tribunal Federal tem dois personagens emblemáticos: o ministro Marco Aurélio Mello, tão sarcástico quanto o Coringa, e o irritadiço Joaquim Barbosa, que tem sido comparado ao justiceiro Batman; nesse embate, é impossível prever um vencedor, mas o Coringa fará de tudo para impedir que Batman assuma a presidência da corte; seu desejo é mandá-lo de volta para a caverna

Brasil 247  / Brasília 247

Brasília, a Gotham City projetada por Oscar Niemeyer, foi salva do crime pelo anjo vingador Joaquim Barbosa. Com sua capa preta, o relator da Ação Penal 470, conhecida como mensalão, foi implacável com os "usurpadores da Nação" e enviou todos a uma penitenciária. Fez tanto sucesso, que passou a ser chamado nas redes sociais de "nosso Batman" – ainda que o super-herói seja um justiceiro fora da lei, e não proriamente um juiz. Não importa. Joaquim Barbosa é, hoje, sucesso de público. E será o fenômeno do Carnaval de 2013, com máscaras sendo vendidas onde houver um trio elétrico ou uma roda de samba.

Nos desenhos animados, Batman jamais teve o reconhecimeto esperado. Como agia fora da lei, era sempre mandado de volta à caverna – e, em alguns casos, acabava até sendo preso, tendo como consolo, apenas, o ombro amigo de Robin. Joaquim Barbosa, no entanto, poderá viver seu grande momento em novembro. O julgamento do mensalão terá terminado, Ayres Britto irá se aposentar e, se a tradição do Supremo Tribunal Federal for segiuda ao pé da letra, ele será o novo presidente da corte, assumindo o comando do Judiciário, um dos três poderes da República.

Ocorre que, assim como nas histórias em quadrinhos, há sempre uma supresa. E o Coringa no caminho de Joaquim Barbosa se chama Marco Aurélio Mello. Conhecido pelo seu sarcasmo e pela fina ironia, Mello foi o primeiro a vocalizar o que muitos pensam, mas não ousam dizer: BatBarbosa não tem equilíbrio emocional para presidir o STF. "Como é que ele vai coordenar o tribunal? Como vai se relacionar com os demais órgãos e demais poderes? Mas vamos esperar. Nada como um dia após o outro", afirmou.

Joaquim Barbosa já demonstrou que não se comporta propriamente como um juiz. Tem pouco apreço pela opinião dos outros e o que vale é apenas a sua própria justiça. Irritadiço, ele tentou constranger o presidente da corte, Ayres Britto, a publicar uma nota contra o ministro Marco Aurélio no site do próprio STF. Eis o que dizia o texto, vetado por Britto:

"Um dos principais obstáculos a ser enfrentado por qualquer pessoa que ocupe a Presidência do Supremo Tribunal Federal tem por nome Marco Aurélio Mello. Para comprová-lo, basta que se consultem alguns dos ocupantes do cargo nos últimos 10 ou 12 anos. O apego ferrenho que tenho às regras de convivência democrática e de justiça me vem não apenas da cultura livresca, mas da experiência concreta da vida cotidiana, da observância empírica da enorme riqueza que o progresso e a modernidade trouxeram à sociedade em que vivemos, especialmente nos espaços verdadeiramente democráticos."
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Posted: 30 Sep 2012 07:29 AM PDT
"Dados apontam que mais de 2,1 milhões de venezuelanos deixaram a pobreza durante seu governo, que será avaliado, mais uma vez nas urnas, no dia 7

Brasil 247

Por que Hugo Chávez deve ser reeleito no próximo dia 7? A resposta está nos 2.131.332 venezuelanos que deixaram a pobreza durante seu governo. Quem afirma é o colunista da Folha de S. Paulo, Clóvis Rossi. Leia:

2.131.332 razões pró-Chávez

Grande redução da pobreza e programas sociais ajudam a explicar o favoritismo do presidente

Há exatamente 2.131.332 razões para acreditar que Hugo Chávez Frías tende a ser re-reeleito presidente da Venezuela no dia 7.

É o número de pessoas que deixaram a pobreza nos 13 anos de reinado desse militar de 58 anos, caudilho por excelência.

Quando Chávez ganhou sua primeira eleição, em 1998, a Venezuela tinha 11.212.273 pessoas em situação de pobreza, das quais 4.523.392 eram extremamente pobres.

Em 2011, os números caíram para 9.080.941 e 2.450.621.

Os que deixaram de ser pobres representam pouco mais de 10% de um eleitorado de quase 19 milhões. É natural que votem em um presidente que faz questão de vincular todas as benesses a ele próprio.

Há outros avanços sociais a respaldar o favoritismo de Chávez, mas ele tomou o cuidado de cobrir-se com uma campanha eleitoral que a oposição reconhece ser "livre", mas não "justa", para usar as palavrinhas mágicas com que a comunidade internacional carimba pleitos civilizados."
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Posted: 30 Sep 2012 07:14 AM PDT
CartaCapital


"Menos de 24 horas depois de fazer duras críticas ao ex-presidente Lula, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) decidiu amenizar os ataques ao petista. Irritado com os comentários feitos pelo candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, segundo quem Aécio deveria "ler mais", Aécio afirmou que o recado de Haddad era para Lula e que o ex-presidente se comportava como um "líder de facção".

Neste sábado 29, Aécio reafirmou a crítica de que Lula faz ataques virulentos quando seus candidatos estão sendo derrotados em alguma disputa eleitoral. De acordo com o senador, o PT não sabe perder e encara a derrota como se "fosse um crime de lesa-pátria". Ainda segundo Aécio, não é "adequado" a um presidente fazer "ataques pessoais" e reivindicar de forma "exclusivista" o "sentimento de solidariedade com os mais pobres".
Matéria Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406

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