sábado, 19 de maio de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 18 May 2012 06:44 PM PDT




Posted: 18 May 2012 06:22 PM PDT


"Colunista Jorgemar Félix relata encontro entre João Roberto Marinho e o vice Michel Temer; em razão disso teria azedado a relação com o PT


O colunista Jorgemar Félix, do portal iG, confirmou a informação postada pelo 247, sobre a pressão exercida pelo empresário João Roberto Marinho sobre o PMDB para evitar a convocação do jornalista Policarpo Júnior, de Veja, pela CPI do Cachoeira. Leia:

O empresário João Roberto Marinho, das Organizações Globo, conversou com o vice-presidente Michel Temer, há poucos dias, sobre a posição do PMDB na votação de requerimentos de convocação de jornalistas ou proprietários de veículos para depor na CPI do Cachoeira.

Marinho deixou bem claro sua discordância, evidente, sob a argumentação de que o fato abriria um precedente perigoso à liberdade de imprensa no país.

Ele disse que esperava que Temer e o PMDB enfrentassem a fúria do PT nesta questão.

Foi o que o PMDB fez. Não unicamente por causa do pedido, mas porque já havia decidido comprar essa briga com seu aliado.

Mas o PT credita tudo à Globo. Inclusive, a mensagem de celular enviada pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) ao governador Sérgio Cabral – flagrada pelo repórter-cinematográfico do SBT – dando conta que "a relação [do PT] com o PMDB vai azedar na CPI" teve exatamente esse pedido de Marinho como maior motivo."


Posted: 18 May 2012 06:15 PM PDT
"Áudio aponta que Policarpo Júnior sabia dos negócios de Cachoeira com a Delta


Do R7

Novos áudios da Operação Monte Carlo que vazaram na internet complicam ainda mais a situação do jornalista da revista Veja Policarpo Júnior, gravado pela Polícia Federal em ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e citado pelo grupo do contraventor em dezenas de diálogos.

A gravação das conversas, publicada pelo site Carta Maior, é de 10 de maio de 2011. Em diferentes trechos, Cachoeira conversa com o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio Abreu, deixando claro que Policarpo sabia da ligação do contraventor com a Delta. Mas, segundo Cachoeira, Policarpo não iria divulgar nada porque a intenção era mostrar outra questão ligada à empresa.

Em um dos trechos, Cachoeira diz que Policarpo não os "colocaria em roubada" e que ele "sabia de tudo" sobre a relação de Cláudio Abreu, a Delta e o bicheiro.

— O Policarpo é o seguinte: ele não alivia nada, mas também não te põe em roubada, entendeu? Eu falei, eu sei, ó: "Inclusive vou te apresentar depois, Policarpo, o Cláudio, eu sou amigo", eu falei que era amigo do cê de infância. E ele: "Então, ele trabalha na sua empresa", falou assim, "vai me contar que você tem ligação com ele". Ele [Policarpo] sabia de tudo. "Eu não vou esconder nada de você não, Policarpo, o Cláudio é meu irmão, rapaz".

O jornalista não teria interesse em publicar essa informação. A intenção dele seria mostrar que o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu havia ajudado a Delta a "entrar em Brasília" durante a gestão do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda.

Policarpo teria ficado sabendo por uma fonte fora do grupo de Cachoeira que houve uma reunião em Itajubá (MG) e estaria atrás de um flagrante da entrega de "dinheiro vivo". O bicheiro, entretanto, negou que tenha ocorrido essa reunião e desmentiu a informação.

No final de semana anterior, a revista Veja publicou a reportagem "O segredo do sucesso", em que vinculava o crescimento da empresa Delta à consultoria de José Dirceu.

Segundo Cachoeira, no diálogo gravado pela PF, Policarpo o consultava porque confiava nele.

— Aquela hora eu tava com Policarpo, rapaz. Antes do almoço ele me chamou para conversar. Mil e uma pergunta, perguntou se a Delta tinha gravação, defendi pra caralho vocês, viu. [...] O Policarpo, ele confia muito em mim, viu? Vô ter que mostrar a mensagem que ele mandou antes, 10 horas da manhã para me encontrar aqui em Brasília, eu tava aqui fui me encontrar com ele."
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Posted: 18 May 2012 05:30 PM PDT


Luiz Carlos Azenha, Vi o Mundo

"O que a manchete acima, do Estadão, esconde? O fato de que o requerimento do ex-presidente Fernando Collor foi considerado prejudicado, ou seja, não fazia sentido, já que a CPI do Cachoeira já tinha obtido a garantia de que receberá, na semana que vem, os HDs com todos os áudios gravados legalmente pelas operações Vegas e Monte Carlo.

A informação foi confirmada pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP) à repórter Conceição Lemes.

E, também, pelo site da bancada do PT na Câmara Federal:

CPMI aprova confisco dos bens de Demóstenes e Cachoeira

Qui, 17 de Maio de 2012 19:57

por Benildes Rodrigues 

A CPI Mista que investiga o crime organizado liderado pelo contraventor, Carlos de Almeida Ramos, o Carlos Cachoeira, aprovou nesta quinta-feira (17) requerimento de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) que solicita ao Ministério da Justiça o confisco de bens de Carlos Cachoeira e do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Com essa medida, Paulo Teixeira quer garantir o retorno dos recursos ao Estado brasileiro.

"Pedimos a identificação de bens moveis, imóveis e ativos de Carlos Cachoeira, do senador Demóstenes Torres e de todos os denunciados nessa operação. Certamente eles vinham fazendo transferência de recursos para fora do Brasil. Nós queremos repatriar, trazer esses recursos  de volta ao país", afirmou Paulo Teixeira.

A comissão vai encaminhar o pedido à 11ª Vara Federal em Goiânia, onde corre o processo contra Carlinhos Cachoeira e, ao ministro Ricardo Lewandowsky, relator do processo que se encontra sob  análise do Supremo Tribunal Federal (STF).


A CPMI aprovou também a convocação de 51 pessoas para prestar depoimento e  determinou a quebra de sigilo fiscal, bancário e telefônico de cerca de  40 pessoas e empresas envolvidas no esquema do contraventor Cachoeira.  Entre as quebras de sigilos aprovados estão os da  empresa Delta Centro-Oeste; da Ideal Segurança e do sobrinho do contraventor, Leonardo de Almeida Ramos, que emitiu três cheques nominais para quitar um apartamento de propriedade do governador  de Goiás,  Marconi Perillo."
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Posted: 18 May 2012 05:11 PM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"A partir de agora, mais do que nunca, o cidadão que quiser saber a quantas anda a CPMI do Cachoeira terá que se manter cético sobre a guerra de versões que se instalará. Nesse processo, devido à aliança entre a oposição e setores da imprensa, ficará mais difícil saber o que está acontecendo, mas não será impossível.

Há duas versões que a mídia demo-tucana está espalhando que pretendem jogar areia nos olhos da opinião pública. Uma delas é sobre o volume de ligações telefônicas entre o diretor da revista Veja Policarpo Júnior, o bicheiro Carlinhos Cachoeira e sua quadrilha. Os interessados em distorcer essa questão – leia-se a própria Veja – dizem, agora, que das 200 ligações do jornalista com o contraventor só teriam aparecido duas.

O jornalista Luis Nassif já tinha explicado essa questão em post, mas, em minha opinião, não foi suficiente explícito, haja vista que tenho recebido muitas consultas de leitores sobre essa questão.

Detalhe: a informação de Nassif me foi confirmada ontem (quinta-feira) e passo a detalhá-la.

A informação sobre "200 ligações" entre Policarpo e Cachoeira – fora outras que o jornalista manteve diretamente com a quadrilha – é oriunda da Polícia Federal. Os grampos telefônicos captados foram armazenados em um sistema chamado "Guardião". Esse sistema permite que pessoas autorizadas localizem conversas entre os diversos envolvidos no caso.

Como explicou Nassif e me confirmou a fonte com a qual conversei, se você faz uma busca no sistema Guardião pedindo um índice das conversas de Policarpo com Carlinhos Cachoeira, por exemplo, o número de resultados ultrapassa 200, sem falar nas ligações entre o jornalista e o resto da quadrilha.

Como o foco das Operações Monte Carlo e Vegas não era o jornalista da Veja, e até devido ao vespeiro que é mexer com a imprensa, a PF não transcreveu e separou as ligações envolvendo a Veja. Além disso, há uma forte pressão da oposição e da imprensa sobre setores da PF ligados a esse grupo político.


Aí chegamos às notícias da grande mídia sobre um "acordão" para transformar a CPMI em "pizza". Os jornais trazem hoje (sexta-feira), nas primeiras páginas, alusões a isso. Ontem (quinta-feira), portais e sites na internet disseram a mesma coisa. Mas que "acordão" é esse? É para poupar a Veja? É para a Comissão não investigar mais nada?"
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Posted: 18 May 2012 04:55 PM PDT


"João Roberto Marinho, das Organizações Globo, e Fábio Barbosa, titular do Grupo Abril, entraram em campo para impedir convocação do jornalista Policarpo Junior e do empresário Roberto Civita pela CPI do Cachoeira; o primeiro marcou duro o PMDB; o segundo procurou José Dirceu

Brasil 247

Foi o chamado ataque em pinça. Numa ponta, um dos principais empresários de mídia do País, João Roberto Marinho, herdeiro das Organizações Globo. Na outra, o baqueiro chamado a comandar o Grupo Abril, Fábio Barbosa. A cada um deles, uma parte da missão que buscava o mesmo fim: evitar, a qualquer custo, a convocação à CPI do Cachoeira do jornalista Policarpo Junior, redator-chefe da revista Veja. Ele é suspeito de ligações extravagantes com o contraventor Carlinhos Cachoeira, sua fonte de informação durante cerca de 20 anos. Mais ainda, coube aos dois patrões eliminar o mínimo vestígio de possibilidade de chamamento oficial, pela mesma CPI, do empresário Roberto Civita para depor. A eventual ida de Policarpo à sessão da Comissão passou a ser vista, pelo patronato, como um precedente perigoso para o futuro. Mas ver Civita sendo inquirido seria interpretado como uma verdadeira humilhação para toda a classe.

Como se viu pela lista convocados a depor na CPI, aprovada na reunião da quinta 17 depois de muitas divergências, a estratégia patronal deu super certo. Nem Policarpo, e muito menos Civita, constam do rol de suspeitos, testumunhas ou simples depoentes. Para esse desfecho, porém, osdois movimentos foram cruciais."
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Posted: 18 May 2012 09:54 AM PDT


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"De uma hora para outra, os paulistanos descobriram que existem sérios problemas no funcionamento do metrô, responsabilidade do governo do Estado, assim como ficamos sabendo que há um esquema de corrupção montado há anos para a liberação de imóveis na Prefeitura.

O governador Geraldo Alckmin, do PSDB, e o prefeito Gilberto Kassab, do PSD, agora unidos no apoio ao tucano José Serra na sucessão municipal (os dois se enfrentaram na eleição de 2008), raramente aparecem no noticiário, a não ser em inaugurações de obras e articulações políticas.

É como se São Paulo fosse uma ilha de paz e beleza, onde tudo funciona e o povo vive feliz, cercada por um país chamado Brasil, cheio de problemas e sempre em crise.

Depois de várias paralisações e transtornos nas últimas semanas, o grave acidente do Metrô na quarta-feira, que deixou mais de 100 feridos, revelou o descaso da administração estadual, que reduziu, ao invés de aumentar, os investimentos no sistema.

Reportagem da Folha desta quinta-feira denuncia que, de 2010 para 2011, o governo reduziu em 20,4% os recursos ( de R$ 236 milhões para R$ 188 milhões) destinados à manutenção da Linha 3 - Vermelha, onde ocoreu o acidente, que transporta 41% dos passageiros de toda a rede.

Como já me alertava um dos técnicos responsáveis pelo controle de tráfego do Metrô, em encontro com amigos no final do ano passado, o Metrô paulistano estava à beira de entrar em colapso, não só pela queda dos investimentos em manutenção, mas também pela implantação atabalhoada de um novo sistema automático."
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Posted: 18 May 2012 09:14 AM PDT


Thiago Tufano, Terra

"O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, falou sobre a não convocação dos governadores, parlamentares e da empreiteira Delta à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista que investiga Carlinhos Cachoeira. Na manhã desta sexta-feira, o deputado federal criticou a investigação e afirmou que o vazamento teve como objetivo danificar a oposição. Além disso, Guerra afirmou ainda que o bicheiro não é "o monstro de vários braços" que aparenta: "ele apenas fala demais".

"Na minha opinião, a CPI deveria investigar o Cachoeira, que é um fato relevante, mas não desse tamanho. Acho que ele é muito mais um provinciano que fala demais. As investigações têm que se dar onde de fato tem sentido fazer, como em todas as áreas em que há contrato da Delta e interferência de amigos seus", afirmou Guerra.

Para o presidente do PSDB, as investigações começaram de maneira errada. "Essa CPI tem problemas graves para resolver. Ela começa ao contrário de outras comissões, com as investigações desenvolvendo a agenda e não a agenda desenvolvendo as investigações. É preciso ter outra tecnologia para trabalhar em uma CPI dessa maneira".
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Posted: 18 May 2012 09:08 AM PDT




Posted: 18 May 2012 09:02 AM PDT


Daniel Lima, Agência Brasil

"O governo federal amplia os limites de gastos do Orçamento em R$ 1,328 bilhão. Os números estão no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 2º bimestre divulgado hoje (18) pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF) .

De acordo com o documento, as estimativas de receita líquida de transferências a estados e municípios demonstra um acréscimo de R$ 4,9 bilhões, o que representa uma variação de 0,5% em relação ao previsto na primeira avaliação bimestral de 2012.

Já em relação às receitas administradas pela Receita Federal, exceto Regime Geral da Previdência Social, a projeção até o final do exercício aponta para uma redução de R$ 10 bilhões, uma queda de 1,4% na comparação com a primeira avaliação bimestral de 2012.

O governo é obrigado a fazer as reavaliações bimestralmente com o objetivo de garantir o cumprimento da meta de resultado primário estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

O governo manteve a projeção de crescimento da economia em 4,5% em 2012. A inflação estimada ficou em 4,7% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A taxa de juros utilizada para a reestimativa ficou em 9,86% ao ano e a taxa de câmbio média prevista em R$ 1,76.

A massa salarial, pelas estimativas do governo, passaria para 12,01% ante os 11,73% previsto no primeiro bimestre. O preço médio do barril do petróleo, outro parâmetro utilizado, ficou mantido em US$ 111,64."


Posted: 18 May 2012 08:40 AM PDT
Redação, PortalIMPRENSA

"Na última quinta-feira (17/5), no "Jornal Nacional", da TV Globo, a jornalista Patrícia Poeta disse que a situação de no México estava "violentissississima" ao apresentar uma matéria sobre o assunto. O erro da jornalista virou piada no Twitter, informa o portal O Repórter.

Os internautas não perdoaram e colocaram o nome da âncora e a "hastag" "#violentissississima" nos "trending topics" do Twitter, que são os assuntos mais comentados na web. Os usuários da rede social também ironizaram afirmando que Poeta estaria imitando a Chiquinha, personagem do programa "Chaves".

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Posted: 18 May 2012 07:38 AM PDT


Antônio Mesquita Galvão, Adital

"O filósofo americano Noam Chomsky fala, em uma de suas obras ("Visões Alternativas") nas estratégias que o sistema (as elites sociais, políticas, econômicas e até religiosas) utiliza para manipular o pensamento das pessoas e assim conformar a opinião geral às suas ideologias.

1. A estratégia da distração - O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites sociais, políticas e econômicas. É o que Chomsky chama de "armas silenciosas para guerras tranquilas".

2. Criar os problemas e depois oferecer as soluções -Este método também é chamado de problemareaçãosolução Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este se torne "suplicante" (clamor) das medidas que se deseja implantar. 

3. A estratégia da gradualidade - Para fazer que se aceite uma medida inadmissível, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, num prazo alargado. 

4. A estratégia do adiamento - Outra maneira de provocar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la com "dolorosa e necessária" (o "cortar na carne"), obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. 

5. Dirigir-se ao público com se ele fosse uma criança -A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos e imagens particularmente infantis, muitas vezes a roçar a debilidade (com desenhos, animaizinhos, criancinhas), como se o expectador fosse uma criança ou um deficiente mental. Um conhecido "âncora" da Rede Globo disse em off, que o brasileiro tem mentalidade de Homer Simpson.

6. Utilizar a emoção acima da reflexão - Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para injetar ideias, e mensagens. Isto acontece em comerciais de tevê, programas políticos, campanhas sociais, aulas e encontros de igreja, etc. 

7. Manter o povo na ignorância, alimentando ideais medíocres -A qualidade da educação dada às classes socialmente inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância entre estas e as classes altas permaneça inalterada no tempo, e seja impossível alcançar uma autêntica igualdade de oportunidade para todos.

8. Estimular uma complacência com a mediocridade -A vulgaridade, incultura, e o ser mal-falado ou admirar personagens sem talento, estão na moda. 

9. Reforçar o sentimento de culpa pessoal - Fazer crer ao indivíduo que ele é o maior (ou único) culpado por sua própria desgraça, por insuficiência de inteligência, de capacidade de preparo ou de esforço. 

10. Afirmar que conhecem as pessoas melhor do que elas próprias - Os sistemas de informática "espionam" a vida das pessoas, usuários desses programas. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce controle e poder sobre os indivíduos, superior ao que eles pensam que realmente tem."



Posted: 18 May 2012 07:28 AM PDT


Mauro Santayana, JB online

"O golpe político e militar contra o governo legítimo do presidente João Goulart, por mais que se tente identificar como revolução, foi ato contra a República e de submissão à potência estrangeira que o planejou, organizou  e financiou. Assim ocorreu aqui e em outros países do continente.

Tratou-se de ofensa imperdoável à nação de brasileiros.  Hoje, com os documentos existentes e divulgados, não há dúvida de que a interrupção do processo democrático de desenvolvimento econômico e social do país se fez na defesa dos interesses do governo norte-americano no mundo. Essa origem externa não exculpa, e, sim, agrava a responsabilidade histórica dos brasileiros que aderiram ao movimento, mesmo que se escudem na defesa da ordem, da fé, das famílias e da virgindade de suas donzelas, como tantos religiosos pregaram do púlpito.

O golpe só foi possível porque frágeis eram (e frágeis continuam a ser) as instituições nacionais. A história republicana, maculada pela nostalgia oligárquica do Império, se fez no confronto entre a necessidade democrática e a reação conservadora. E, a partir da Revolução de 30, que se fez para modernizar e democratizar o Brasil, os golpes e tentativas de golpe passaram a ser freqüentes sob a influência da expansão imperialista americana e o então projeto  nazista de estabelecer em nossas terras uma Germânia Austral.

Mas, não é este o espaço para discutir o que ocorreu em 1937, e o que teria ocorrido se as eleições de 1938 se realizassem, com a prevista vitória eleitoral do filo-fascista Plínio Salgado. O fato é que Vargas se tornou a personalidade mais querida e mais poderosa do país, ao eleger-se presidente em 1950 e retomar o seu projeto nacional de desenvolvimento, frustrado pelo governo Dutra.

Ainda assim, com toda a sua popularidade, o presidente foi sitiado por uma terrível campanha parlamentar e jornalística, a pretexto do atentado da Rua Toneleros, até hoje não bem explicado, e que também merece ser investigado a fundo. Por detrás de tudo – sabemos hoje também com a divulgação de documentos norte-americanos – atuava o interesse de Washington contra os projetos de desenvolvimento do país. A criação de empresas estatais como a Petrobrás e a Eletrobrás era o sinal de que o Brasil buscava, com firmeza, sua segunda independência.

A nação reagiu contra o cerco a Getúlio, rompido pelo grande presidente com a coragem do suicídio, e elegeu Juscelino, meses depois. Nova tentativa de ruptura do processo, em novembro de 1955, foi contida com o apoio de boa parcela das Forças Armadas, e o político mineiro pôde assumir a Presidência e dar o grande salto que completou a Revolução de 30, na efetiva modernização do país.

A Comissão da Verdade, como parece claro, não pretende buscar culpados, mas tem como prioridade saber o que ocorreu a centenas de brasileiros, entre eles Herzog e Manuel Fiel Filho,  dos últimos trucidados por funcionários do Estado, que agiam em nome do governo militar. Na mesma ocasião, e de forma clandestina, dezenas de comunistas – que não participavam da luta armada – foram também executados pelo regime.

Quase todos nós nos sentimos torturados no sumo da alma,  com  as declarações de cabo Anselmo à televisão, ao fazer a apologia da  entrega  de pessoas indefesas à sanha de  psicopatas treinados cientificamente para torturar jovens e  velhos, homens e mulheres. E da entrega de mulheres grávidas aos torturadores como, sem arrependimento e com orgulho, declarou ter feito com a sua.

Todos os que perderam seus pais e filhos, irmãos e irmãs, maridos e mulheres, amigos e companheiros, têm direito ao pranto, se não diante de seus mortos, pelo menos diante da reconstituição de seus derradeiros momentos. Devem conhecer o lugar e o dia em que pereceram, para ali chorar. O direito ao pranto é tão necessário quanto o direito a viver. É assim que nos comovemos com a emoção da Presidente Dilma Roussef, na cerimônia de quarta-feira.

É certo que, no próprio processo investigatório, será difícil não se inteirar de atos praticados pelos que resistiam à Ditadura. Conhecê-los não macula os que os praticaram, nas duras condições dos combates nas trevas, para lembrar a imagem do historiador Jacob Gorender. A culpa real não cabe a quem age em defesa da legitimidade republicana, e, sim, aos que, ao praticar o crime de lesa populi, provocaram a reação desesperada de suas vítimas."


Posted: 18 May 2012 07:12 AM PDT


"Metrô e CPTM ganharam 2,3 milhões de passageiros desde 2008, e devem receber mais 1,9 milhão de usuários até 2014

Marina Novaes, Terra

"Horário de pico, vagões lotados de passageiros, e o trem para de repente. A cena já virou rotina para quem utiliza diariamente a rede de transportes do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), cuja média de falhas "notáveis" - que afetam os usuários de alguma forma - é de ao menos uma por semana. Entre o início do ano e o último dia 16 deste mês, foram registradas 21 ocorrências no Metrô - sendo uma delas a colisão entre duas conduções da linha 3-Vermelha, que deixou dezenas de feridos -, e 16 problemas na CPTM.

De acordo com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM), o Metrô transporta diariamente cerca de 4,5 milhões de pessoas e apresenta, em média, uma falha a cada 21,5 mil viagens, o que representa um problema a cada cinco dias - são realizadas cerca de 4,5 mil viagens diárias. Já a CPTM atende a 2,7 milhões de passageiros por dia e registra uma ocorrência a cada 18 mil viagens, uma por semana, em média. 

Cada empresa tem uma metodologia para classificar essas falhas notáveis, mas os problemas podem ser desde uma falha elétrica, uma interrupção na circulação de trens por mais alguns minutos ou até fatores externos, como o alagamento dos trilhos por conta de uma enchente ou um "apagão", por exemplo.


Pesquisadores ouvidos pelo Terra dizem que o índice está dentro da média mundial e atende aos parâmetros internacionais, mas apontam uma razão para essa sensação de piora relatada por muitos usuários: o aumento estrondoso no número de passageiros - a rede atraiu 2,3 milhões de novos adeptos desde 2008."
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Posted: 18 May 2012 07:06 AM PDT


Urariano Mota, Direto da Redação

"A vontade que se tem é a de escrever: por baixo de ondas de infâmia e sangue, a presidenta Dilma instalou a Comissão da Verdade. E temos essa vontade porque a vemos em um mar que se abre, pronto a tragá-la e a envolver também os  brasileiros mutilados, perseguidos e assassinados sob a ditadura de 1964. Mas esse mar, essa conjuração de elementos, que outra coisa não é a não ser a secular opressão sobre o povo, nos acode também pela memória da tragédia humana ocorrida a partir do golpe.

Não há espaço nesta coluna, não há espaço em mil colunas para falar de Ivanovitch, de Eremias Delizoicov, de Soledad Barrett, de Jarbas Marques, de jovens mortos, de jovens enlouquecidos, de jovens heróicos, de dramas de consciência que sobrevivem  em peles que são uma fantasia de macabro carnaval. Não há nem mesmo espaço para cantar, como um poeta magnífico faria, a coragem de dona Elzita, mãe de Fernando Santa Cruz, nesta carta de 1975 para Armando Falcão, mais conhecido pelo codinome de Ministro da Justiça: 
          
"Que clandestinidade seria esta que, repentinamente, transformaria um filho respeitoso, carinhoso e digno em um ser cruel e desumano, que desprezaria a dor de sua velha mãe, a aflição de sua jovem esposa e o carinho de seu filho muito amado?...Espero que não se dê por esgotado este episódio, mas que seja esclarecido o que realmente aconteceu ao meu filho para que possamos sair deste imenso sofrimento que nos encontramos. Nada peço ao Sr. para meu filho a não ser os esclarecimentos, que tenho direito, sobre o seu paradeiro, e justiça!".

O leitor desculpe o tom solene desta coluna. É que a solenidade vem do entre aspas desses destinos. Mas num esforço, se descemos o nível do assalto da altura dessa história oculta, se descermos aos dados objetivos e técnicos da informação, devemos dizer que as estatísticas oficiais muito se enganam, quando contabilizam entre 400 e 500 militantes mortos pelos militares, ou, num esforço cínico, desaparecidos. As estatísticas nada falam dos homens e mulheres sem cidadania, mas que a buscavam até para comer, como os camponeses do Nordeste. Em Pernambuco, por exemplo, houve um quase genocídio de homens do campo, e deles quase nada se diz. Assim como eles, todos os trabalhadores, que não estavam filiados a partidos clandestinos, estão sem registro de suas execuções."
Artigo Completo, ::Aqui::


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