terça-feira, 15 de maio de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!

Posted: 14 May 2012 06:50 PM PDT




Posted: 14 May 2012 06:47 PM PDT
Lucy in the Sky with Diamonds: 
jornalismo lisérgico



Rodrigo Vianna, Escrevinhador

"A revista "Veja", antes da curiosa parceria com o bicheiro Cachoeira, era conhecida pela criatividade. Não deixa de ser uma boa qualidade no jornalismo: textos, títulos, ilustrações criativas são sempre benvindos. Desde que se baseiem em fatos.

Fatos não são o forte de "Veja": dólares para o PT trazidos em caixas de whisky (que ninguém nunca viu), contas no exterior de gente ligada ao lulismo (jamais  encontradas, mas noticiadas como verdadeiras), queda de Hugo Chavez em 2002 (comemorada antes da hora,  com uma capa vergonhosa), grampo sem áudio (hoje, graças a outros grampos com áudio do esquema cachoeira, sabe-se porque o grampo sem áudio virou notícia na "Veja")…

A lista é enorme, e não se restringe à política.  A "Veja" é crédula. Acreditou no Boimate (o episódio, ridículo, foi estrelado por um rapaz chamado Eurípedes Alcântara, então editor de "Ciência" da revista), uma brincadeira de primeiro de Abril de uma agência internacional. Por conta de tanta credulidade, a revista noticiou como verdadeio o cruzamento de boi com tomate. Genial. Tão genial que o rapaz depois viraria diretor de redação da revista.


A "Veja" – é bom lembrar – acredita em recomendar remédios (milagrosos) para emagrecer, na capa. De forma irresponsável. O remédio na verdade serve para diabetes, e sumiu das prateleiras. Uma história até hoje mal explicada."
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Posted: 14 May 2012 06:33 PM PDT


Editorial, Carta Capital

"A revista Veja tem medo do jogo da velha. O jogo da velha, no caso, são as hashtags, antecedidas pelo sinal #, para destacar vozes numa multidão de internautas – bobagens em alguns casos, mobilizações, em outros.

Para quem diz defender com a própria vida a liberdade de expressão, é preocupante. Nas 16 páginas desperdiçadas na edição do fim-de-semana em que tenta se defender, a semanal da editora Abril deixou claro: para ela, a liberdade de expressão não é um valor absoluto. Tem dono – ela e o reduzido grupo de meios de comunicação que se auto-qualificam de "imprensa livre". Livre de quem? No caso da Veja, certamente eles não tratavam do bicheiro Carlos Cachoeira, espécie de sócio na elaboração de pautas da publicação.

Getúlio Vargas valia-se da expressão "aos amigos tudo, aos inimigos a lei". A revista, em sua peça de realismo fantástico disfarçada de "reportagem", a reformula: "aos amigos tudo (inclusive o direito de caluniar, manipular e distorcer), aos inimigos a censura. Ou não é isso, ao desferir um golpe contra as manifestações livres na rede e sugerir uma "governança" na internet, que os editores do semanário propõem? Eles tem urticária só de ouvir falar em um debate sobre a regulação dos meios de comunicação. Mas pimenta nos olhos dos outros…

Na própria peça de defesa, Veja distorce. Não foi a revista que derrubou Fernando Collor de Melo. É uma mistificação que só a ignorância permite perpetuar. A famosa entrevista do irmão do ex-presidente não teria resultado em nada. O que derrubou Collor foi o depoimento do motorista Eriberto França, personagem descoberto pela rival IstoÉ, na ocasião dirigida por Mino Carta.

Em termos de desonestidade intelectual, Veja se superou. Ao misturar aranhas, robôs e comunistas, a semanal de Roberto Civita produziu um conto de terror B. Nem se vivo fosse o falecido cineasta norte-americano Ed Wood, famoso por suas produções mambembes, toparia filmar um roteiro parecido. Além de tudo, a argumentação cheira a mofo, tem o tom dos anos da Guerra Fria. Quem tem medo de comunistas a esta altura? Nem na China.

PS: a lanterna na capa do semanário mostra outra coisa: calou fundo na editora o apelido Skuromatic, a lâmpada que provoca a escuridão ao meio-dia, dado a Roberto Civita por jornalistas da antiga redação de Veja."



Posted: 14 May 2012 05:46 PM PDT


'Alvo da imprensa na década de 90, ex-presidente condena relação entre revista e bicheiro

Do R7, com Agência Senado

Afastado da Presidência depois de um processo de impeachment no início dos anos 1990, o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) defendeu em Plenário, nesta segunda-feira (14), a convocação do jornalista Policarpo Júnior, chefe da sucursal da revista Veja em Brasília, e do dono da publicação, Roberto Civita, à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do Caso Cachoeira, que investiga as relações do bicheiro com agentes públicos.

De acordo com Collor, Policarpo Júnior é uma testemunha-chave no processo. O senador disse que é preciso saber até que ponto sua atividade jornalística em relação a Cachoeira ficou limitada ao contato com a fonte.

— Será que não teria sido melhor para o Brasil se o jornalista e seu veículo não tivessem ajudado o contraventor? Até que ponto uma fonte criminosa tem que ser coberta pelos meios? Onde estão os limites em proteger uma fonte e preservar sua rede de contravenções? A liberdade de imprensa está se transformando em libertinagem da imprensa?"
Foto:Wlademir Barreto/Agência Senado
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Posted: 14 May 2012 05:36 PM PDT


"Em entrevista, a subprocuradora Claudia Sampaio diz que o MP agiu corretamente ao arquivar caso Demóstenes, em 2009, e afirma não temer a quebra do seu sigilo telefônico, onde devem aparecer ligações com o senador goiano

Brasil 247

A subprocuradora-geral da República, Claudia Sampaio, decidiu comprar a briga com a Polícia Federal e com os parlamentares que integram a CPI do caso Carlos Cachoeira. Ontem, a Folha de S. Paulo já havia publicado que ela atribuía à PF o fato de o inquérito contra o senador Demóstenes Torres (sem partido/GO) ter sido engavetado, em 2009. A PF negou. Hoje, em entrevista ao Estado de S. Paulo, Claudia Sampaio ajustou um pouco a versão. "Entendi que não tinha elementos para ir ao STF. Poderia ter conversas relevantes no aspecto ético, mas não crime", disse ela.

Ao dizer entendi, colocando o verbo na primeira pessoa, Claudia Sampaio assumiu a responsabilidade pelo arquivamento, antes atribuída à PF. O que, aliás, é um direito constitucional atribuído aos procuradores."
Foto: Edição/247
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Posted: 14 May 2012 05:10 PM PDT


Helena Sthephanowitz, Rede Brasil Atual / Blog da Helena

Com a democratização da informação através da internet, bastou vazar relatórios da Operação Monte Carlo da Polícia Federal, para que milhares de internautas se debruçassem sobre os textos e diálogos, e publicassem informações inéditas e análises em primeira mão na imprensa alternativa, nos blogs "sujos" e nas redes sociais.

A revista Veja chegou ao vexame de escrever um artigo em defesa própria, chamando internautas – que a desmentem de forma fundamentada – de "insetos" ou "robôs".

Enquanto os "insetos" em revoada fazem as informações circular em sua íntegra, a velha imprensa se move como dinossauros, tentando ainda controlar e direcionar o fluxo de informações de acordo com seus interesses, usando a velha máxima da parabólica de Ricúpero, quando o ex-ministro tucano combinava com a Rede Globo em "off" para manipular o noticiário politicamente: "... o que é bom, a gente mostra. O que é ruim, a gente esconde... Eu não tenho escrúpulos", disse, sem saber que estava sendo ouvido nas TV's com antenas parabólicas.

O resultado é que a velha imprensa (que podemos chamar de "imprensauro"), está publicando com dias, e até semanas de atraso, o que os "insetos" já sabiam e publicavam há muito tempo, socializando a informação livremente em tempo real.

O imprensauro primeiro tentou manipular a pauta, como é de vício. Não faltaram jornalões, revistas e Redes de TV's querendo absolver sumariamente o envolvimento de uma grande revista com a organização; e querendo desviar o grosso dos fatos de Goiás para o Distrito Federal, ou para Brasília. Forçaram a pauta sobre os contratos da Delta no Estado do Rio de Janeiro, omitindo que a empreiteira tem grande atuação no Estado de São Paulo e na prefeitura da capital paulista, além dos estados de Tocantins, Mato Grosso, conexões no Paraná e Santa Catarina. Tentaram blindar o Procurador-Geral da República até de responder por falha, quando há evidências óbvias de as ter cometido."
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Posted: 14 May 2012 04:14 PM PDT


Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases

"A disposição de discutir os desafios do país, não de um ponto de vista diletante ou apenas acadêmico, mas engajado, organizado e direcionado à busca de soluções para os gargalos do desenvolvimento brasileiro, reuniu meia centena de economistas das mais diversas especialidades na semana passada na Unicamp. A iniciativa, desdobrada em três dias de debates, divididos em cerca de uma dezena de mesas, foi o segundo passo na implantação da Rede Desenvolvimentista. Nascida na universidade, a Rede pretende consolidar-se como uma caixa de ressonância da agenda do desenvolvimento, ancorada em propostas e projetos para o Estado brasileiro e a integração sul-americana.

A iniciativa tem um significado histórico encorajador. Cada época tem sua usina de reflexão estratégica. A Cepal cumpriu esse papel nos anos 50/60, de um ponto de vista progressista. O nacional desenvolvimetismo do ISEB funcionou como um think tank das reformas de base que agitaram a vida política e intelectual do país até 1964. O ocaso da agenda do desenvolvimento a partir dos anos 90 tem razões políticas conhecidas. A hegemonia do credo neoliberal tornava dispensável a reflexão de natureza propositiva sobre os rumos do país. O mercado era rei. Seus centuriões midiáticos, mas também academicos, blindavam a agenda econômica e o debate político.O círculo de ferro circunscrevia governos, partidos e intelectuais nos limites das reformas requeridas à livre ação dos capitais, consagrados como sinônimo de eficiência e autossuficiencia na ordenação da economia e da sociedade.

A desordem financeira que eclodiu em 2008 rasgou a fantasia de um corso afinado pelo diapasão do Estado mínimo com suas privatizações e regressividade social. Ao dobrar a aposta nesse enrêdo anacrônico a Europa figura hoje como um condensado pedagógico da natureza letal do credo ortodoxo na vida dos cidadãos e da engrenagem produtiva. Mais que tudo ,porém, a chocante desagregação da sociedade europeia nos recorda que o colapso de um ciclo não leva automaticamente ao passo seguinte da história."
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Posted: 14 May 2012 04:05 PM PDT
Luciana Cobucci, Terra


"O depoimento do bicheiro Carlinhos Cachoeira na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) marcado para esta terça-feira é dos mais aguardados entre os parlamentares na tentativa de esclarecer a rede de contatos do contraventor. No entanto, por conta de manobras de seus advogados, Cachoeira pode não comparecer ao depoimento - caso o Supremo Tribunal Federal (STF) não conceda acesso aos documentos à defesa do acusado. Há, ainda, o risco de Cachoeira permanecer em silêncio durante todo o interrogatório.

Mas, segundo o presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), a ausência ou o silêncio do bicheiro na comissão não devem atrapalhar o andamento dos trabalhos. "Deve alterar o cronograma se ele não depuser, mas o plano de trabalho deverá sofrer os ajustes necessários. Não altera negativamente. O relator está com um norte muito bem posicionado depois dos depoimentos dos delegados e o depoimento do acusado é importante, mas certamente o relator já tem os planos alternativos para o caso de ele exercer suas garantias de ficar calado ou de o Supremo decidir liberando da sua presença aqui", disse o senador."
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Posted: 14 May 2012 09:48 AM PDT




Posted: 14 May 2012 09:38 AM PDT


Conceição Lemes, Vi o Mundo

"A mídia e o procurador-geral da República têm batido na mesma tecla: chamar Roberto Gurgel para depor na CPI do Cachoeira seria uma estratégia do PT para  desviar a atenção do chamado mensalão, que está em vias de ser discutido e julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).

"É tergiversação, é cortina de fumaça, cujo objetivo isto, sim, é tentar desviar as atenções da questão Cachoeira e suas relações promíscuas", rebate o senador Humberto Costa (PT-PE), em entrevista que nos concedeu neste final de semana. "Primeiro, porque não foi o atual procurador-geral quem apresentou a denúncia em relação ao 'mensalão'. Foi o que o antecedeu. Segundo, porque o papel dele agora é o de meramente fazer a sustentação da denúncia 'mensalão'. Ele não pode produzir mais nada no documento."

Para Humberto Costa, o procurador-geral tem adotado uma postura equivocada, inclusive desrespeitou o Poder Legislativo na sua última fala.

"Foi quando disse que qualquer tentativa de levá-lo à CPI seria coisa do interesse de quem estava defendendo 'mensaleiros' ou que tinha relação com os 'mensaleiros'", aponta o senador. "Significa, então, que todas as pessoas que vierem a defender esclarecimentos da parte dele estariam vinculadas a pessoas do 'mensalão', estavam defendendo interesses espúrios. Isso foi, sem dúvida, uma agressão ao Poder Legislativo."

– Senador, não seria uma maneira de o procurador-geral evitar a sua convocação, também uma forma velada de ameaça?


"Acredito que sim. Seria uma maneira também de ele procurar se defender", pondera Humberto Costa. "O problema é que, a cada momento que passa, surgem novos fatos, e a gente observa ter havido algum tipo de desídia, de falta de empenho do procurador-geral, no sentido de dar seguimento às denúncias que foram feitas pela operação Vegas."
Entrevista Completa, ::Aqui::


Posted: 14 May 2012 09:19 AM PDT
Luis Nassif, CartaCapital


"O Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, deve explicações ao País. Mais do que nunca, deve explicações. Duas explicações, aliás.

A primeira sobre os motivos que o levaram, em 2009, a abortar a Operação Las Vegas, da Polícia Federal. A operação investigava o jogo de bicho em Goiás. Precisou ser interrompida quando as escutas identificaram conversas do senador Demóstenes Torres (sem partido-DF) e do governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB). Como possuem foro privilegiado, só poderiam ser grampeados com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal).

O pedido foi encaminhado pelo juiz de primeira instância e pelos responsáveis pela operação a Gurgel. Recebendo, cabia-lhe dois caminhos: ou arquivava ou dava seguimento.

Não fez uma coisa nem outra. Não encaminhou e, a pedido da própria Polícia Federal, também não arquivou. Sentou em cima.

A explicação de Gurgel não convenceu um especialista sequer. Alegou ele que não encaminhou a denúncia para permitir que as investigações fossem aprofundadas. Ora, se pretendesse aprofundamento das investigações, teria solicitado à PF.

Não o fez. Criada meses depois do congelamento da Las Vegas, a Operação Monte Carlo surgiu em decorrência de investigações do Ministério Público Estadual de Goiás, não de providências solicitadas por Gurgel."
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Posted: 14 May 2012 08:48 AM PDT


Manifestante do grupo Levante Popular da Juventude, em frente a casa de militar, no Flamengo

Correio do Brasil

"Um grupo de cerca de 50 integrantes do movimento Levante Popular da Juventude realizou, na manhã desta segunda-feira, o escracho, uma forma de protesto contra o militar José Antônio Nogueira Belham, acusado de torturar presos políticos durante a ditadura, em frente a casa dele, na rua Marques de Abrantes, 218, no Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Com o objetivo de chamar a atenção do país sobre a importância da Comissão Nacional da Verdade, que tem por objetivo investigar os crimes cometidos por agentes de Estado (torturas, assassinatos, sequestros) durante os Anos de Chumbo (1964-1985), os manifestantes promoveram um ato de escracho/esculacho contra Belham, "para denunciar suas ações enquanto torturador do Regime Militar", segundo manifesto do grupo."
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Posted: 14 May 2012 08:32 AM PDT


Rizzatto Nunes, Terra Magazine / Blog do Rizzatto Nunes

É fato conhecido que muitos consumidores jamais poderão adquirir a maior parte dos produtos e serviços oferecidos no mercado de consumo. Por mais que o sistema financeiro consiga, cada vez mais, oferecer crédito para uma ampla camada da população, muitos objetos do desejo dos consumidores continuam e continuarão inacessíveis.

Há muito a ser dito a respeito disso, mas o que interessa neste artigo é o elemento psíquico:  o que o marketing, que oferece esses bens de difícil aquisição alimenta, de fato, é a frustração (Alguns entendem que a frustração é boa para o mercado, pois, como o consumidor não consegue preencher seu "espaço interior" adquirindo mercadorias, nunca para de comprar na tentativa  — vã – de apaziguar sua alma).

Além disso, como esses consumidores – já frustrados ou que ainda se frustrarão – são seres humanos, têm, dentro de si, uma coisa chamada esperança. Daí, vivem a ilusão da possibilidade de um dia realizar seu sonho de aquisição – qualquer que seja ele.  Assim, de frustração em frustração o consumidor vai preenchendo o vazio de sua esperança; se olhar para trás, verá o quanto não conseguiu obter.

Mas, a esperança é forte e a ilusão também. Por isso, ele acredita na sorte e participa de todo tipo de jogos para ganhar prêmios (estes ironicamente chamados de "jogos de azar"): loterias,  cassinos (quando e onde há), entra em concursos de todo tipo, adora promoções, sorteios etc. Isto é, o consumidor é presa fácil das ofertas que prometem uma vida melhor e, de preferência obtida rápida e facilmente."
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Posted: 14 May 2012 07:18 AM PDT



"Os aliados do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), ficaram aliviados após pesquisas feitas nas duas últimas semanas, que revelam que a imagem dele não foi afetada pela divulgação de fotos do governador, Sérgio Cabral (PMDB), ao lado de Fernando Cavendish, da empresa Delta. As informações são da coluna do jornalista Fernando Molica, do jornal O Dia.

Os resultados apontam ainda que o governador deve estar menos presente na campanha de Paes, que busca a reeleição. Os entrevistados não foram tão favoráveis a Cabral. Ele não deixará de ser visto ao lado do prefeito, mas os encontros públicos não serão muito frequentes."



Posted: 14 May 2012 06:45 AM PDT


Antônio Mello, Blog do Mello

"Todo mundo se lembra da maior mancada da imprensa brasileira de todos os tempos, o caso boimate.
O " fruto da carne", derivado da fusão da carne do boi e do tomate, batizado com o sugestivo nome de boimate, constituiu-se, sem dúvida, no mais sensacional " fato científico" de 1983, pelo menos para a revista Veja, em sua edição de 27 de abril. Na verdade, trata-se da maior " barriga" (notícia inverídica) da divulgação científica brasileira.

Tudo começou com uma brincadeira – já tradicional – da revista inglesa New Science que, a propósito do dia 1º de abril, dia da mentira, inventou e fez circular esta matéria.

A fusão de células vegetais e animais entusiasmou o responsável pela editoria de ciência da Veja que não titubeou em destacar o fato. E fez mais: ilustrou-o com um diagrama e entrevistou um biólogo da UPS, para dar a devida repercussão da descoberta.

Para a revista, " a experiência dos pesquisadores alemães, porém, permite sonhar com um tomate do qual já se colha algo parecido com um filé ao molho de tomate. E abre uma nova fronteira científica".
[divirta-se com a íntegra aqui]

Agora a edição desta semana da revista mais vendida do Brasil lançou um editorial fingindo tratar-se de matéria não assinada, mas que descobrimos ter sido escrita por uma mistura tão improvável quanto a de um boi com um tomate, Reivaldo Azeprado, uma fusão de Reinaldo Azevedo com o
Professor Hariovaldo Almeida Prado."
Artigo Completo, ::Aqui::


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