quarta-feira, 4 de abril de 2012

ViaEmail: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 03 Apr 2012 06:42 PM PDT


Saul Leblon, Carta Maior / Blogs das Frases

"Durante décadas, o discernimento histórico da sociedade brasileira foi entorpecido por um barbitúrico de alta toxicidade chamado 'jornalismo econômico'. Entre outras, sua especialidade era convencer o país de que o assim chamado 'custo Brasil' interpunha-se como um Everest no acesso dos nativos aos bens da civilização. Somente a entrega dos destinos nacionais à eficiência emanada dos livres mercados destravaria a catraca de acesso ao futuro virtuoso.

Desregulação era a palavra-chave. Dois obstáculos se superpunham: os direitos trabalhistas resumidos no pejorativo bordão da 'herança getulista' e os direitos cidadãos, consagrados na Constituição de 1988, que universalizou 'coisas' como licença maternidade, direito à saúde, aposentadoria rural, entre outras temeridades e precipitações. Os especialistas em suas colunas diárias e emissões intermitentes não poupavam os incrédulos e/ou jurássicos: o país não cresceria, os capitais não ingressariam, o mel não jorraria nos rios tropicais enquanto a arquitetura de proteção do trabalhador e a cidadania precoce não fossem erradicadas do leito pátrio.

Em 2002, nas eleições presidenciais, a sociedade arriscou um palpite diferente. O resto é história. Mesmo sem uma ruptura linear com o receituário ortodoxo, o governo deslocou a ênfase das 'reformas' para o resgate do excluídos e a retomada da agenda do desenvolvimento, banida das prioridades nacionais.

Nesta 3ª feira, a Presidenta Dilma reduziu o custo das folhas salariais das empresas sem remover direitos constitucionais, nem afanar trabalhadores. Como? A retomada do crescimento criou mais de 15 milhões de novos empregos nos dois governos de Lula. Um mercado de consumo popular formado por 103 milhões de brasileiros redefiniu as bases do crescimento. A economia em ritmo de pleno emprego (hoje a taxa de desemprego oscila em torno de 5,5%, contra 9,5% em 2002) promoveu saudável formalização do trabalho precário."
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Posted: 03 Apr 2012 06:34 PM PDT


"Além de envolvimento do senador Demóstenes Torres (ex-DEM), investigações levantam suspeitas de ligação entre o empresário e outros dois parlamentares; presidente da Câmara avalia instalar CPI ou acionar Comitê de Ética

João Domingos, O Estado de S.Paulo / estadão.com.br

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), disse nesta terça-feira, 3, defender o aprofundamento das investigações sobre o envolvimento de parlamentares com o empresário do ramo de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Segundo Maia, fica cada vez mais evidente de que se tratava mais do que uma ligação entre um contraventor e políticos, argumento que essa ligação envolveria também os poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e os meios de comunicação. Segundo Maia, ficou comprovado que Cachoeira influenciava na pauta, na apuração e no noticiário dos meios de comunicação. Em razão dessas suspeitas, o senador Demóstenes Torres pediu desligamento do DEM nesta terça.

Marco Maia disse ainda não saber se o caso terá de ser investigado por uma CPI ou se o assunto deve seguir para o Comitê de Ética da Câmara. Mas o petista reforçou que o assunto precisa ser apurado. Ele quer que o Supremo Tribunal Federal mande para a Câmara todo o material sobre essa questão."
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Posted: 03 Apr 2012 06:27 PM PDT




Posted: 03 Apr 2012 06:24 PM PDT


Gianni Carta, CartaCapital

"A cúpula do PSDB, ao lidar com jornalistas que criticam seus integrantes e legenda, age com a leveza de um paquiderme. Deixa pegadas por onde passa na sua tentativa de forçar repórteres a se retratarem – no caso de CartaCapital esforço vão. Foi o que fez Adriana Vasconcelos, coordenadora de Comunicação Social da Executiva Nacional do PSDB, em conversa telefônica na sexta-feira 30 com Gabriel Bonis, jornalista de CartaCapital.


Vasconcelos ligou acelerada e a falar em tom alto para reclamar de artigo publicado pelo website do semanário intitulado "Resenha de A Privataria Tucana causa demissão de jornalistas da Revista de História da Biblioteca Nacional". Em poucos termos, Bonis aprofundou uma nota do jornalista Elio Gaspari, no qual o colunista conta como uma resenha de autoria de Celso de Castro Barbosa favorável ao livro de Amaury Jr. sobre as falcatruas do PSDB deixou "possessos" os líderes da legenda. Em seguida, Barbosa e o editor-chefe da publicação, Luciano Figueiredo, foram demitidos.


A lógica de Vasconcelos, repetida em carta para a direção de CartaCapital após a escaramuça telefônica com Bonis, é a seguinte: o "jovem repórter" (ela cisma em associar sua juventude a uma suposta falta de experiência ao longo do texto) teria sugerido que o deputado Sérgio Guerra, presidente do PSDB, "pediu a cabeça" dos jornalistas. E, "segundo as regras da ética do bom jornalismo" o "jovem" deveria ter ouvido a direção nacional do PSDB antes de publicar sua matéria.


Pequeno e crucial detalhe: em momento algum Bonis sugere que Guerra teria, como enfatizou Vasconcelos, "pedido a cabeça" dos jornalistas da Revista de História. O jornalista simplesmente relata o que constava na mídia, e inclusive no website do PSDB.


A cúpula do PSDB não acha esquisito dois jornalistas serem demitidos após a legenda ter colocado pressão na Revista de História?"
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Posted: 03 Apr 2012 06:13 PM PDT


Agência Brasil

"O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse hoje (3) que não há qualquer ilegalidade nas apurações da Polícia Federal que levaram à conexão entre o senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM) e o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Demóstenes tem prerrogativa de foro por ser parlamentar, e sua defesa alega que a Justiça Federal de Goiás deveria ter obtido autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para investigá-lo.

Como isso não ocorreu, seu advogado disse que entrará com uma reclamação no STF na próxima segunda-feira (9) pedindo a nulidade das provas.

Para Gurgel, trata-se de uma estratégia que não terá respaldo no STF. "Claro que a defesa tem que procurar socorrer-se daquilo que lhe parece, já que o mérito está cada vez mais complicado".

Segundo o procurador-geral, não há ilegalidade no trabalho da Justiça Federal em Goiás porque o senador não era o alvo da investigação, e sim Cachoeira. "Agora, o senador ligava com uma frequência imensa para Cachoeira, por isso há muitos áudios com o senador".

Ele também garante que em nenhum momento foram iniciadas apurações a partir das falas de Demóstenes e que não houve ilegalidade na retenção do caso em Goiás por três anos. "Isso [a ilegalidade] se justificaria se a investigação tivesse avançado em relação a ele".


Posted: 03 Apr 2012 05:38 PM PDT


Virginia Toledo, Rede Brasil Atual

"Para estimular o crescimento da indústria brasileira num momento em que o mundo enfrenta sinais de recessão e desemprego, o governo anunciou hoje (3) novas medidas do Plano Brasil Maior, como a desoneração da folha de pagamento, visando a criar mais empregos e formalizar a mão de obra já existente. "De maneira oposta aos países que estão sofrendo com a crise, nós vamos desonerar a folha de pagamento, reduzindo a contribuição do INSS, sem prejudicar a Previdência, pois é aí que o governo vai atuar. As empresas procurarção mais trabalhadores porque o custo vai ser menor", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante cerimônia de instalação dos conselhos de competitividade, colegiados que colherão sugestões de sindicalistas e empresários para incentivar a indústria nacional. 

Mantega comparou a situação brasileira à de países europeus que passam por situação crítica de desemprego, como é o caso da Espanha, com taxa de 23,6%. "A economia brasileira vem crescendo graças ao dinamismo do novo modelo de desenvolvimento que implantamos", afirmou o ministro.

As novas medidas devem beneficiar 15 setores, principalmente da indústria intensiva. Entre eles, o setor de autopeças, ônibus, aéreo e também o setor de turismo. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou que as medidas garantirão melhores condições de crédito, por meio do banco, em total de R$ 20 bilhões."
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Posted: 03 Apr 2012 05:31 PM PDT


Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação

"Quarenta e oito anos depois do golpe civil militar que provocou o maior retrocesso político da história brasileira contemporânea, militares da reserva, que continuam a pensar como em abril de 64, comemoraram a data. Fazem isso todos os anos, porque não aprenderam as lições da história e que em vez de comemoorar deveriam pedir desculpas ao povo brasileiro pelas torturas e assassinatos cometidos naquele período.

Neste ano, como estavam sendo objeto de protestos, na porta do Clube Militar, de centenas de jovens, que nem nascidos eram em 64, pediram a proteção da PM, comandada pelo Governador Sergio Cabral. Os soldados do batalhão de choque utilizaram métodos violentos, com gases pimenta, cassetetes e chegaram a quebrar o braço de um dos manifestantes, Gustavo Santana, sociólogo, de 28 anos. Reprimiram com extrema violência uma manifestção pacífica.

Estes são os fatos, mas que a mídia de mercado reproduziu de forma a tentar mostrar aos seus leitores que as vítimas foram os militares. Devem ter agradecido ao Governador Cabral pela "eficiência" policial.

E tudo isso ocorreu porque os militares que tinham comando na época da ditadura, e muitos deles foram torturadores e até mataram opositores, temem a Comissão da Verdade, cujos sete integrantes estão para ser conhecidos nos próximos dias (*) .

E, pasmem, os militares da reserva, óleos queimados da história,  agora querem culpar os jovens em seus sites pregadores de ódio com linguagem da Guerera Fria acusando-os de agredir velhinhos.

No último fim de semana realizou-se em Porto Alegre, sob os auspícios da Comissão de Justica e Direitos Humanos, presidida pelo lutador social Jair Krischke, e com o apoio da Assembleia Legislativa gaúcha e Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, o V Encontro Encontro Latinoamericano Memória, Verdade e Justiça."
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Posted: 03 Apr 2012 04:44 PM PDT


"Frase do estadual Carlos Antônio (PSD) vem acompanhada de um "ahhhhh!" da platéia de professores que o escutava, em reunião em Anápolis; ele completa: "não foi pra mim..."; fica no ar a suspeita de toma-lá-dá-cá na assembleia legislativa; vídeo

Marco Damiani, Brasil 247

 Está no Youtube para quem quiser ver, ouvir e tirar suas próprias conclusões. Durante uma reunião com professores, cerca dois meses atrás, em Anápolis, o deputado estadual Carlos Antônio, do PSD e integrante da base do governo de Goiás, admite ter obtido R$ 150 mil em verbas para a realização de reformas em escolas que ele próprio indicasse.


Da maneira como ele coloca a questão, porém, a platéia é levada a entender que o repasse fora feito em troca de ele votar a favor de um projeto de lei que atenderia a interesses do governo e desagradaria ao professorado. Também, num primeiro momento, pode-se ter a impressão de que ele pegou para si próprio os R$ 150 mil, mas ele tranquiliza os presentes:


- Eu vou falar para vocês aqui, alguém comentou, em cima do que a senhora disse é que eu vou responder, alguém comentou que os deputados receberiam 100 mil reais para votar no projeto.


- 150 mil.


- Não é verdade? Alguém disse isso, continua o deputado. Não se assuste com o que eu vou dizer. Eu..., calma..., deixa eu completar, eu não vou mentir: eu recebi 150 mil!


- Ahhhhhhh!!!!!!!!, suspira a platéia.


- Calma, calma. Mas não foi para mim... Certo? E não foi, presta atenção, não foi assim 'pega 150 mil e vota'. Não! Chegou-se na reunião, antes de qualquer conversa, e se disse: os deputados que têm escolas em estado de precariedade ...


- Ahhhh!


- ... podem indicar escolas que receberão o valor "x", 50 mil. Mas não assim, olha, toma e vota, não foi assim... Eu indique a Gabriel Issa, a Plinio Jaime e a Helena Erasi.


- Ahhhh! As que não entraram em greve...


- Não, foi antes da greve, foi antes da greve.


- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Uhuhu!!!"
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Posted: 03 Apr 2012 04:35 PM PDT


Wellton Máximo e Luciene Cruz, Agência Brasil

"O pacote de ajuda à indústria custará R$ 60,4 bilhões para o governo em 2012, informou, há pouco, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. A quantia vem tanto de reduções de impostos quanto da ampliação do orçamento de linhas de crédito e de aportes do Tesouro Nacional a bancos oficiais.

Desse montante, a maior quantia virá dos R$ 45 bilhões que o Tesouro emprestará ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O dinheiro ampliará o capital da instituição para os empréstimos da quarta versão do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e começará a ser repassado em abril por meio de títulos públicos emitidos pelo Tesouro.

Por meio dessa operação, o Tesouro emite títulos públicos, que são transferidos ao BNDES. O banco vende os papéis no mercado conforme a necessidade de capital para oferecer os empréstimos do PSI. Essa modalidade não envolve recursos do Orçamento Geral da União, mas a ampliação da dívida pública.

As reduções de tributos farão o governo deixar de arrecadar R$ 3,1 bilhões neste ano. Barbosa explicou que a conta inclui as desonerações para a linha branca (eletrodomésticos) e alguns tipos de materiais de construção, anunciadas na semana passada, e a da folha de pagamento para 15 setores de indústria, que terão impacto de R$ 4,9 bilhões nas receitas do governo."
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Posted: 03 Apr 2012 04:28 PM PDT


Portal Terra

"O líder do bloco de apoio ao governo no Senado (PT, PCdoB, PSB, PDT e PRB), senador Walter Pinheiro (PT-BA), anunciou em Plenário nesta terça-feira a indicação do senador Wellington Dias (PT-PI) para a presidência do Conselho de Ética. Uma das atribuições do novo presidente do Conselho de Ética será decidir se acolhe representação do Psol para apuração de denúncia de quebra de decoro parlamentar por parte do senador Demóstenes Torres (GO), que pediu hoje desfiliação do DEM. As informações são da Agência Senado.

O cargo está vago desde setembro do ano passado, com o afastamento do senador João Alberto (PMDB-MA), que pediu licença para assumir cargo no governo do Maranhão. A indicação do novo presidente cabe ao PMDB, mas a demora do partido na escolha levou o bloco liderado pelo PT a sugerir um nome."
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Posted: 03 Apr 2012 09:34 AM PDT


"O rumoroso caso Demóstenes Torres é uma chance única de reavaliar o que foi a política brasileira na última década, e de como ela – venal, hipócrita e manipuladora – foi viabilizada por um estilo de cobertura política irresponsável, manipuladora e, em alguns casos, venal. E hipócrita também.

Maria Inês Nassif, Carta Maior

O rumoroso caso Demóstenes Torres (DEM-GO) não é apenas mais um caso de corrupção denunciado pelo Ministério Público. É uma chance única de reavaliar o que foi a política brasileira na última década, e de como ela – venal, hipócrita e manipuladora – foi viabilizada por um estilo de cobertura política irresponsável, manipuladora e, em alguns casos, venal. E hipócrita também.

Teoricamente, todos os jornais e jornalistas sabiam quem foram os arautos da moralidade por eles eleitos nos últimos anos: representantes da política tradicional, que fizeram suas carreiras políticas à base de dominação da política local, que ocuparam cargos de governos passados sem nenhuma honra, que construíram seus impérios políticos e suas riquezas pessoais com favores de Estado, que estabeleceram relações profícuas e férteis com setores do empresariado com interesses diretos em assuntos de governo.

Foram políticos com esse perfil os escolhidos pelos meios de comunicação para vigiar a lisura de governos. Botaram raposas no galinheiro.

Nesse período, algumas denúncias eram verdadeiras, outras, não. Mas os mecanismos de produção de sensos comuns foram acionados independentemente da realidade dos fatos. Demóstenes Torres, o amigo íntimo do bicheiro, tornou-se autoridade máxima em assuntos éticos. Produziu os escândalos que quis, divulgou-os com estardalhaço. Sem ir muito longe, basta lembrar a "denúncia" de grampo supostamente feita pelo Poder Executivo no gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, então presidente da mais alta Corte do país. Era inverossímil: jamais alguém ouviu a escuta supostamente feita de uma conversa telefônica entre Demóstenes, o amigo do bicheiro, e Mendes, o amigo de Demóstenes.

Os meios de comunicação receberam a suposta transcrição de um grampo, onde Demóstenes elogia o amigo Mendes, e Mendes elogia o amigo Demóstenes, e ambos se auto-elegem os guardiões da moralidade contra um governo ditatorial e corrupto. Contando a história depois de tanto tempo, e depois de tantos escândalos Demóstenes correndo por baixo da ponte, parece piada. Mas os meios de comunicação engoliram a estória sem precisar de água. O show midiático produzido em torno do episódio transformou uma ridícula encenação em verdade."
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Posted: 03 Apr 2012 09:25 AM PDT




Posted: 03 Apr 2012 09:22 AM PDT


Fernando Brito, Tijolaço.com

"Um dos principais argumentos para dizer que o ex-Presidente Lula tinha conhecimento dos esquemas de depósitos ilegais de dinheiro para parlamentares em seu primeiro governo é o fato de que o governador de Goiás, Marconi Perillo, afirma tê-lo avisado de que estaria ocorrendo o "mensalão".

Perillo diz ter sido alertado pelo deputado tucano Carlos Leréia. Ambos, como todos sabem, mais do que ligados a Carlinhos Cachoeira.

O caso começou, todos se recordam, com a filmagem de um funcionário dos Correios, Maurício Marinho, recebendo R$ 3 mil de interlocutores, num "furo de reportagem" de Policarpo Júnior, da Veja.

Sabe-se agora que a gravação foi providenciada pelo araponga Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, sargento reformado da Aeronáutica a serviço de Carlinhos Cachoeira. Dadá é aquele que "revelou" a Policarpo Júnior o suposto "dossiê" que se fazia contra a candidatura Serra que, de tão secreto, virou o livro "A privataria tucana", de Amaury Ribeiro Júnior."
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Posted: 03 Apr 2012 09:01 AM PDT


Marcos Chagas, Agência Brasil

"O ex-líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres, acaba de pedir desligamento da legenda. O ofício foi encaminhado, há pouco, ao presidente do partido, José Agripino Maia. Com isso, Demóstenes permanece no Senado, só que sem partido. Assim, o processo de expulsão aberto ontem (2) no DEM deixa de existir. As informações são das assessorias de imprensa de Agripino Maia e de Demóstenes Torres.

Ele aguarda o pedido de apuração protocolado na Mesa Diretora do Senado pelo PSOL. A legenda quer que o Conselho de Ética investigue as denúncias de ligação de Demóstenes com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso por envolvimento com máquinas caça-níqueis em Goiás.

Gravações feitas pela Polícia Federal registraram solicitação de dinheiro a Cachoeira, feitas pelo senador e informações privilegiadas repassados por Demóstenes para o controlador do jogo ilegal em Goiás."


Posted: 03 Apr 2012 08:47 AM PDT


Mariana Rennhard, Portal IMPRENSA

"Na manhã desta segunda-feira (2/4), o Google retirou do ar a série de reportagens "O Caso de Veja", de Luis Nassif, alegando que o jornalista violou os termos propostos pelo conhecido site de buscas. No ar desde 2008, Nassif tenta entender o porquê de as matérias terem saído do ar somente agora.

"O Caso de Veja" é uma série que reúne reportagens denunciando o jornalismo da revista Veja. Nassif afirma que, muitas vezes, tentaram impedi-lo de prosseguir com essa série, mas ele continuou e, hoje, enfrenta ações judiciais sobre o assunto.

A súbita remoção do conteúdo aconteceu dias depois de o jornalista ter publicado uma matéria em seu blog em que denunciava relações entre o editor-chefe da Veja Policarpo Júnior e o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Nas ligações trocadas entre os dois, Policarpo teria antecipado informações da publicação ao contraventor. A partir dos "grampos" foi possível identificar que ele poderia "montar" matérias em parceria com a revista. 

"O caso Carlinhos Cachoeira praticamente veio para confirmar tudo o que eu havia colocado na série anteriormente", afirma Luis Nassif à IMPRENSA.

Nassif admite que não pode ter certeza de nada por enquanto, já que o motivo da remoção de sua série ainda é desconhecido. Mas ele garante que está tentando entrar em contato com o Google. Para o jornalista, "certamente a iniciativa não partiu do Google. O site deve ter apenas respondido a um pedido de remoção do conteúdo."



Posted: 03 Apr 2012 08:30 AM PDT


"Três questões de novo tipo encerram a complexa engrenagem capitalista: a resolução da consolidação do novo centro dinâmico global, a conformação de outra relação do Estado diante do avanço do processo de hipermonopolização do capital e a regulação do novo paradigma produtivo assentado na expansão do trabalho imaterial.

Marcio Pochmann, Diplomatique Brasil

Os termos do debate sobre a crise do capitalismo global correm o sério risco de ficar restritos cada vez mais às superficialidades dos entendimentos de curto prazo, que no máximo massageiam a ponta do iceberg. Natural, quando a capacidade de produzir conhecimento encontra-se cada vez mais (i) fragmentada, no caso das ciências, pelas especializações estimuladas pela visão neoliberal, (ii) enfraquecida pela orientação competitiva e produtivista em vigor nas universidades e (iii) enviesada pela lógica da comunicação contida de twitters, facebooks, e-mails, blogs, etc.

Na mesma direção, o exercício do monopólio da mídia aprofunda-se na arte de confundir, o que ajuda mais o processo em curso de alienação. A escassez dos debates mais aprofundados sobre a mais grave crise do século impede que partidos políticos, sindicatos e o próprio movimento social identifiquem nesse acontecimento de ordem global a grande oportunidade para que a história seja escrita de outra forma.

Isso porque a crise não resulta de um corpo estranho ao modo de produção capitalista. Pelo contrário, compreende justamente as situações específicas em que as condições de sua reprodução encontram-se esgotadas, enquanto as novas ainda permanecem imaturas. A longevidade da manifestação das crises depende fundamentalmente da capacidade política de superação dos entraves à reprodução do capital, simultaneamente ao abandono das velhas e anacrônicas formas de seu funcionamento. Consequentemente, a incapacidade política de superação da crise no capitalismo pode levar, inclusive, ao aparecimento de outros modos de organização social e produção econômica e à transição para eles.

Nesse sentido, os arranjos político-institucionais se mostram estratégicos para a resolução ou continuidade das crises numa economia monetária de produção e distribuição de riqueza. E dependem direta e indiretamente dos enfrentamentos entre novos e velhos sujeitos e classes sociais. Com essa perspectiva, o presente artigo procura oferecer pistas para o entendimento dos elementos novos nas condições de reprodução capitalista, que, sem sua resolução política, poderão conferir maior longevidade à manifestação da crise atual. Antes disso, contudo, ressaltam-se brevemente as especificidades caracterizadoras das crises e suas transformações no capitalismo."
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Posted: 03 Apr 2012 07:27 AM PDT


'Apesar do crescimento, os títulos digitais representam 1% do total das revistas

Sergio Damasceno, meio&mensagem

"A despeito de a circulação paga de revistas digitais nos EUA ter duplicado a base no período de referência mais recente, as publicações impressas continuam­ a ser a esmagadora maioria do segmento, conforme análise do Audit Bureau of Circulations. Os títulos digitais representam apenas 1% do total das revistas. No segundo semestre do ano passado, a circulação digital chegou a 3,29 milhões de exemplares ante 1,46 milhões do mesmo período do ano anterior, num aumento de 125%. O problema é que a circulação digital é gerada mais por patrocínio com fins promocionais do que circulação paga por assinante. As revistas Maxim, da Alpha Media Group, e Seventeen, da Hearst Magazines, por exemplo, têm circulação de 24% e 25%, respectivamente, pagas por assinantes. A Hearst Magazines prevê que a circulação mensal digital superará um milhão de exemplares até o final deste ano e assegura que não precisará de circulação patrocinada para chegar a essa marca. A Hearst publica também as edições digitais da Esquire e da Cosmopolitan."



Posted: 03 Apr 2012 07:05 AM PDT


UOL / Reuters

"O governo anuncia nesta terça-feira pacote de estímulo a 14 setores industriais com medidas que vão passam por desoneração da folha de pagamento, facilitação de crédito, estímulo ao consumo, desburocratização e defesa comercial.


O esforço tem como objetivo incentivar a recuperação da indústria, que tem apresentado desempenho ruim e impedindo um crescimento econômico mais vigoroso. Em 2011, por exemplo, o setor apresentou crescimento de 1,6%, diante da expansão de 2,7% no Produto Interno Bruto (PIB).


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, projeta crescimento da economia em 4,5% em 2012 e, para chegar a esse resultado, precisa de uma reação positiva do setor industrial.
Veja abaixo as ações que devem ser anunciadas e as que já foram tomadas pelo governo federal.


Novo pacote


Setores beneficiados: indústria têxtil; indústria moveleira; fabricantes de máquinas e equipamentos; agroindústria; fabricantes de aeronaves; de navios; de ônibus; indústria de eletroeletrônico; fabricantes de auto-peças; indústria de artefatos plásticos; empresas de energia elétrica; petrolíferas; automotivo; e de telecomunicações; 


   . Haverá desoneração da folha de pagamentos para pelo menos 11 setores, que deixarão de pagar uma alíquota de 20% para arcar uma nova alíquota, provavelmente, de 1% sobre o faturamento bruto; 


   . Isenção da folha de pagamento sobre a receita das empresas obtida com exportação; 


   . Ações de defesa comercial para proteger, sobretudo, setores têxtil e elétrico-eletrônico, com imposição de sobretaxa para produtos importados e redução de alíquota de Cofins para os similares produzidos no Brasil."
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Posted: 03 Apr 2012 06:54 AM PDT


Diogo Martins, Valor Online

"A produção industrial brasileira cresceu 1,3% em fevereiro na comparação com janeiro, na série em que os números são ajustados sazonalmente, segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada  hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o maior avanço desde fevereiro de 2011, quando a alta foi de 2,2%.

Na comparação com igual mês do ano anterior, a produção caiu 3,9%, sexta queda consecutiva e a taxa negativa mais intensa desde setembro de 2009 (-7,6%). O IBGE destacou que o resultado de fevereiro teve influência da elevada base de comparação, já que em fevereiro do ano passado o total da indústria mostrou crescimento de 7,5% nesse tipo de confronto, e do efeito calendário, uma vez que fevereiro de 2012 teve um dia útil a menos que igual mês do ano anterior."
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Posted: 03 Apr 2012 06:25 AM PDT
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Francisco Almeida / (91)81003406

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