sábado, 21 de abril de 2012

Via Email : BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 20 Apr 2012 06:37 PM PDT




Posted: 20 Apr 2012 06:34 PM PDT


Luis Nassif, Luis NassifOnline

"Para entender os contratos de trabalho dos arapongas Jairo e Dadá.

Como órgão de inteligência, a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) recorria a quem tinha informações para prestar. E, como tal, também mantinha contato com Dadá.

A partir dessa relação, é que funcionários do órgão ficaram sabendo que havia um esquema antigo de ex-funcionários (Dadá entre eles) trabalhando para Policarpo Jr, da Veja, fazendo serviço sujo de escuta.

Havia convicção no órgão de que a revista pagava por esses serviços, pelos grampos clandestinos, além da parceria com Carlinhos Cachoeira que rendia outros dossiês.

Caberá à CPI obter elementos que comprovem (ou não) esses pagamentos.

Comprovando, dificilmente Roberto Civita escapará de um processo criminal exemplar."


Posted: 20 Apr 2012 06:24 PM PDT


Luiz Carlos Azenha, vi o mundo

"O deputado e delegado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) pretende pedir ao Conselho de Ética da Câmara a cassação dos deputados Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Rogério Marinho (PSDB-RN) por quebra de decoro parlamentar. Segundo imagens que obteve recentemente, gravadas pelo circuito interno da Câmara, Guerra indicou e Marinho destruiu um cartaz pedindo a CPI da Privataria Tucana que estava na porta do gabinete de Protógenes.


Será chumbo trocado, já que Guerra pediu a cassação de Protógenes ao Conselho de Ética por causa das gravações telefônicas obtidas durante a operação Monte Carlo, que flagraram o deputado comunista conversando com Dadá (ou Chico), o sargento da Aeronáutica Idalberto Matias Araújo.  A denúncia contra Protógenes foi primeiro divulgada pelo Estadão. O deputado sustenta que herdou um relacionamento profissional com Dadá de quando o sargento atuou na Operação Satiagraha, como agente lotado na Agência Brasileira de Informações (ABIN). As gravações foram usadas numa tentativa de evitar que Protógenes fosse indicado para atuar na CPMI do Cachoeira, recém-instalada no Congresso, o que acabou acontecendo por decisão do PCdoB.


Em entrevista gravada esta noite, logo depois de desembarcar em São Paulo, Protógenes não descartou que por trás de Guerra esteja agindo um dos alvos da Operação Satiagraha, o banqueiro Daniel Dantas.


Pela lógica, um relacionamento comprometedor com Dadá seria motivo para Protógenes tentar evitar a CPMI, quando foi ele quem apresentou o requerimento inicial de convocação.


Protógenes diz que um de seus objetivos na CPMI do Cachoeira será investigar o financiamento de campanhas feito pela empreiteira Delta.


Para ele, a Operação Satiagraha, a CPMI do Cachoeira e a CPI da Privataria são ações "estruturantes" do Brasil. Protógenes está convicto de que a comissão de inquérito para apurar as privatizações da era tucana, baseada no livro do repórter Amaury Ribeiro Jr., será eventualmente instalada.


Protógenes diz que quando Dadá — que ele chama sempre de Idalberto — participou da Satiagraha, não sabia do envolvimento dele com o esquema de arapongagem de Cachoeira. Mas é óbvio que implicar Protógenes com malfeitos do sargento serve tanto a tucanos quanto a Daniel Dantas.


Sobre sua atuação na CPMI, o deputado diz que pretende demonstrar como os esquemas de Daniel Dantas e Carlinhos Cachoeira usavam métodos parecidos: arapongagem, corrupção de autoridades e um braço midiático.


O blog Cachoeira de Dados, um dos que fazem varredura na íntegra da Operação Monte Carlo — vazada na internet pelo deputado Miro Teixeira, no blog Lei dos Homens — vem relacionando os jornalistas e órgãos envolvidos com a quadrilha."
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Posted: 20 Apr 2012 06:10 PM PDT


"Em entrevista após formatura de diplomatas do Instituto Rio Branco, a presidenta disse que país precisa atingir patamar internacional de juros

Redação, Rede Brasil Atual

A presidenta Dilma Roussef disse hoje (20) que o Brasil tem de equacionar três amarras e construir o chamado quarto caminho. "As três amarras são: taxa de juro, taxa de câmbio e impostos altos. E o caminho é a educação de qualidade", disse, em seu discurso na cerimônia de formatura da Turma de 2010-2012 do Instituto Rio Branco, no Palácio Itamaraty. Aos diplomatas formandos, afirmou: "Ao mesmo tempo que combatemos a miséria, temos de ser capazes de responder aos desafios do século 21: ciência, tecnologia e inovação".


Em entrevista coletiva após a cerimônia, a presidenta disse que o país tem de buscar um patamar de juros similar ao praticado internacionalmente. Para ela, não há argumentos técnicos para justificar spreads bancários (diferença entre os juros pagos pelos bancos às aplicações de seus clientes e aqueles cobrados quando empresta valores aos mesmos) tão altos.  


Para Dilma, reduzir o spread fará parte de um processo de amadurecimento que vai levar o país, progressivamente, a ter juros mais condizentes com a realidade. "Não somos um país qualquer. Somos reconhecidamente um país com uma situação econômica de estabilidade, de respeito. Temos absoluto respeito aos nossos princípios macroeconômicos, de controle de inflação, de robustez fiscal, da relação dívida com o Produto Interno Bruto (PIB). Temos uma situação muito especial em relação às economias emergentes. Estamos caminhando para taxas maiores de crescimento", disse Dilma."
Foto:Antônio Cruz/ABr
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Posted: 20 Apr 2012 05:22 PM PDT


Mauro Santayana, Jornal do Brasil / Conversa Afiada

"O Brasil e a Argentina, sendo os dois maiores países da América do Sul,  têm sido alvos preferenciais do domínio euro-americano em nosso continente. A Argentina, sob Cristina Kirchner,  depois de anos desastrados de ditadura militar, e do governo caricato e neoliberal de Menen, se confronta com Madri, ao retomar o controle de suas jazidas de petróleo que estava com a Repsol. Quando um governo entrega, de forma aviltante, os  bens nacionais ao estrangeiro, como também ocorreu no Brasil,  procede como quem oferece seu corpo no mercado da prostituição. Assim, as medidas de Cristina buscam reparar a abjeção de Menem.

Será um equívoco discutir o conflito de Buenos Aires com Madri dentro dos estreitos limites das relações  econômicas. A economia de qualquer país é um meio para assegurar sua soberania e dignidade – não  um fim em si mesma.

As elites espanholas, depois da morte de Franco, foram seduzidas pela idéia de que poderiam recuperar sua presença na América Latina, perdida na guerra contra os Estados Unidos e durante a ditadura de quase 40 anos. Já durante o governo de Adolfo Suárez, imaginaram que poderiam, pouco a pouco, readquirir a confiança dos latino-americanos, ofendidos pela intervenção descarada dos Estados Unidos no continente. De certa forma, procediam com inteligência estratégica: a nossa América necessitava de aliados, mesmo frágeis, como era a Península Ibérica, na reconstrução de sua soberania, mutilada pelos governos militares alinhados a Washington.

Mas faltou aos governantes e homens de negócios espanhóis a habilidade diplomática, que se dissimula na modéstia, e lhes sobrou arrogância. Essa arrogância cresceu quando a Espanha foi admitida na União Européia, e passou a receber fartos recursos dos países ricos do Norte, a fim de acertar o passo continental. A sua estratégia foi a de, com parte dos recursos disponíveis, "comprar" empresas e constituir outras em nossos países. Isso os levou a imaginar que poderiam ditar a nossa política externa, como serviçais que foram, e continuam a ser, dos Estados Unidos. A idéia era a de que, em espanhol, os ditados de Washington seriam mais bem ouvidos."
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Posted: 20 Apr 2012 04:28 PM PDT


"Senador Roberto Requião (PMDB-PR) sugere à CPI do Cachoeira acareação entre o governador do Paraná, Beto Richa, e dono da loteria Larami, que seria sócio do bicheiro; já o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) quer convocar Requião por manter "encontros e negócios" com Cachoeira em 2003 e 2004

Brasil 247 / Agência Senado

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) sugeriu, nesta sexta-feira (20), que a CPI do Cachoeira investigue possíveis investimentos de contraventores do ramo do jogo na campanha para o governo do Paraná em 2010. Em pronunciamento no Plenário, o parlamentar manifestou confiança de que o governador Beto Richa (PSDB) seja chamado à comissão para uma acareação com Roberto Coppola, dono da loteria Larami, que teria como sócio Carlos Cachoeira.

Requião disse esperar que Richa explique os entendimentos com Coppola e a razão pela qual, a cinco dias da eleição, ele recebeu "o representante do jogo organizado e da corrupção de políticos". "Pisei no rabo do gato, divulgando para o Brasil todo, pela internet e na tribuna, com a força da TV Senado, os documentos de e-mails capturados pela Polícia Federal, que já são públicos", disse o senador, referindo-se a tratativas para a abertura de loterias estaduais.

O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR), escalado para a CPI, já avisou que vai pedir a convocação do empresário argentino Roberto Coppola. Também membro da CPI, o deputado e delegado Fernando Francischini, por sua vez, pretende convocar o senador Requião para depor, como informa a coluna Radar. Ele acusa Requião de ter recebido Carlinhos Cachoeira no Paraná, em janeiro de 2003, quando era governador.

Segundo o tucano, foi o deputado goiano Maguito Vilela que levou Cachoeira até o então governador, em janeiro de 2003 – a empresa Larami Diversões e Entretenimento Ltda. foi contratada em 2001 pelo governo paranaense para operar a Serlopar, a loteria estadual, extinta em 2007 pela Assembleia Legislativa."
Foto: Montagem/247
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Posted: 20 Apr 2012 04:18 PM PDT


"Emails e telefonemas mostram movimentação do bicheiro e de seus aliados para manter o jogo nos três estados. Em Santa Catarina, ele diz ter tido a ajuda do governador de Goiás, Marconi Perillo. Todos negam relação com o contraventor

Eduardo Militão, Congresso em Foco

Na tentativa de emplacar prestação de serviços de loterias estaduais, o grupo do empresário de jogos de azar Carlinhos Cachoeira, preso na Operação Monte Carlo, buscou contato com os governadores recém-eleitos de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB); de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD e ex-DEM), e do Paraná, Beto Richa (PSDB). Segundo telefonemas de Cachoeira interceptados pela Polícia Federal, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), ajudou a evitar a extinção de uma estatal que controla loterias em Santa Catarina. Perillo nega e os demais governadores dizem que não negociaram nada com o bicheiro, que é o centro das investigações da CPI criada na quinta-feira (19) no Congresso.

No primeiro turno das eleições de 2010, Silval é reeleito em Mato Grosso. Beto Richa e Colombo ganham no Paraná e em Santa Catarina. Dois dias depois, em 5 de outubro, às 8h39, o ex-cunhado de Cachoeira, Adriano Aprígio de Souza, envia email ao argentino Roberto Coppola, consultor em jogos de azar. Ele comemora o resultado as urnas e pergunta como estão os contatos com os futuros governantes sobre as loterias estaduais. Questiona como teria sido a reunião de Coppola com Richa: "Roberto, viu o resultado no Mato Grosso? Foi reeleito o governador. E como ficou Santa Catarina agora? Paraná aquele encontro com foi bom (sic) com o governador eleito?"

Em resposta, às 18h52, o argentino Roberto Coppola mistura português com espanhol para dizer que o grupo vai conseguir ver implantada a loteria no Mato Grosso e em Santa Catarina. Afirma ainda que se reuniu com Colombo e com Richa. No primeiro, o resultado teria sido "bom", segundo ele porque o coordenador da campanha de Colombo é que seria designado para dirigir a loteria. Mas com Richa, porém, o problema era que seu antecessor, o hoje senador Roberto Requião (PMDB), extinguira a loteria estadual.

"Em Santa Catarina también foi bon con Colombo porque o presidente da loteria era o jefe da campanha de Colombo. Em Paraná, fale com Beto Richa, o problema é que Requion por ler fecho a loteria e va a demorar, porque tein que facer uma nova lei. Esse filho da puta do Requion hasta que foi embora, incho o saco", diz Copolla, no portunhol que usou no email."
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Posted: 20 Apr 2012 09:31 AM PDT
Capas exemplares. Quando o caso explode, 
a revisitação do Sudário. Decidida a CPI, 
a versão que agrada ao patrão


Mino Carta, CartaCapital

 "Recheada de anúncios, a última edição da Veja esmera-se em representar à perfeição a mídia nativa. A publicidade premia o mau jornalismo. Mais do que qualquer órgão da imprensa, a semanal da Editora Abril exprime os humores do patronato midiático em relação à CPI do Cachoeira e se entrega à sumária condenação de um réu ainda não julgado, o chamado mensalão, apresentado como "o maior escândalo de corrupção da história do País".


A ligação entre o inquérito parlamentar e o julgamento no Supremo Tribunal Federal é arbitrária, a partir das sedes diferentes dos dois eventos. Mas a arbitrariedade é hábito tão arraigado dos herdeiros da casa-grande a ponto de formar tradição. Segundo a mídia, a CPI destina-se a desviar a atenção da opinião pública do derradeiro e decisivo capítulo do processo chamado mensalão. Com isso, a CPI pretenderia esconder a gravidade do escândalo a ser julgado pelo Supremo.


O caso revelado pelo vazamento dos inquéritos policiais que levaram à prisão do bicheiro Cachoeira existe. Pode-se questionar o fato de que o vazamento se tenha dado neste exato instante, mas nada ali é invenção. Inclusive, a peculiar, profunda ligação do jornalista Policarpo Junior, diretor da sucursal de Veja em Brasília, com o infrator enfim preso. Não é o que se espera de um qualificado integrante do expediente de uma revista pronta a se apresentar como filiada ao clube das mais importantes do mundo. Pois é, o Brasil ainda é capaz de dar guarida a grandes humoristas.


Não faltam, nesta área, os alquimistas, treinados com requinte para cumprir a vontade do patrão. Jograis inventores. Um deles sustenta impávido que a presidenta Dilma despenca em São Paulo para recomendar a Lula toda a cautela em apoiar a CPI do Cachoeira, caldeirão ao fogo, do qual respingos candentes poderão atingir o PT. É possível. E daí? Certo é que a recomendação não houve. E que o Partido dos Trabalhadores escala, no topo da pirâmide, um presidente, Rui Falcão, tão pateticamente desastrado ao rolar a bola na boca da pequena área para o chute midiático. Disse ele que a CPI vinha para "expor a farsa do mensalão". De graça, ofertou a deixa preciosa aos inimigos. Só faltava essa…"
Editorial Completo, ::Aqui::


Posted: 20 Apr 2012 09:12 AM PDT




Posted: 20 Apr 2012 09:00 AM PDT


Marcos Coimbra, CartaCapital

"A primeira reação dos setores conservadores às denúncias contra Demóstenes Torres foi de silêncio estupefato. Demoraram a perceber o que estava acontecendo: um de seus heróis tinha sido apanhado com a boca na botija.


À medida que os detalhes de suas relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira foram sendo revelados, viram que seria impossível defendê-lo. Tiveram de reconhecer que alguém em quem haviam apostado nada mais era que o cúmplice – para dizer o mínimo – de um suspeito – continuando a dizer o mínimo – de nebulosas transações.


A segunda reação foi apressar-se na condenação. Talvez por raiva do senador, que os fez de bobos. Devem tê-lo imaginado rindo dos aplausos, enquanto brindava com os amigos.

Mas a razão principal estava na necessidade de controlar os prejuízos colaterais. O apodrecimento do senador Demóstenes poderia contaminar um pedaço grande da política brasileira. Que fosse rapidamente extirpado.

A terceira foi uma clássica manobra de luta ideológica: passar para o ataque. Se a defesa é insustentável e se não interessa protelar, o jogo tem de ser mudado.

Era preciso embaralhar as culpas do Demóstenes oposicionista com aquelas de políticos governistas. E era óbvio com quais: os acusados pelo "mensalão". Eles e Demóstenes tinham de ser igualados.



Se esse diversionismo fosse bem-sucedido, o escândalo terminaria por ser positivo: aumentaria as pressões para que o STF julgasse logo o caso.


Quem conhece o funcionamento do Supremo sabe, no entanto, que a chance de que ele se pronuncie nos próximos meses é pequena. A complexidade das questões que suscita, sua sensibilidade, seus efeitos na dinâmica interna do Tribunal, tudo sugere que o julgamento não vá começar de imediato."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 20 Apr 2012 08:22 AM PDT


"Investigação no Congresso dá ao Brasil a oportunidade única de conhecer e debater os métodos da imprensa no Brasil; na era da transparência total, essa discussão se faz urgente e necessária; além disso, fortalece a liberdade de expressão

Brasil 247

"Pela primeira vez em sua história, o Brasil terá a oportunidade única de conhecer, debater e julgar os métodos utilizados pelos meios de comunicação. O palco será a CPI sobre as atividades do bicheiro Carlos Cachoeira que terá um capítulo especial dedicado às relações do contraventor com órgãos de imprensa – em especial (mas não apenas) a revista Veja.


Ontem, o 247 revelou com exclusividade que o presidente-executivo da Abril, Fábio Barbosa, foi a Brasília para tentar impedir que sejam convocados o dono da empresa, Roberto Civita, e o diretor da sucursal Brasília, Policarpo Júnior. Nesta manhã, o lobby prosseguiu com uma reportagem questionando a possível indicação do deputado Paulo Teixeira (PT/SP) para a relatoria – segundo Veja, a agenda oculta de Teixeira seria a desmoralização da imprensa (leia mais aqui). Também nesta manhã, o blogueiro Reinaldo Azevedo começou a publicar uma série de artigos sobre supostos lobos que se travestem de cordeiros, num texto chamado "Fundamentos do jornalismo independente" (leia mais aqui).


O fato, inegável, é que a revista Veja se sente acuada. Está com medo. Teme a humilhação do seu criador, Roberto Civita, à semelhança do que ocorreu quando o magnata Rupert Murdoch teve de se explicar no parlamento inglês sobre as atividades do jornal News of the World e levou uma torta na cara. Lá, a aliança se dava entre jornalistas e policiais para a publicação de escândalos relacionados a celebridades. O jornal centenário foi fechado. Aqui, a aliança foi construída com um contraventor. Em reportagem publicada pela revista Época nesta sexta-feira, Cachoeira se vangloria de ter conseguido demitir o ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, que vinha criando problemas para a construtora Delta, após plantar reportagens na revista Veja. "Coloquei no r... do Pagot", disse o bicheiro.


Tudo em nome da notícia


No seu manual de boas práticas jornalísticas, Reinaldo Azevedo diz que a informação deve se submeter a três critérios: (1) se é verdadeira; (2) se é relevante e de interesse público e, (3) se ajudará a diminuir o raio de ações dos corruptos, incluindo o próprio informante.


No caso concreto do Dnit, apontado nesta sexta-feira pela concorrente Época, não se sabe efetivamente se a denúncia plantada por Cachoeira em Veja (a de um mensalão do PR no Ministério dos Transportes) era verdadeira. Sem a certeza da veracidade, impossível julgar se era ou não de interesse público. Mas certamente ela não contribuiu para diminuir o raio de ações dos corruptos, incluindo o próprio informante. Afinal, o próprio informante (Cachoeira), sócio informal da Delta, se jactava de ter colocado no r... de uma autoridade pública para favorecer a "ilibada" Delta. Hoje, o ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot, diz que caiu porque questionava as camadas finas de asfalto da empreiteira de Fernando Cavendish. Detalhe: o Brasil da corrupção é também o que mais mata nas estradas."
Foto: Edição/247
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Posted: 20 Apr 2012 07:08 AM PDT



"Reportagem publicada nesta sexta-feira no jornal Folha de S.Paulo revela um diálogo gravado pela Polícia Federal em que o empresário Carlinhos Cachoeira diz que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), é dono de um avião Cessna, avaliado em R$ 4 milhões, em sociedade com dois empresários. Na gravação, de abril de 2011, Cachoeira fala para o ex-vereador Wladimir Garcez, que segundo a PF é seu "assessor direto", que Perillo é dono de metade do avião. A sociedade seria entre o governador, Rossine Aires Guimarães, que também seria sócio do bicheiro, e Hélder Rodrigues Zebral, ex-dono da churrascaria Porcão, em Brasília.

"Aquele cara do Porcão, o Hélder, esse cara, ele é sócio do Marconi num um avião aí com o Rossine viu... Ele é um Cessna, 2010, pagou R$ 4 milhões, um trem assim. E Marconi tem 50%, o Rossi 25% e o esse Hélder, do Porcão, tem 25%. Tá voando com eles ai", diz o contraventor na gravação. Na conversa, Cachoeira ainda se mostra preocupado com a atuação de Zebral. "Rapaz, esse cara (Zebral) tá com parceria com todo mundo. Nós estamos levando bola nas costas em tudo, viu?" Ao jornal, Perillo disse que nunca teve aeronave nenhuma nem sociedade com Guimarães ou Zebral."


Posted: 20 Apr 2012 07:01 AM PDT
"Siqueira Campos teve encontro com bicheiro, na casa do suplente de senador do PSDB

O Globo

"Mais um governador apareceu nas escutas telefônicas interceptadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo. Desta vez, segundo revelam os relatórios da investigação, foi José Wilson Siqueira Campos (PSDB), do Tocantins. O tucano é citado em um diálogo entre Carlinhos Cachoeira e Gleyb Ferreira, sócio e braço-direito do contraventor, que está preso acusado de explorar jogos de azar em Goiás e no Distrito Federal. Na conversa, Cachoeira afirma ter um encontro marcado com Siqueira Campos e diz que um dos assuntos seria sobre Deuselino Valadares, que na época era chefe da Superintendência da Polícia Federal em Goiânia.

Siqueira Campos admitiu nesta quarta-feira ter tido um "contato rápido" com Cachoeira, em 2010, ao visitar o suplente de senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO).

"O governador Siqueira Campos foi apresentado, em 2010, ao cidadão em questão (Cachoeira) pelo hoje suplente de senador Ataídes de Oliveira, que morava no Edifício Excalibur, e era vizinho do referido cidadão. Siqueira Campos esteve, em Goiânia, para uma visita a Ataídes de Oliveira e foi apresentado a este cidadão, quando tiveram um contato rápido. Este foi o único contato entre os dois", diz a nota enviada pela assessoria de imprensa do governador."
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Posted: 20 Apr 2012 06:44 AM PDT


"Vice-presidente do STF acusa presidente anterior de agir de forma "inconstitucional" e "ilegal"

Fernando Rodrigues, UOL / Blog do Fernando Rodrigues

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa atacou duramente o ex-presidente da Corte Cezar Peluso.


Joaquim Barbosa chamou Peluso de "ridículo", "brega", "caipira", "corporativo", "desleal", "tirano" e "pequeno" em entrevista à jornalista Carolina Brígido, disponível para assinantes do jornal "O Globo".


Mas para além dos ataques mais pessoais, o mais relevante foi uma acusação feita por Joaquim Barbosa: "Peluso inúmeras vezes manipulou ou tentou manipular resultados de julgamentos, criando falsas questões processuais simplesmente para tumultuar e não proclamar o resultado que era contrário ao seu pensamento".


Trata-se de acusação gravíssima. Se o ex-presidente do STF de fato cometeu tal manipulação, é necessário investigar. Abre-se uma crise institucional.
O "Globo" explica que Joaquim dá como exemplo do que seria a manipulação de Peluso julgamentos de políticos por causa da Lei da Ficha Limpa.


Eis o que diz o ministro Joaquim Barbosa: "Lembre-se do impasse nos primeiros julgamentos da Ficha Limpa, que levou o tribunal a horas de discussões inúteis; [Peluso] não hesitou em votar duas vezes num mesmo caso, o que é absolutamente inconstitucional, ilegal, inaceitável".


Esse caso seria o do julgamento de 14.dez.2011 no qual o STF livrou Jader Barbalho da Lei da Ficha Limpa e assim deu ao político do Pará o direito de voltar ao Senado.


Esse julgamento estava empatado em 5 a 5 (o tribunal tem 11 integrantes). À época, o STF divulgou uma nota a respeito: "Diante do impasse, a defesa de Jader ingressou com o requerimento [para que fosse usado o voto de qualidade], que foi apresentado ao Plenário pelo presidente Cezar Peluso. 'Consulto o plenário se está de acordo com a proposta?', questionou o presidente. A decisão pela aplicação do dispositivo foi unânime. O relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, não participou da decisão porque está de licença médica".
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Posted: 20 Apr 2012 06:25 AM PDT


"Vanessa Alves Mendonça é irmã de Andressa Alves Mendonça e ocupou, no segundo semestre de 2011, a Gerência de Desenvolvimento dos Profissionais da Educação, da Secretaria de Educação, do governo de Goiás

Brasil 247 / O Globo

Até a irmã da noiva de Carlinhos Cachoeira foi beneficiada pela rede de influências do contraventor no governo de Goiás. Vanessa Alves Mendonça é irmã de Andressa Alves Mendonça e foi empregada por Marconi Perillo (PSDB) para a Gerência de Desenvolvimento dos Profissionais da Educação, da Secretaria de Educação, no segundo semestre de 2011. A negociação aparece em um dos grampos da PF.

Leia na matéria do Globo:

Brasília - Na rede de influência de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, até a irmã da atual mulher do contraventor conseguiu emprego no governo de Marconi Perillo (PSDB), em Goiás. Vanessa Alves Mendonça é irmã de Andressa Alves Mendonça e ocupou a Gerência de Desenvolvimento dos Profissionais da Educação, da Secretaria de Educação, no segundo semestre de 2011. Cachoeira e Andressa estão com casamento marcado para maio."
Matéria Completa, ::Aqui::


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