sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 10 Feb 2012 04:51 AM PST
'Integrantes da Fundação Seade, vinculada ao governo do estado de São Paulo, perderam o trabalho por gritarem "Pinheirinho" e "Assassino" ao governador

Aline Scarso, Brasil de Fato

Uma manifestaçãse de o contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) por causa da reintegração de posse do Pinheirinho rendeu a demissão de quatro estagiários da Fundação Seade (Sistema Estadual de AnáliDados) no último dia 30.

O órgão, vinculado à Secretaria Estadual de Planejamento e Desenvolvimento Regional do estado, recebeu a visita surpresa do governador no último dia 26. Segundo contam os demitidos, uma dezena de estagiários do prédio localizado na Avenida Cásper Líbero, em São Paulo (SP), manifestaram-se de forma espontânea contra a presença de Alckmin no local.

Aos gritos de "Pinheirinho" e "Assassino", os manifestantes conseguiram ser ouvidos pelas pessoas que estavam na calçada do prédio, onde o governador posava para as fotos e se preparava para deixar o local. "Mais pessoas foram às janelas, mas supostamente só os estagiários do 7º andar foram vistos gritando", conta Wallace de Andrade, um dos demitidos.

"A nossa intenção era de que o governador soubesse que lá havia pessoas que estavam indignadas com o que estava acontecendo, mas a gente não combinou nada", explica Mona Perlingeiro, outra demitida.

Os gritos causaram alvoroço entre supervisores e a diretora executiva do órgão, Felícia Reicher Madeira. Segundo os demitidos, Felícia, que é mulher do ex-deputado federal Arnaldo Madeira (PSDB), disse que ficou chocada com o ato dos estudantes. "Ela perguntava: 'Por que vocês estão chamando Geraldo Alckmin de assassino? Ele é uma pessoa maravilhosa'", conta Mona.

"A gente não falou da pessoa do Geraldo Alckmin, mas questionamos as políticas do governo PSDB com Pinheirinho, cracolândia, USP", complementa.

Além de Mona e Wallace, os estudantes Danielson Ramos de Oliveira e Leandro Alves de Souza perderam o trabalho por causa da manifestação. Todos cursam Ciências Sociais. Wallace e Daniel na USP (Universidade de São Paulo) e Mona e Leandro na Unifesp. Na carta de demissão que receberam, foi alegado que eles cometeram um ato doloso contra a imagem e reputação do Seade."
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Posted: 10 Feb 2012 04:40 AM PST
"A China se prepara intensamente para virar a primeira economia do mundo. A projeção mais recente da Goldman Sachs sobre o ano da ultrapassagem é 2026, quando o PIB chinês se tornará maior do que o dos EUA.

Paulo Rabello de Castro, Brasil Econômico

Mas pode acontecer antes, pela diferença de crescimento das duas economias. No momento, a China ainda cresce a mais de 8% ao ano, contra 2%, se tanto, nos EUA. Nos cinco anos da Grande Recessão (2008 a 2012), a China terá avançado cerca de 60% contra apenas um dígito nos EUA.

Além de alterar a geopolítica mundial, o avanço planetário chinês começa a bater de frente contra "interesses brasileiros" - expressão que não gostamos de usar, como se o Brasil não devesse ter interesses no mundo -, mas cujo termo os americanos, entre outros, usam à vontade, quando se referem aos "American interests".

Exemplifico o embate de interesses sino-brasileiros com o formidável avanço dos capitais e das empresas chinesas em países africanos, especialmente os lusófonos, como Angola e Moçambique.

A língua portuguesa e nossas identidades culturais deveriam ser mecanismos facilitadores de uma aproximação muito mais efetiva do que a alcançada até hoje, mesmo com os importantes esforços do Conselho Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) que, ainda no mês passado, realizou mais um encontro no Brasil.

Não se trata apenas de promover encontros periódicos. As agendas e, portanto, os interesses de longo prazo dos países componentes de um "bloco" regional ou cultural devem convergir, mediante a troca mais frequente de oportunidades."
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Posted: 09 Feb 2012 04:22 PM PST

Edival Lourenço, Revista Bula

"Qualquer pessoa, minimamente perceptiva, que observar a realidade ambiental, haverá de descobrir que esta frágil placenta em torno do planeta, como um líquen envolvendo um rochedo, e que dá sustentação à vida, está passando por um processo de desgaste superior à sua capacidade de regeneração.

Sem o auxílio de equipamentos tecnológicos, nem estudos sistematizados, pode se ver os rios apodrecendo com nossos dejetos. Outros sendo assoreados até perder a calha para virar águas andarilhas, transformando vastas planícies em alagados inúteis. Terras antes férteis sendo levadas por erosões furiosas, cedendo lugar a ravinas que não param de crescer. A dizimação de áreas verdes, a poluição do ar, o calor crescente, as tempestades cada vez mais hostis. Córregos secando, desaparecimento de espécies num ritmo cada vez mais embalado. Tudo isso testemunha um desastre anunciado.

É possível também constatar, ou pelo menos deduzir num nível que se permite tirar conclusões bastante convictas, de que a ação do homem neste momento civilizatório tem o poder de acelerar ou retardar o processo de desordem nos sistemas de suporte da vida. Por isso os cientistas chamam este momento de Era Antropozóica. Quando se amplia os sentidos com as ferramentas de prospecção, ou se adiciona ao entendimento as informações sistematizadas e as conclusões das pesquisas científicas, a situação se apresenta escancarada: a continuar o modelo desenvolvimentista atual, é questão de décadas para que nossos biomas entrem em colapso. Se toda a população da Terra atingir o nível de vida (nível de consumo) dos americanos, precisaremos de 5,3 planetas para sobreviver. E o que é mais grave: não sabemos a hora exata em que ocorrerá o ponto de virada. Quando o próprio sistema de apodrecimento se auto-alimentará, sem nos dar chances de um arrependimento eficaz. Mais grave ainda: não localizamos meios ambientes alternativos, onde possamos resguardar os nossos descendentes.

Diante de sua capacidade de intervenção, para o bem e para o mal; de posse da razão que lhe concede a capacidade de entender a realidade e por ela guiar seus atos, parece óbvio que o Homo sapiens tem o dever moral de buscar fórmulas de atender suas necessidades e desejos, respeitando os parâmetros da sustentabilidade ambiental. No entanto, isto está longe de ser uma prática. A insensatez parece se apropriar de todos os instrumentos que a inteligência inventa e acelera cada vez mais o vandalismo contra a casa que nos abriga.

Neste e nos próximos artigos, tentarei alinhar alguns fatos, algumas "falhas morais" de nossa cultura, que levam o homem a cavar a própria cova numa escala planetária. E não apenas para si mesmo, mas para várias outras espécies contemporâneas."
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Posted: 09 Feb 2012 04:19 PM PST



Posted: 09 Feb 2012 04:16 PM PST

"Para manter o domínio sobre a circulação na internet de bens culturais ainda sob o controle dos intermediários, os projetos propostos e as leis já existentes afetam diretamente a regulação de direitos fundamentais, como o acesso à educação e à cultura e, em particular, a liberdade de expressão na web.

Venício Lima, Teoria e Debate / Carta Maior

Os recentes debates em torno de dois projetos de lei que tramitam no Congresso dos Estados Unidos sobre a regulação da internet têm tudo a ver com as esperanças democratizadoras centradas nas novas tecnologias de comunicação.

As siglas Pipa (Project IP Action, ou Preventing Real Online Threats to Economic Creativity and Theft of Intellectual Property Act) e Sopa (Stop Online Piracy Act) identificam iniciativas legislativas que, apesar de se apresentarem apenas como propostas contra "ciber-crimes" e contra a pirataria, na verdade têm implicações importantíssimas no controle de tudo o que possa circular no espaço virtual.

Já existem leis desse tipo na França (Lei Hadopi) e na Espanha (Lei Sinde), e no Brasil, na mesma linha, tramita no Congresso Nacional o chamado Projeto Azeredo (hoje Projeto de Lei nº 84/1999).

O que está em jogo?
Um exemplo simples: antes da internet, na cadeia produtiva de bens culturais como filmes, músicas (CDs), textos (livros), havia a necessidade de um intermediário entre o criador e o consumidor final: surgiram então a indústria do cinema, a indústria fonográfica, as editoras. E, além do processo de produção material, fabril, havia a distribuição física dos produtos. Com a internet, tudo isso se torna, potencialmente, desnecessário. O próprio autor do bem cultural, seja qual for – uma música, uma poesia, um filme, um livro –, pode agora disponibilizar diretamente sua criação para o consumidor final na rede. Em princípio, portanto, o autor passa a controlar, ele mesmo, sua criação, sem precisar de intermediários.

Em outras palavras, a internet acaba com a necessidade da valiosíssima indústria do copyright, isto é, dos direitos autorais. E a indústria, por óbvio, não está gostando do que vê."
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Posted: 09 Feb 2012 03:58 PM PST

Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

"O governo do estado de São Paulo cortou 39% do orçamento previsto em investimentos na Universidade de São Paulo (USP) para 2011. De acordo com os dados colhidos no Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária (Sigeo) do Executivo paulista, dos R$ 217 milhões orçados para a USP, somente R$ 132 milhões foram empenhados, ou seja, apenas 61%. Os investimentos referem-se à compra de equipamentos, manutenção, instrumentos de pesquisa e demais itens necessários à Universidade.

Os recursos prometidos para adequação de estrutura física nos campi das universidades foram os que mais sofreram com o contingenciamento. O Sigeo mostra que dos R$ 109,5 milhões orçados, somente R$ 19,5 milhões foram empenhados, representando redução de 82,4%. 

"Muitas cadeiras e mesas das salas estão quebradas, com pregos enferrujados saindo para fora. Sem contar o elevador da faculdade que está quebrado há quase um ano e ninguém conserta", denunciou a aluna Ana Paula Silva, que cursa o terceiro ano do curso de Direito, no Largo São Francisco. Ela relatou que o clima de insegurança na porta da faculdade é uma constante entre os estudantes."
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Posted: 09 Feb 2012 03:38 PM PST
Dayanne Sousa, Terra Magazine

"O Ministério Público Federal em São Paulo apresentou apelação contra a decisão que arquivou processo em que o banqueiro Daniel Dantas era acusado de lavagem de dinheiro e outros crimes. O recurso foi apresentado no Tribunal Regional Federal da 3ª Região contra decisão da 6ª Vara Federal Criminal Especializada em Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro, de novembro passado.

O processo contra Dantas, investigado pela Operação Satiagraha da Polícia Federal, foi arquivado depois que uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que anulou provas produzidas durante a operação. O STJ julgou que a participação de agentes da Agência Brasileira de Inteligência na Satiagraha foi indevida e anulou escutas telefônicas que resultaram na ação penal contra Dantas por corrupção.

Para o MPF, a decisão do STJ apenas anula a ação de corrupção e uma fração da ação por lavagem e crimes financeiros. Dantas, portanto, ainda teria que responder por parte das acusações.

Segundo nota divulgada pelo MPF nesta quinta-feira (9), seis das sete imputações penais que a Procuradoria da República apresentou contra Dantas na denúncia por lavagem de dinheiro e outros crimes são derivadas de outras provas. Entre elas, estão declarações prestadas à polícia e auditorias realizadas na empresa Brasil Telecom e banco Opportunitty."


Posted: 09 Feb 2012 03:11 PM PST

Mair Pena Neto, Direto da Redação

"A situação da greve da Polícia Militar da Bahia é extremamente complexa e não permite juízos definitivos. Por um lado, não se pode aceitar que policiais ajam como bando armado, demonstrando seu poder de fogo, nem que usem crianças como escudos humanos para se precaver contra uma possível invasão da Assembleia Legislativa, onde se concentram. Por outro, não se pode ignorar suas reivindicações, seus baixos soldos, e cercá-los como sequestradores, negando qualquer tipo de diálogo ou futura anistia, parte de qualquer negociação razoável.

Nós já vimos esse filme aqui no Rio de Janeiro. Bombeiros em greve tomaram um quartel da corporação, atitude também equivocada, e o governador os chamou de bandidos. Depois, com o nível de organização dos grevistas e com o apoio popular que conquistaram, o governador não só fez passar uma anistia na assembleia estadual, como também a Câmara Federal a aprovou.

Movimentos reivindicatórios levam a extremismos, e cabe às partes mais sensatas, especialmente os governantes, isolá-los em busca de uma situação pacífica. Assim como Cabral, o governador da Bahia, Jaques Wagner, não se mostrou muito hábil no espocar da crise e reagiu com o radicalismo oposto ao dos grevistas. Enviou tropas do Exército para cercar a assembleia legislativa e fez discurso duro contra os policiais, responsabilizando-os até por algumas mortes que vinham ocorrendo em Salvador.

Tanto o governo baiano quanto o federal mencionaram a existência de um modus operandi no movimento dos policiais no país, que incluiria atentados e até assassinatos para atemorizar a população. Nenhuma cartilha ou prova foi apresentada, o que se serviu para aumentar a tensão. Pelo lado dos policiais, um ex-soldado, que atua em Brasília pela votação da proposta de emenda constitucional que criaria um piso nacional para a classe, também ajudou a botar lenha na fogueira, dizendo que policiais não são trabalhadores quaisquer, pois portam armas."
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Posted: 09 Feb 2012 03:04 PM PST

Maurício Caleiro,  Cinema & Outras Artes

"O direito à greve é uma conquista dos trabalhadores que levou séculos para ser obtido e que demandou muitos embates ideológicos e físicos, muito sangue derramado, para se concretizar, no início exclusivamente – porém de modo não universal – em setores em que as relações de produção dependiam muito de mão-de-obra, notadamente o industrial.

Ainda assim, nessa trajetória marcada por variadas táticas de persuasão e pressão, de lado a lado, entre trabalho e capital, e por calorosos debates – como o que opôs Marx e o anarquista Bakunin, defensor da greve geral -, é só na segunda metade do século XX, no bojo da instauração dos Direitos Humanos universais, que o direito à greve se consolida e se difunde para além do mundo ocidental desenvolvido.

Tal histórico ajuda a entender tanto porque o poder de pressão das greves quanto o protagonismo público dos sindicatos – uma força política central, em boa parte do mundo, durante a maior parte do século XX – entram, de maneira geral, em crise a partir do final dos anos 80, quando coincidem a instauração do neoliberalismo e o salto qualitativo da revolução da tecnologia digital e da robótica, fazendo com que, respectivamente, os universos financeiros e midiáticos passassem a dominar a arena pública e centenas de milhões de empregos fossem substituídos pela automação.

No Brasil, houve, desde as primeiras greves do início do século XX, comandadas por imigrantes italianos anarquistas, uma forte confluência entre sindicalismo e política, exemplificada particularmente por dois momentos históricos distintos: o primeiro no hiato 1931-1964, em que, após tomar corpo sob auspícios estatais (sindicatos oficiais, criação do imposto sindical) na era getulista, enfrenta altos e baixos, se amplia, diversifica e intensifica sua ação nas décadas seguintes, até ser brutalmente reprimida pela ditadura – que, já em 1964, teve os líderes sindicais entre seus primeiros alvos.

Já a insurgência dos metalúrgicos de São Bernardo dos Campos nos anos 1970 vai demarcar justamente a confluência entre a luta trabalhista e o combate à ditadura. Seguida pela greve na Companhia Siderúrgica Nacional, na década seguinte, viria a exercer profunda influência na vida política do país, estando na raiz tanto da fundação do PT – partido que surge da aliança entre classe trabalhadora e intelectualidade, como o demonstram o fato de que sua primeira ficha de inscrição foi assinada pelo crítico de arte Mário Pedrosa  e que contava com o apoio de luminares uspianos, como Antonio Cândido – quanto do surgimento de Luiz Inácio Lula da Silva como figura nacional, que logo se tornaria emblemática da "nova esquerda" (dentro de uma perspectiva que compreende uma figura como Leonel Brizola como pertencente à "velha esquerda" que fora derrotada pela ditadura).

Essa confluência entre luta antiditadorial e movimentos grevistas talvez ajude a explicar porque consolidou-se, nos meios progressistas, uma certa tolerância ao recurso à greve mesmo por categorias profissionais que a Constituição vigente considera impedidas de exercê-lo, como é o caso dos policiais militares.

O movimento protagonizado pela PM baiana nos últimos dias, no entanto, extrapola os limites do tolerável por caracterizar-se não como uma paralisação legítima, mas por atentar contra o próprio instituto da greve, extrapolando-o a favor um verdadeiro banditismo praticado com fardas e armas oficiais, "tocando o terror" contra os cidadãos. Parafraseando Chico Buarque, "chama o ladrão, chama o ladrão".
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Posted: 09 Feb 2012 02:41 PM PST
Jorge Wamburg, Agência Brasil

"O Índice de Expectativa das Famílias brasileiras (IEF) aumentou de 67,2 pontos, em dezembro, para 69 pontos em janeiro, alcançando a taxa mais alta já registrada pelo indicador. Em relação ao apurado em janeiro de 2011, quando o índice ficou em 67,2, também houve crescimento.

A pesquisa mensal é feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação. A escala varia de 0 a 100. Quanto maior o resultado, maior o otimismo das famílias.

Segundo a metodologia utilizada na pesquisa (amostragem probabilística), o brasileiro se manteve otimista em todo o período entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Entre as questões analisadas estão o momento para adquirir bens de consumo duráveis, a situação financeira da família comparada à de um ano atrás; a situação econômica do Brasil daqui a cinco anos; condições sobre quitação de contas atrasadas no próximo mês e a percepção do responsável pelo domicílio sobre estabilidade no trabalho.

Sobre o comportamento socioeconômico nacional, as famílias brasileiras mantiveram-se mais otimistas na virada do ano. Segundo a pesquisa, 64,9% dos entrevistados têm expectativa de melhores momentos nos próximos 12 meses. Os moradores das regiões Centro-Oeste (84,6%) e Nordeste (68,9%) são os mais otimistas para os próximos 12 meses."
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Posted: 09 Feb 2012 06:55 AM PST



Posted: 09 Feb 2012 06:53 AM PST


Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

"Marco Prisco, o líder do motim, foi preso nesta manhã de quinta feira, pela Polícia Federal, segundo o Bom (?) Dia Brasil.

Nas gravações, Daciolo tramava subverter a ordem fora da Bahia.
Daciolo foi quem articulou a greve dos bombeiros no Rio, ano passado.
Foi preso por crime de "incitamento".

Não foi ainda dessa vez que o PiG (**) derrubou a Dilma.
Nem boicotou o Carnaval.

O governador petista Jacques Wagner desfez a trama golpista à base da negociação.

E com a cadeia para os amotinados.

Wagner não usou a tecnologia dos Massacres paulistas: como os do Carandiru, Cracolândia e Pinheirinho.

Não houve derramamento de sangue.
Ao contrário.

As águas vão rolar no Circuito Barra-Olinda, segundo a geógrafa Lúcia Hippolito."



Posted: 09 Feb 2012 06:33 AM PST

"Segundo dirigente tucano, ex-governador paulista aposta que senador mineiro não vai emplacar como contraponto de Dilma e que, em determinado momento, o PSDB voltará a apelar a ele como alternativa presidencial para 2014

Rudolfo Lago, Congresso em Foco

Um "balão meio murcho", com o suficiente para se manter no ar e não cair no chão, mas, em contrapartida, sem uma quantidade de gás capaz de fazê-lo encher completamente e, de fato, decolar. É assim que o ex-governador de São Paulo José Serra enxerga o senador mineiro Aécio Neves como alternativa eleitoral do PSDB para a sucessão de Dilma Rousseff em 2014. Segundo um dirigente tucano, Serra aposta que Aécio não será capaz de se colocar como contraponto a Dilma e, no final, o PSDB acabará retornando a ele como opção, por conta da sua maior experiência e recall – por já ter disputado três eleições presidenciais, e perdido todas, ele acredita que já entraria numa disputa com um patamar em torno de 20%.

Essa seria a razão que faria, segundo esse dirigente, Serra resistir à ideia de disputar este ano a prefeitura de São Paulo. Em 2006, Serra foi muito criticado por ter deixado a prefeitura para disputar o governo de São Paulo, até porque, quando eleito prefeito, ele cometera o erro de registrar em cartório que cumpriria o mandato até o fim. Assim, como tem a esperança de ainda retornar como opção presidencial do PSDB mais à frente, Serra teme a ideia de ser eleito prefeito agora e novamente ter que abandonar o mandato pelo meio para tentar a presidência.

Questão de estilo

Para Serra, seria uma "questão de estilo". Aécio, na imitação de perfil político que procura fazer de seu avô, Tancredo Neves, não teria a pegada necessária para ser um candidato de oposição a um governo bem avaliado. Como Aécio se recusa a ter uma postura mais agressiva, não se estabelece como um contraponto natural, como alguém a quem naturalmente se recorra para criticar e propor alternativas às ações e políticas de Dilma. É um posicionamento de alguém que poderia se colocar como opção de conciliação a um governo que estivesse em crise, desgastado. Como aconteceu com Tancredo nos estertores da ditadura militar. Esse, provavelmente, não será o cenário de 2014, quando Dilma, hoje mais bem avaliada que seus antecessores Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo período de governo, deverá se apresentar com força para a reeleição. Hoje, como senador, Aécio surge como contraponto a Dilma bem menos que, por exemplo, o líder do partido no Senado, Alvaro Dias (PR)."
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Posted: 09 Feb 2012 06:08 AM PST

"Estudo levou em consideração os hábitos da população e governo afirma que gravadoras não estão perdendo dinheiro com isso.

Wikerson Land, Tecmundo / Vermelho

O governo da Suíça decidiu após um estudo que baixar músicas e filmes para uso pessoal não é ilegal, segundo informações do site TorrentFreak. Para chegar a essa conclusão, o governo conduziu uma análise que levou em conta os hábitos da população.

Segundo o relatório, um terço dos cidadãos do país com mais de 15 anos faz downloads piratas de jogos, músicas e filmes e, nem por isso, deixam de gastar ou gastam menos dinheiro com entretenimento. A pesquisa mostrou ainda que a indústria não está necessariamente perdendo dinheiro com isso.

"É o preço que vamos pagar pelo progresso. Os vencedores serão aqueles que conseguem usar a nova tecnologia para ter vantagens e os perdedores são os que estão perdendo a oportunidade e continuam a seguir modelos antigos de negócio", diz o relatório."



Posted: 09 Feb 2012 06:00 AM PST

"Em gravações da Polícia Federal, político incentiva o cabo do Corpo de Bombeiros Benevenuto Daciolo, preso ontem, e seus pares a entrar em greve no Estado


A Polícia Federal passou a monitorar os líderes dos movimentos grevistas no Rio de Janeiro e na Bahia por escutas telefônicas com autorização judicial. Nas conversas, flagraram Marco Prisco, presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares da Bahia, e Benevenuto Daciolo, cabo do Corpo de Bombeiros e líder do movimento no Rio de Janeiro, combinando ações dos próximos dias.

Uma matéria do Jornal Nacional revelou ainda acertos para realização de ações de vandalismo na cidade. As gravações mostram ainda as articulações para que a paralisação se estenda ao Rio de Janeiro, a São Paulo e outros estados com o objetivo de inviabilizar a realização do Carnaval nas cidades e pressionar o governo federal a aprovar o segundo turno de votação da PEC 300, emenda que garantiria um piso salarial único para bombeiros e policiais de todo o Brasil.

As gravações telefônicas, no entanto, não se restringem aos grevistas. Políticos de vários partidos foram flagrados em conversas com os militares. Em uma delas, que já está nas mãos da cúpula da segurança pública da Bahia, aparece Anthony Garotinho incentivando Daciolo e seus pares a entrar em greve no Rio de Janeiro. Noutra, a deputada estadual Janira Rocha (PSOL) faz a mesma pregação com Daciolo. (Com informações de Lauro Jardim)."


Posted: 09 Feb 2012 05:20 AM PST

Wálter Fanganiello Maierovitch, TerraMagazine / Sem Fronteiras

"Marco Prisco, líder da greve dos policiais militares da Bahia, ficou desmoralizado quando apanhado– por gravações telefônicas interceptadas por meio de autorização judicial– transmitindo ordens voltadas à pratica de atos de matriz terrorista e atuação em causa própria ao buscar, em eventual acordo, a anistia e o recolhimento dos mandados de prisão expedidos pela Justiça.

Sua rendição e prisão negociada, por evidente, enfraqueceu o movimento grevista, que afronta a Constituição da República. A Constituição garante a greve, mas o princípio não é absoluto. Os integrantes das Forças Armadas e das policias militares, pela norma constitucional, não podem fazer greve. Prevaleceu aí o direito do cidadão à tranquilidade social.

A tendência –com a prisão de Prisco e a desocupação do quartel-general que armou ilegalmente no prédio da Assembleia Legislativa da Bahia– é de aceitação da proposta remuneratória feita pelo governo da Bahia, deixada a anistia para um segundo momento. A propósito de anistia, ela foi conseguida por participantes da recente parede dos bombeiros, no Rio de Janeiro.

Já o risco de a greve "pipocar" para outras unidades federativas é bem menor, pois a solidariedade seria vista pela população como apoio ao terrorismo incitado por Prisco, que deveria ser expulso imediatamente do PSDB, partido do qual é militante."
Foto: Agência A Tarde


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