sábado, 5 de outubro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: O príncipe, o filósofo e o poeta


BRASIL! BRASIL!


Charge do Bessinha

Posted: 04 Oct 2013 05:32 PM PDT


Marina, você faça tudo, mas faça um favor…

Posted: 04 Oct 2013 05:31 PM PDT



"Marina, acabo de ver que a criação da Rede foi rejeitada no TSE.

Marina, eu já escrevi isso aqui, mas repito outra vez. A Rede é um partido mais legítimo que muitos outros. Tanto alguns dos que já alugam suas siglas pra projetos há tempos, quanto outros que foram criados nos últimos tempos.

Marina, essa nossa legislação eleitoral e o nosso sistema político são de fato toscos.

Marina, mas você também comeu bola. Achou que podia lançar seu projeto de partido em qualquer momento. E porque era você isso seria suficiente.

Marina, se tem uma coisa que todo mundo que convive contigo diz é que você é brilhante, mas também muito arrogante.
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O príncipe, o filósofo e o poeta

Posted: 04 Oct 2013 05:22 PM PDT

Izaías Almada, Blog do Miro

"Considerando que o reino em que vivem está à deriva, um príncipe, um filósofo e um poeta resolveram deitar falação sobre aquilo que consideram estar errado à sua volta. "É preciso estar atento e forte", pensaram, "não temos tempo de temer a morte"... Irmanados nos versos desta canção de conhecido menestrel do mesmo grupo litero/musical, o príncipe, o filósofo e o poeta, todos sempre prontos a disputar espaços nos mais conhecidos jornais do reino, acharam por bem – do alto de sua sabedoria – botar alguns pingos nos is e descer à ágora dos sacripantas para discordar do governo e sua corte e lançar um pouco de lenha na fogueira das vaidades e das intrigas antirepublicanas.

O povo trabalhador, de volta para casa após mais um dia de labuta, passa por aquelas figuras exóticas sem entender muito bem o que falam na ágora, mas puderam ouvir algumas frases soltas.

Dizia o príncipe envolto em seu fardão com filigranas douradas: "Marina Silva é uma reserva moral do país"... O filósofo, com cara de bravo, acenava com pedagogias democráticas: "Que ao menos fique a lição de que nenhuma invenção democrática neste país será possível sem um processo amplo, geral e irrestrito de combate à corrupção, no qual o último mensaleiro petista será, enfim, enforcado nas tripas do último mensaleiro tucano"... E como que a concordar com a animada retórica acadêmica, o poeta, de longos cabelos grisalhos, soltou o seu canto ditirâmbico: "Será que esse país tem medo de punir?"
Artigo Completo, ::AQUI::

Bláblárina é um salto no escuro

Posted: 04 Oct 2013 03:17 PM PDT


"Ela foi um ponto fora da curva em 2010. E em 2014 não fez a curva

Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

Bláblárina cumpriu todo os requisitos, diria o Gilmar Mentes (*) menos um: não conseguiu as assinaturas.

Não tem, ao menos, 5% dos eleitores.

Vamos relevar os traços autoritários de uma personalidade dissimulada, obliqua, que se move por um sentimento que não tem nada de "novo" nem "revolucionário" – é a busca da forra, contra Lula e Dilma, a escolhida e, não, ela.

Despeito que se esconde na alma desde o Homem de Neandertal.

O importante é que Bláblárina demonstrou cabalmente que não soube organizar um Partido Político.

Como é que ela vai organizar a Política, se eleita ?
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Cartório, auto-complacência...e sincericídio

Posted: 04 Oct 2013 09:27 AM PDT


Alfredo Sirkis, Blog do Sirkis

 "O Brasil da secular burocracia pombalina, do corporativismo estreito e da hipocrisia politico cartorial falou pela voz da maioria esmagadora do tribunal.  A voz solitária de Gilmar Mendes botou o dedo na ferida na forma do juz esperneandi. O direito de, literalmente,  espernear.

 Para mim não foi surpresa alguma, nunca foi uma questão de fé --Deus não joga nesta liga--  mas de lucidez e conhecimento baseado na experiência pregressa. Eu tinha certeza absoluta que se não tivéssemos uma a uma as assinaturas certificadas, carimbadas, validadas pela repartição cartórios de zonas eleitorais íamos levar bomba.

 A ministra relatoria fez uma defesa quase sindicalistas de seus cartórios de sua "lisura" . Gilmar Mendes mostrou claramente o anacronismo deles na era digital. Prevaleceu a suposta  "dura lex sed lex" mas que pode também ser traduzido, no caso, pelo mote: "aos amigos, tudo, aos inimigos, a Lei".  E o PT já tinha avisado que "abateria o avião de Marina na pista de decolagem".
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A mídia, Veríssimo, política e o diálogo de surdos

Posted: 04 Oct 2013 09:12 AM PDT

Bob Fernandes, Terra Magazine

"Tem ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inconformado com o prontuário da criação e registro dos partidos Pros e Solidariedade. Histórias de arrepiar. 

Esse clima breca o libera geral, que tem sido a praxe. Isso dificulta o registro do partido de Marina.

A Rede dormiu no ponto e chega a um TSE de lupa, que se obriga a ser rigoroso como não tem sido até aqui… 

E Serra fica no PSDB. Diz que sua missão é "derrotar o PT". Serra diz "contra" o que é. Se esquece de dizer do que é ou seria a favor. Sinal dos tempos.
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Charge do Bessinha

Posted: 04 Oct 2013 07:53 AM PDT


Articulação Aécio-Marina passa pela Globo

Posted: 04 Oct 2013 07:46 AM PDT


"João Roberto Marinho, editor do jornal O Globo, procurou Guilherme Leal, da Natura, e transmitiu a informação de que a chapa dos sonhos da família mais poderosa do Brasil seria formada pelo tucano Aécio Neves e pela ainda sem partido Marina Silva, que, nesta sexta-feira, anuncia seu destino; em nota, senador estendeu o tapete vermelho: "o PSDB continuará trabalhando para apresentar um projeto alternativo ao que está aí, com a permanente preocupação com algo extremamente caro a ex-senadora e a todos nós brasileiros, assegurar ao Brasil um desenvolvimento sustentável"; será que sai casamento sob as bençãos da Globo?


Família mais poderosa do Brasil, com patrimônio somado de mais de US$ 21 bilhões, os Marinho, da Globo, sempre se notabilizaram por influenciar o destino político do País. Apoiaram os militares, ajudaram a eleger Fernando Collor e deram apoio irrestrito à eleição e à reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Os três governos do PT foram uma espécie de ponto fora da curva, na lógica política do Projac.
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E agora, Marina?

Posted: 04 Oct 2013 06:55 AM PDT


Cadu Amaral , Blog do Cadu

"Marina Silva não conseguiu ter o registro de seu partido – ou seria antipartido? – aprovado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por seis votos a um, a corte eleitoral entendeu que as exigências para a criação de um partido não foram cumpridas, com destaque ao mínimo de assinaturas necessárias (492 mil) previsto em lei.

Marina agora deve se filiar a outro partido político para poder se candidatar às eleições de 2014. Roberto Freire disse que as portas do PPS estão abertas (resta saber se o Serra deixa Marina se filiar).

Independente das críticas que se possa fazer ao perfil da Rede Sustentabilidade proposto por Marina Silva, um partido que mais parece uma ONG e, desde o embrião atrelado ao capital financeiro via Itaú-Unibanco, as regras para a criação de partidos no Brasil deveriam ser mais simples.

Não é a quantidade de partidos que torna o sistema político eleitoral frágil e sim como se dá a necessidade dos partidos dentro dele. Se uma agremiação partidária serve apenas para disputar eleições, para abrigar "personalidades" que puxam votos, aí sim, temos partidos demais."
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Marco entre a ditadura e a democracia, Constituição de 1988 completa 25 anos

Posted: 04 Oct 2013 05:52 AM PDT



Iolando Lourenço e Ivan Richard, Agência Brasil

"Declaro promulgado o documento da liberdade, da democracia e da justiça social do Brasil", disse há 25 anos o então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, ao promulgar a nova Constituição Federal, em vigor até hoje. O Brasil rompia de vez com a Constituição de 1967, elaborada pelo regime militar que governou o país de 1964 até 1985.

O trabalho que resultou na "Constituição Cidadã" começou muito antes da Assembleia Constituinte e o fim da ditadura. A luta para acabar com o chamado "entulho autoritário" ganhou força com a derrota da Emenda das Diretas-Já, ou Emenda Dante de Oliveira, rejeitada por faltarem 22 votos, no dia 25 de abril de 1984.

Passadas duas décadas dos militares no Poder, com a restrição de vários direitos e depois da derrota na votação que instituiria o voto direto para presidente da República, lideranças políticas, como Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Luiz Inácio Lula da Silva, Miguel Arraes, Fernando Henrique Cardoso e muitos outros percorreram o Brasil para tentar unir a sociedade com o ideal de pôr um fim ao regime autoritário."
Matéria Completa, ::AQUI::
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Francisco Almeida 




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