segunda-feira, 15 de abril de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Ao perdedor, os tomates


BRASIL! BRASIL!


Charge do Bessinha

Posted: 14 Apr 2013 05:55 PM PDT


Limites civilizados

Posted: 14 Apr 2013 05:54 PM PDT

Delfim Netto, CartaCapital

"A redução permanente da taxa de inflação no Brasil para limites civilizados está longe de poder ser resolvida pela elevação da taxa de juros, simplesmente com a manipulação da Selic. Todos sabem, em especial nos mercados financeiros, que conter a inflação depende de uma ação coordenada dos governos e do suporte da sociedade na redução dos benefícios ilegítimos apropriados por amplos segmentos nos setores públicos e privados.

É de setores do mercado financeiro que surgem, contudo, as reações menos "civilizadas" à postura cautelosa do governo no trato da política monetária. Quando o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, diz, em audiência pública no Senado Federal, que o mercado precisa entender não haver "qualquer hipótese de o governo da presidenta Dilma e o próprio BC serem tolerantes com a inflação", logo os agentes financeiros começam a especular que a autoridade monetária prepara o ambiente para a alta da Selic, "se não na reunião de maio do Copom, quem sabe até antes, na de abril…"

Especuladores muito ansiosos defendem sem constrangimento a conveniência de promover a elevação do juro -real "para gerar logo algum desemprego e, assim, reduzir a taxa de inflação que teima em se aproximar do limite superior da meta". Como o mercado é viciado em volatilidade, agentes mais excitados trataram de enxergar ambiguidade na colocação de meridiana clareza do presidente do BC, em resposta ao questionamento dos senadores durante a audiência desta semana. "Se e quando for necessário, o Banco Central usará os instrumentos de política monetária para que a convergência da inflação para a meta se materialize mais à frente", disse Tombini."
Artigo Completo, ::AQUI::

Ao perdedor, os tomates

Posted: 14 Apr 2013 05:04 PM PDT


Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa
 
"Os principais jornais de circulação nacional demonstram um entusiasmo quase triunfal pelas notícias sobre aumentos pontuais dos preços de certos gêneros alimentícios. Os índices anunciados no último mês realmente mostram um descompasso nos valores de alguns produtos, com especial destaque para o tomate, que se tornou até mesmo tema de anedotas nas redes sociais.

O movimento de alta produz sua consequência natural em qualquer economia: a queda nas vendas do varejo. A imprensa adora citar aquela frase famosa do estrategista do ex-presidente americano Bill Clinton, James Carville, anotada num quadro da sede da campanha eleitoral de 1992: "É a economia, estúpido".

Na sexta-feira (12/04), porém, a reação natural dos consumidores faz os editores se esquecerem da lição contida na frase, justamente para fazer uso político de seu significado. O Globo e a Folha de S.Paulo pareceram ter combinado. Com variação sutil, os dois diários anunciam em suas manchetes: "Alta de alimentos derrubavendas de supermercados", disse a Folha; "Alta dos preços já derruba vendas em supermercados", anunciou o Globo.

A análise da intencionalidade de uma frase, no caso das manchetes de jornais, virou brincadeira de criança, tamanha a falta de sutileza do texto jornalístico. Observem a leitora e o leitor, por exemplo, o uso do verbo "derrubar" em contexto que induz a certa dramaticidade, e, no caso do Globo, a inserção do advérbio "já", de intensidade, que denota uma suposta antecipação da queda nas vendas do varejo, apresentada como fato incontornável."
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Se Maduro vencer, ou seu povo é louco ou a mídia mente

Posted: 14 Apr 2013 04:10 PM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Enquanto escrevo, algumas horas separam o mundo do resultado da campanha eleitoral-relâmpago a que a Venezuela foi empurrada pela morte de Hugo Chávez. Escrevo, pois, sobre o futuro, o que é uma temeridade.

Mas ouso arriscar.

Lendo o noticiário brasileiro sobre aquele país, tento esquecer de tudo o que sei sobre ele de forma a levar em conta tais notícias.

O fato é que, sem conhecer a realidade venezuelana, torna-se praticamente impossível acreditar que o candidato do chavismo, Nicolás Maduro, possa vencer.

A menos que os quase 29 milhões de venezuelanos sejam masoquistas ou completamente doidos, se me pautar pelo noticiário concluirei por uma vitória acachapante do principal entre os sete candidatos opositores: Henrique Capriles Radonski.

O noticiário sobre a Venezuela remete a um inferno. Inflação e violência estariam fora de controle, o povo estaria sendo castigado por desabastecimento de gêneros de primeira necessidade, imperaria censura à imprensa…

Ufa! Que país é esse do noticiário? Um país em ruínas, claro."
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Coincidências

Posted: 14 Apr 2013 09:06 AM PDT


As ideias de FHC ficam cada vez mais parecidas
com aquelas da mídia de direita. Infelizmente
para eles a maioria pensa diferente.
Foto: Vanderlei Almeida/AFP

Marcos Coimbra, CartaCapital

"A vida é cheia de coincidências. Recentemente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicou um de seus habituais artigos de discussão política. Foi daqueles nos quais assume o papel de farol das oposições. Seu conteúdo era, como se esperaria, fortemente crítico em relação ao governo.

Por coincidência, no mesmo dia, os principais jornais estavam cheios de notícias negativas sobre a situação nacional. Depois de lê-los, qualquer um ficaria com a impressão de que o Brasil caminha em marcha acelerada para o buraco (se é que já não estaria dentro dele).

Em outra coincidência, ficou pronta, naquele domingo, uma nova pesquisa nacional da Vox Populi. Feita em todo o País, sua amostra era suficiente para que os resultados sejam representativos dos sentimentos da opinião pública brasileira.

O artigo de FHC e o tom do noticiário eram tão semelhantes que um desavisado poderia suspeitar. Os editores e o ex-presidente estariam combinados? Você diz isso e nós aquilo? Nós mostramos os "fatos" e você os interpreta?
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De quem é a mão que balança o berço da mídia?

Posted: 14 Apr 2013 07:53 AM PDT


"Nunca antes, na história deste País, houve uma coincidência tão grande entre capas de revistas e manchetes de jornais; essa sintonia ocorre às vésperas de uma reunião do Comitê de Política Monetária e tem dois objetivos paralelos: arrancar juros maiores do governo e desgastar a presidente Dilma; quem seriam os articuladores? FHC? Roberto Setubal?

Brasil 247

Há quem acredite em coincidências. E na hipótese de que, ao longo desta semana, os editores das revistas Época e Veja tenham tido a mesma inspiração. A capa seria dedicada ao tema inflação e não haveria nada melhor para sinalizar a escolha do que o tomate. Nos dois casos, a mesma piadinha: a de que a presidente Dilma Rousseff teria "pisado no tomate".

Assim como nas revistas semanais, coincidências também ocorreriam nos principais jornais do País, que, num mesmo dia, seriam capazes de produzir manchetes idênticas, sobre o estouro da meta inflacionária e a necessidade de juros maiores. Aconteceu com Globo, Estado e Folha na semana passada."
Matéria Completa, ::AQUI::

A "Grande Mídia" é intolerante

Posted: 14 Apr 2013 06:38 AM PDT


"A intolerência demonstrada pela "Grande Mídia", no episódio da minha participação no Fórum da Igualdade e minha ausência no Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, prova que ainda temos um largo caminho a percorrer, para permitir que as opiniões divergentes circulem livremente na nossa democracia limitada. Estas questões não interessam ao "Fórum da Liberdade", mas certamente interessam ao "Fórum da Igualdade". Por isso fui neste, mais fraco. Não no outro, mais forte. O artigo é de Tarso Genro.

Tarso Genro, Carta Maior

Um debate sobre a "regulação" da mídia que ocorreu aqui no Rio Grande do Sul por ocasião do "Fórum da Liberdade", do qual não participei e do "Fórum da Igualdade", do qual participei como conferencista inaugural, teve ampla repercussão no Estado e refletiu nacionalmente através uma matéria decente publicada na Folha de São Paulo. Foi um episódio que demonstrou, mais uma vez, a intolerância e a arrogância da "Grande Mídia", para traficar os seus valores - fundados no lucro e na anarquia do mercado - no sentido de os tornarem artificialmente universais.

Como julgo este assunto extremamente importante, para a esquerda e para o projeto democrático de nação que está em disputa no país, vou relatar o conteúdo da minha exposição no "Fórum da Igualdade". Não vou citar nomes de pessoas nem de empresas, porque não só não tenho interesse de promover um debate personalizado sobre o assunto, como também entendo que esta matéria não é restrita ao nosso Rio Grande e deve ser alvo de discussões que não podem ser banalizadas por conjunturas regionais.

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Francisco Almeida 




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