terça-feira, 23 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 22 Oct 2012 04:55 PM PDT
"Marco Aurélio Mello e Celso de Mello foram responsáveis pelos maiores arroubos retóricos no clímax do julgamento da Ação Penal 470. Um citou o número 13 do PT e comparou o partido à mafia italiana. Outro, ao PCC e ao Comando Vermelho, afirmando ainda que os réus, como José Genoino e José Dirceu, devem ser punidos como delinquentes – aliás, por que não enforcá-los? Talvez tenha sido coincidência que tudo isso tenha ocorrido a apenas seis dias das eleições. Talvez


Brasil 247

Este 22 de outubro de 2012 é o dia que, para o bem ou para o mal, entrará para a história do Supremo Tribunal Federal. A data em que dois ex-presidentes do partido político mais votado no primeiro turno das eleições municipais – José Dirceu e José Genoino – foram mandados para a forca como bandidos comuns e condenados como quadrilheiros.

Talvez tenha sido coincidência que o auge do julgamento do mensalão ocorresse a seis dias das eleições municipais. Outra possível coincidência, a edição do Jornal Nacional, que emendou a propaganda de José Serra com o noticiário sangrento sobre o tema. E que destacou, naturalmente, as peças de retórica mais ousadas. Ambas partiram dos dois "Mellos" do Supremo Tribunal Federal: o decano Celso de Mello e o sempre surpreendente Marco Aurélio Mello.

É possível que haja razões jurídicas para condenar boa parte dos réus da Ação Penal 470. Mas o dia de hoje ficará marcado como a data em que dois ministros preferiram trilhar um caminho político na suprema corte."
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Posted: 22 Oct 2012 04:12 PM PDT
Saul Leblon, Carta Maior


"O tucano José Serra esgotou seu repertório antes de terminar a campanha.
Seu maior problema nesses dias que restam da disputa em SP é decifra o enigma: o que mais dizer ao eleitor que não o ouviu até agora?
A percepção mais grave é que sua narrativa perdeu significado para o próprio PSDB. Pior: a imensa rejeição que atrai tornou-o um estorvo ambulante para o futuro do partido.

A obsolescência contagiosa prenuncia-se em isolamento. Ele se reflete nos recados de pavões partidários, sempre ágeis em se desvencilhar do legado de uma derrota. Sobretudo, quando tende a deixar sequelas na opinião pública simpatizante da legenda.

FHC e Sergio Guerra vazam desapontamento com a condução das coisas em SP. Contabilizam como erro primário a fusão da candidatura à agenda da intolerância.

O horizonte de uma vitória tucana em SP, associado a um termidor de malafaias, colou um alerta em parcelas da classe média percolável pelo PSDB; adensou a percepção de um agrupamento que age e urdi na base do vale tudo que a publicidade condena.

Não só. Muitos consideram inábil a sôfrega exploração do julgamento em curso no STF pela campanha em SP.

Serra está distribuindo milhões de adesivos com o slogan ' Diga não ao mensalão'. A panfletagem é uma parceria calculada com o calendário desfrutável do julgamento, que deve culminar esta semana com a deliberação de penas.

É o tour de force que lhe restou nas horas que correm. Pode siginificar um desastrado saque contra o futuro, na avaliação de analistas embarcados na sorte do PSDB.

A mão grande de Serra na cumbuca da Ação Penal 470 dessacraliza um trunfo nacional contra o PT em 2014. Ademais de arguí-lo com uma derrota nas urnas em São Paulo, subtraiu ao julgamento um cerimonial de ecumenismo e equidistância que o legitimaria."
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Posted: 22 Oct 2012 03:54 PM PDT


Em jogo tucano, canhão dispara Paulo Maluf contra uma escola técnica
Carta Capital


"A campanha de José Serra (PSDB) à prefeitura de São Paulo lançou um jogo online chamado "Angry Haddad". Nele, o jogador deve destruir obras consideradas vitrines dos tucanos na metrópole, como as Amas (Assistência Médica Ambulatorial), escolas técnicas e estações de metrô. Para isso, o internauta deve disparar contra os edifícios usando um canhão. As "munições"  são passarinhos semelhantes ao candidato petista Fernando Haddad (PT), ao deputado federal Paulo Maluf (PP) e a José Dirceu.

A tela inicial do jogo diz "tudo o que Haddad precisa para destruir São Paulo é o seu apoio, quer ver? Use os bonecos de Haddad, do Maluf e do José Dirceu para destruir a cidade". Cada vez que o jogador destrói um edifício, aparece uma legenda depreciativa. "Viu? Você colocou uma Ama no chão e arrasou a saúde de São Paulo".

A interface e o nome do jogo é baseado em Angry Birds, sucesso de vendas de uma desenvolvedora de jogos finlandesa."


Posted: 22 Oct 2012 02:45 PM PDT
Marina Novaes, Portal Terra


"O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, recebeu nesta segunda-feira o apoio de 20 líderes religiosos ligados a 11 igrejas e nove entidades evangélicas da capital paulista, que se comprometeram a pedir votos para o petista até o próximo domingo, quando ele enfrenta José Serra (PSDB) no segundo turno da disputa. No encontro, o candidato do PT recebeu um manifesto que defendia, entre outras coisas, a "liberdade para todas as crenças" na cidade, a manutenção de uma administração laica e o fim das "perseguições e clima de medo", segundo eles, gerado pela aplicação incorreta e "arbitrária" da 'lei do Psiu' na gestão atual.

"Eu penso que é um gesto importante, sobretudo em um momento em que as campanhas políticas às vezes querem derrapar nessa questão (religiosa)", disse Haddad, que negou que irá flexibilizar a aplicação da lei do silêncio urbano na capital paulista, mas que se comprometeu a verificar se, de fato, a lei tem sido aplicada de modo "arbitrário", caso seja eleito.

O apoio surge dias após o pastor Silas Malafaia, da igreja Associação Vitória em Cristo, declarar apoio a José Serra e publicar vídeos em que ataca Haddad devido à elaboração do kit anti-homofobia em sua gestão como ministro da Educação. Segundo Haddad, os líderes religiosos se "solidarizaram" contra os ataques de Malafaia, que chegou a declarar que "arrebentaria" com ele durante a campanha."
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
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Posted: 22 Oct 2012 07:19 AM PDT
José Roberto de Toledo, Estadão.com.br


"Não importa o resultado do segundo turno, esta eleição deixará lições valiosas. Não é obrigatório prestar atenção, mas permite cometer erros novos, em vez de repetir os mesmos de sempre.
Lição dos partidos: quanto mais 

candidatos, mais prefeitos eleitos.
Parece óbvio e é, mas poucos partidos seguiram essa regra. PSB e PT cresceram em prefeituras porque lançaram mais candidatos a prefeito do que no pleito anterior. Já PMDB e PSDB começaram a encolher sua base municipal quando deixaram de lançar tantos candidatos em 2012 quanto em 2008. Os avanços petista e socialista não foram acaso, mas investimento.

O PT tem a menor eficiência entre os grandes partidos na eleição de candidatos a prefeito. Elege 1 a cada 3, enquanto o PMDB quase chega à relação de 1 para 2. Porém, a maior taxa de sucesso peemedebista tem a ver com o tamanho dos municípios onde disputa a eleição: em pequenas cidades é mais comum haver apenas dois candidatos, aumentando a probabilidade de vitória. 

Isso significa que o PMDB é mais eficiente em quantidade de prefeituras conquistadas, mas não em eleitorado a governar. O PT conquistou cidades cujo porte médio é duas vezes maior do que dos municípios onde o PMDB elegeu seus prefeitos. O PSB está no meio do caminho. Vai governar prefeituras de cidades que são, em média, um terço maiores do que as peemedebistas e um terço menores do que as petistas. Os tucanos estão entre PSB e PT.


O tamanho médio das cidades que o PSDB governará é 22% maior do que as do PSB e 21% menor do que as do PT. Os tucanos elegeram 43% de seus candidatos a prefeito. Tudo isso seria ótimo se o partido não tivesse conquistado menos prefeituras do que em 2008. Para ser atraente, um partido precisa, acima de tudo, ser perspectiva de poder. O PSB saiu ganhando das urnas porque está em ascensão e, ao contrário do PSD, não apenas nos cafundós."
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Posted: 22 Oct 2012 07:07 AM PDT


Dilma com Pelegrino(PT) no Palanque de Cajazeiras(Salvador)
Vitor Hugo Soares, Terra Magazine / Blog do Vitor Hugo Soares


"Esta segunda-feira a campanha eleitoral em seu segundo e decisivo turno promete pegar fogo em São Paulo, a maior cidade da América do Sul,como diz a canção, Depois da agitada passagem pelos palanques do bairro popular de Cajazeiras, em Salvador (BA), a presidente Dilma Rousseff, voou direto para outro palanque petista, em Campinas (SP). Nas duas cidades (entre o Nordeste e o Sudeste), mexeu com os nervos da campanha, mas a munição mais pesada parece ter sido reservada para o comício pró- Fernando Haddad, esta segunda-feira, 22, na capital dos paulistanos.

Enquanto não chega a hora,  vale a pena um olhar sobre as fogueiras acesas no rastro da curta visita de Dilma ao bairro soteropolitano das Cajazeiras.Tão populoso quanto cheio de problemas e dificuldades para seus moradores, mas que de repente virou uma espécie de eldorado para os dois candidatos na semana decisiva da campanha: ACM Neto, do DEM , e Nelson Pelegrino, do PT.     

Terceira capital do País, que Jorge Amado em seus escritos sempre preferiu denominar de Cidade da Bahia – apelidada também de Roma Negra por muitos intelectuais – Salvador mantém histórica relação com o fogo. Uma identidade que atravessa séculos, mas alcança cultural, social e politicamente suas representações mais simbólicas na segunda metade do século XX.   Foi quando pegaram fogo (ou foram incendiados?) – as dúvidas e suspeitas jamais foram cabalmente esclarecidas – primeiro a lendária Feira de Água de Meninos e, anos depois, o original Mercado Modelo da Bahia, não menos famoso.   Pode parecer óbvio para muita gente, mas a simbologia dos incêndios é a que encontro de melhor para expressar o ambiente e o clima que se vê e se respira na capital baiana nestes últimos dias de campanha encarniçada do segundo turno eleitoral da disputa pela prefeitura da cidade tão querida e tão cantada durante séculos, mas praticamente desmontada e retalhada para atender apetites famélicos nos últimos anos de calamitosa administração e ausência do poder público."
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Posted: 22 Oct 2012 05:48 AM PDT



Posted: 22 Oct 2012 05:43 AM PDT
"Com o presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, José Bernardo Ortiz, afastado por improbidade, Ministério Público poderá se debruçar sobre gastos de R$ 692,6 milhões realizados nos últimos oito anos em bolsas universitárias; MP já recebeu denúncia de caixa-dois por meio da educação superior e a instituição que mais recebeu recursos, a Sumaré, nasceu e cresceu com os tucanos, levando R$ 56,6 milhões



No dia 3 de outubro deste ano, um dos braços direitos de Geraldo Alckmin teve seus bens bloqueados e foi afastado do cargo que ocupava, por uma decisão judicial. Era José Bernardo Ortiz, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), que foi acusado de fraudar uma licitação para a compra de 3,5 milhões de mochilas escolares. Ex-prefeito de Taubaté, Ortiz é muito próximo do governador paulista, tem um filho que está concorrendo à prefeitura da cidade no segundo turno e foi denunciado pelos procuradores Sílvio Marques (o mesmo que investigou Paulo Maluf) e Saad Mazloum.

O caso das mochilas, onde teria havido um sobrepreço de R$ 11,5 milhões segundo o Ministério Público, é pequeno diante do volume de recursos administrados pela FDE. Um levantamento obtido com exclusividade pelo 247 aponta que, entre 2003 e 2011, nas administrações de Geraldo Alckmin e José Serra, a Fundação distribuiu R$ 692,6 milhões em bolsas de estudo nos programas "Escola da Família" e "Bolsa Alfabetização". São programas que pagam R$ 300 por mês a instituições de ensino que concedem bolsas a alunos carentes.

Diferentemente do governo federal, que financia a inclusão na educação superior por meio do Fies, um fundo que concede empréstimos aos estudantes, em São Paulo os recursos são doados às escolas que abrem vagas. E esse sistema fez surgir algumas "potências". É o caso do Instituto Sumaré de Educação, que liderou os repasses tucanos e recebeu R$ 56,6 milhões nos últimos anos e continua em primeiro lugar no ranking, apesar da pouca tradição educacional, à frente de instituições como PUC, Anhanguera e muitas outras.

Procurados pelo 247, o Instituto Sumaré e a FDE não forneceram a relação dos bolsistas atendidos pela escola nem se pronunciaram seobre a desproporção na distribuição de verbas do governo paulista. O caso chama a atenção porque Sílvio Marques já recebeu a denúncia de que o PSDB estaria utilizando algumas instituições de ensino privadas como fachada para a arrecadação de caixa dois eleitoral, por meio de bolsas-fantasmas (leia mais aqui)."


Posted: 22 Oct 2012 05:24 AM PDT
"Prevalece a tendência de os pobres votarem no lulismo e os ricos optarem pela oposição


André Singer, Folha de S. Paulo

Até 28 de outubro o balanço é provisório, pois tudo pode mudar na última hora, mas, mantidos os indicadores atuais, o realinhamento de 2006 se mostrará influente no próximo domingo.

Não se trata apenas das conquistas que o lulismo deverá colher em prefeituras com perceptível peso político, mas da continuidade, para além das siglas partidárias, do tipo de divisão social que as eleições têm expressado.

Prevalece, desde então, a tendência de os pobres votarem nos candidatos lulistas e de os ricos optarem pela oposição.

O caso de São Paulo é emblemático. Até sexta passada, na periferia do extremo leste, para cada morador disposto a escolher Serra encontravam-se quase quatro inclinados a sufragar o nome de Haddad, mostrando para onde migrou o voto conservador de Russomanno. Já nas regiões oeste e sul 1, as mais ricas, o tucano tinha maioria.

Mas não apenas em São Paulo -que com 8,6 milhões de eleitores desequilibra o quadro nacional- o sufrágio está polarizado pela renda."
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