quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 22 Feb 2012 05:21 AM PST
Cristiane Jungblut, O Globo / Extra

"A presidente Dilma Rousseff vai inciar, depois do carnaval, uma série de encontros com partidos da base aliada, em especial com as bancadas da Câmara. A promessa foi feita na reunião do Conselho Político, e os encontros devem ocorrer em março. As conversas servirão para resolver "contenciosos", como o espaço do PDT e até do PR no primeiro escalão do governo.

O PDT já não esconde mais a insatisfação com a demora na escolha de um nome da sigla para ocupar do Ministério do Trabalho, onde o interino Paulo Roberto Pinto está desde o início de dezembro, quando Carlos Lupi deixou o cargo. Na semana passada, o próprio Lupi disse que trataria do assunto com o Palácio do Planalto.

O incômodo do PDT tem aparecido nas sessões da Câmara. O partido tem ameaçado votar contra o projeto que cria o Regime de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp). Aliado ao PSDB, DEM, PSOL e ao PR, o PDT fez coro à proposta de adiamento da votação do Funpresp na primeira semana de fevereiro, o que irritou o Planalto.

Dentro do PDT, os nomes cotados continuam sendo do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), que foi colega de Dilma quando era pedetista, e o secretário-geral da sigla Manuel Dias. A presidente baterá o martelo sobre o escolhido, devendo pesar muito na sua decisão a proximidade que tem com Vieira da Cunha."
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Posted: 21 Feb 2012 03:49 PM PST



"O grupo de hackers Anonymous agendou para o dia 31 de março o "maior ataque a rede" até o momento, invadindo 13 servidores importantes e causando um "apagão" na rede. O anúncio sobre a intenção de suspender temporariamente a internet em todo o mundo foi publicada em um site na web onde o grupo lança suas ameaças de ataques. As informações são do site 20 minutos.

O objetivo do grupo é protestar contra a Sopa, WallStreet e os "irresponsáveis líderes e banqueiros por meio da saturação da internet". O Anonymous chamou o ataque de Global Blackout e disse que vai impedir o funcionamento de 13 servidores DNS raiz. Com isso, segundo o grupo, não será possível realizar uma busca de nome de domínio, impedindo o funcionamento da rede.

O grupo não disse quanto tempo vai durar a ação, mas afirmou que pode ser uma hora ou vários dias. O Anonymous terminou a mensagem com uma frase atribuída ao ex-presidente americano Benjamin Franklin: "aquele que sacrifica a liberdade por segurança, não merece nenhuma das duas" (em tradução livre).

Em janeiro deste ano, o Anonymous - grupo global de hackers representado por uma máscara branca com um sorriso - bloqueou por várias horas os sites do FBI e do Departamento de Justiça americano, em represália pelo fechamento por parte dos Estados Unidos do site de trocas de arquivos Megaupload. Posteriormente, o Anonymous assumiu a autoria de um ataque ao site da agência de inteligência americana, a CIA.

Seu método é o mesmo: interromper as operações de um site por excesso de conexões. No final de 2010, o Anonymous atacou os sites de Amazon, Visa, MasterCard e PayPal devido à decisão dessas empresas de deixar de trabalhar com o Wikileaks."


Posted: 21 Feb 2012 03:23 PM PST


"Um católico que, no dia 5 de novembro de 1605, quase conseguiu fazer voar pelos ares o Parlamento inglês com 30 quilos de pólvora, com o rei James I dentro, é o rosto oficial de uma nova revolta ocidental. Sem se encaixar em um rótulo tradicional, Anonymous realiza a sua maneira o desejo não confesso de muitos cidadãos do planeta: colocar uma pedra na engrenagem da perfeição ultraliberal, abrir a cortina de sociedades ultrapoliciais que só protegem os interesses do poder. O artigo é de Eduardo Febbro.

Eduardo Febbro, Carta Maior

Guy Fawkes nunca pensou que sobreviveria a tantos séculos, e menos ainda que, mais de quatrocentos anos depois de suas andanças, a máscara que o representa se converteria em pleno século XXI no emblema daqueles que – desde os indignados até os guerreiros digitais do Anonymous, passando por toda a galáxia dos grupos antiglobalização – se opõem ferreamente à ordem de um mundo ultraliberal, depredador e indolente.

Este católico que, no dia 5 de novembro de 1605, quase conseguiu fazer voar pelos ares o Parlamento inglês com 30 quilos de pólvora, com o rei James I dentro, é o rosto oficial da revolta ocidental e, mais precisamente, o distintivo com o qual o grupo de hackers reunido sob a denominação de "Anonymous" se apresenta ao mundo. Suas ações já são parte da resistência permanente contra toda forma de violação de liberdade segundo os critérios com os quais Anonymous a entende.

Presente há vários anos na cena do hacking contestatório, Anonymous ganhou fama quando, em 2010, em plena ofensiva oficial contra o fundador do Wikileaks, Julian Assange, o grupo atacou as empresas multinacionais que tinham se somado ao boicote instrumentalizado pelo governo dos EUA contra todas as fontes de financiamento do Wikileaks: os portais de Amazon, PayPal, Visa, MasterCard e Postfinance, a filial dos serviços financeiros dos correios suíços, foram bloqueados pela operação Payback montada por Anonymous contra essas empresas que, sem ter nenhuma ordem judicial, trataram de impedir que o dinheiro chegasse a Wikileaks.

Era a primeira vez na história que se realizava uma ofensiva dessa magnitude não mais em nome do ciberanarquismo, mas sim em defesa de certa forma de liberdade.

Quem são e de onde vem esses valentes que ousaram penetrar as portas mais protegidas para ferir o coração do sistema? Frédéric Bardeau e Nicoals Danet, os autores de um destacado ensaio sobre Anonymous ("Anonymous: piratas informáticos ou altermundistas digitais?'), descrevem a influência desta galáxia sem hierarquia nem manual de instruções como "um movimento que modifica a relação de formas no interior da sociedade".

De ação em ação, Anonymous instalou-se na paisagem política mundial e excedeu em muito a herança de seus pais culturais, a saber, toda a cultura contestatória norteamericana dos anos 70 perfeitamente representada por Stephen Wozniak, co-fundador da Apple, e Richard Stallman, o iniciador do projeto GNU."
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Posted: 21 Feb 2012 03:10 PM PST


Sabrina Craide, Agência Brasil

'A primeira turbina da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira (RO), deve entrar em operação até março, segundo a empresa responsável pela obra, a Santo Antônio Energia. A previsão anterior era que a usina começasse a gerar energia na segunda quinzena de dezembro de 2011.

A empresa não explicou o motivo do atraso, apenas informou que "as providências para o início da geração comercial até março estão em curso". Mesmo assim, o cronograma da usina ainda está adiantado em relação ao previsto em 2007, quando foi realizado o leilão da hidrelétrica, que estabelecia o início da operação para dezembro de 2012.

No fim de dezembro, a empresa iniciou os testes de giro mecânico na primeira turbina, que avaliam o desempenho do equipamento. Cada uma das 44 turbinas da usina tem capacidade para gerar energia suficiente para abastecer até 350 mil residências. As demais turbinas devem entrar em funcionamento gradualmente até 2015.

A hidrelétrica terá capacidade instalada de 3,15 mil megawatts e vai custar cerca de R$ 16 bilhões. Com a Usina Hidrelétrica Jirau, a Santo Antônio forma o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, um dos principais empreendimentos energéticos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)."


Posted: 21 Feb 2012 02:52 PM PST
"Pânico chega à Band pedindo liberdade que Rafinha Bastos não teve; ele saiu do CQC depois de piada sobre Wanessa Camargo e o bebê; a trupe de Emílio, no entanto, acumula processos judiciais; humor precisa se reinventar?

Diego Iraheta, Brasil 247

Por que trabalhar com humor ficou tão perigoso no Brasil? Dá processo, indenização, polêmica… O que está errado: o ofício dos humoristas, cuja vocação é fazer rir, ou a cultura do "politicamente correto", que tenta higienizar deboche e ironia de todas as partes, inclusive dos programas humorísticos? A alta cúpula da Band está se deparando com essas questões e terá que bater martelo sobre um pedido de seus mais novos funcionários. Recém-chegada da RedeTV!, a irreverente galere do Pânico quer mais do que salários e bônus advindos de merchandising. A coluna Outro Canal, da Folha, informa nesta terça, 21, que os humoristas pediram "liberdade total" no programa.

A preocupação da gang do Pânico é tomar um pito da Band, que tirou do CQC Rafinha Bastos, em outubro do ano passado. O motivo foi a declaração de Rafinha no programa, considerada por muitos infeliz, de que "comeria" Wanessa Camargo e o filho. Os fãs do humorista acharam uma bobagem a dimensão que a brincadeira tomou… Virou caso de Justiça, com direito a feto como autor de ação e uma sentença proferida de maneira ligeiríssima, muito diferente de inúmeras ações que tramitam na Justiça brasileira, condenando Rafinha."
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Posted: 21 Feb 2012 06:23 AM PST




Posted: 21 Feb 2012 06:20 AM PST


Altamiro Borges, Blog do Miro

"Pelo jeito, o Carnaval dos tucanos não está sendo nada divertido – está mais com cara de Cinzas. Na véspera da folia, José Serra se sentiu o próprio Rei Momo, o dono da festa. Foi paparicado até por seu rival, Geraldo Alckmin, para ser o candidato do partido às eleições paulistanas. Metido, ele exigiu que todos se curvassem a sua realeza e que a fantasia das prévias do PSDB fosse rasgada.

Mas, pelo jeito, houve uma rebelião dos carnavalescos tucanos. Dos quatro pré-candidatos às prévias, três se recusam a rasgar as alegorias. Apenas Andrea Matarazzo, o candidato das abotoaduras de ouro, topou viajar com Serra para Buenos Aires. Trocou o samba pelo tango! Para piorar, o verdadeiro dono da escola, o carnavalesco FHC, resolveu tumultuar o desfile tucano.

O bloco tucano vai definhar?


Um de seus porta-bandeiras, Eduardo Graeff, assessor do ex-presidente, avisou que Serra não está com esta bola toda e que seu reinado de Momo tem limites. Não dá para descartar os foliões das prévias. "O PSDB vai definhar se continuar sendo apenas um clube parlamentar e uma federação de 'caciquias' estaduais. O PSDB precisa se conectar com os seus filiados", alertou.

O racha na cúpula da escola tucana pode até atrapalhar o jogo pragmático de outro folião, o prefeito Gilberto Kassab. Diante dos desarranjos no desfile, ele submeterá o seu bloco carnavalesco – que "não é de esquerda, nem de direita e nem de centro" – aos planos de desajeitado e prepotente Rei Momo? Pelo jeito, a quarta-feira de Cinzas será prolongada! A devassidão vai correr solta!"


Posted: 21 Feb 2012 06:00 AM PST
"Na conta do contribuinte, serão cerca de sete mil vereadores a mais em todo o país

O Globo

A fatura a ser paga por contribuintes de todo o país pelo aumento do número de vereadores em cerca de 7 mil, a partir de 2013, será cobrada já neste ano. Para acomodar esse contingente, câmaras municipais têm incluído no orçamento de 2012 reformas para ampliações de suas sedes, locação de imóveis para instalar gabinetes ou até mesmo a construção de novo prédio para o Legislativo. Ao todo, 2.153 municípios brasileiros tiveram permissão do Congresso para ter mais vereadores. A conta final promete ser milionária, apesar de todo o discurso feito por deputados e senadores, na época da aprovação da PEC dos Vereadores, em 2009, de que a medida não traria despesas.

Não existem levantamentos nem estimativas oficiais ou extraoficiais do tamanho desses gastos nos legislativos municipais. Mas casos reunidos pelo GLOBO em vários estados indicam que o total dessa fatura será alto. Em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, a previsão é gastar R$ 6 milhões com a construção de uma nova sede para 27 parlamentares. Hoje eles são 21. Em Maceió, a Câmara estima desembolsar cerca de R$ 5 milhões na compra de um novo prédio. O município terá 31 cadeiras em 2013, contra as atuais 21."
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Posted: 21 Feb 2012 05:30 AM PST


"O sucesso do milagre econômico chinês apresentou ao mundo uma novidade quase não imaginada frente à inconteste hegemonia estadunidense. Seja na evolução do comércio externo ou na presença crescente dos investimentos externos, a China se posiciona de forma cada vez mais sólida como eixo integrador da dinâmica mundial.

Marcio Pochmann, Revista Fórum / Vermelho

Antes da crise do capitalismo global, a economia estadunidense apresentava sinais de certa decadência frente ao seu esvaziamento produtivo e da relativa perda de importância do dólar. Mas, a partir de 2008, a perda de influência norte-americana tornou-se cada vez mais evidente, sobretudo quando se considera o sucesso transformista chinês.

Para piorar, os Estados Unidos passam a apresentar sinais crescentes de subdesenvolvimento, como no caso da concentração de renda. Nas últimas três décadas, por exemplo, o segmento constituído pela faixa do 1% mais rico da população teve a sua renda aumentada em 256%, enquanto o rendimento dos pobres subiu somente 11%. Como resultado disso, os EUA voltaram a deter um padrão de desigualdade de renda somente verificado antes da Depressão de 1929.

Diante do descenso estadunidense e do auge chinês, os governos têm a oportunidade de rever estrategicamente o posicionamento de suas economias. Do contrário, a trajetória das relações comerciais e de investimento com a China tende cada vez mais a aprofundar as características históricas já notabilizadas, especialmente durante a antiga ordem internacional estabelecida a partir da Inglaterra.

Como a China atual, o Reino Unido dependia fortemente de produtos primários, enquanto se mantinha como forte produtor e exportador de produtos manufaturados. Ou seja, dava-se o estabelecimento de uma convergência internacional para a produção e exportação de produtos primários e simultânea dependência da dinâmica local à internacionalização dos seus parques produtivos segundo a lógica inglesa.

Em geral, a China passa a deter não somente relações comerciais como presença de investimento superiores às dos EUA. Por meio da globalização financeira, não obstante os sinais de certo esvaziamento do seu papel monetário (fim do padrão ouro-dólar nos anos 1970) e de enfraquecimento relativo de sua produção e difusão tecnológica, os Estados Unidos se transformavam praticamente num império unipolar. Tanto assim que prevaleceu a concepção de pensamento único e visão de fim da História, com predomínio da democracia liberal e do livre mercado."
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