quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 21 Feb 2012 04:47 AM PST


Fabio Martins Di Jorge, Última Instância

"O Brasil tem a internet e a telefonia móvel mais caras do mundo, a despeito da baixa qualidade dos serviços oferecidos. Para se ter uma ideia, a internet sul-coreana é aproximadamente 600 vezes mais rápida que a brasileira.Isso permitiu à Coreia do Sul criar um modelo de educação baseado na interação professor/aluno, com computadores e tablets em sala de aula, que já se tornou referência mundial.

Por isso, vive-se, há pelo menos duas décadas, um grande debate filosófico e político – que gera acirrada disputa eleitoral na quase polarizada política partidária nacional – acerca da privatização dos serviços públicos. A comunidade jusadministrativa, em alerta, se divide, principalmente no tocante a esta nova dicotomia entre Estado promotor de infraestrutura, ao qual parece a União ter-se rendido totalmente nos últimos anos, em detrimento do Estado simples arrecadador. 

Efetivamente, remam a favor do Brasil a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que atraem investimentos internos e externos. Por isso, não há mais como negar que infraestrutura com qualidade e baixo custo deve ser o norte a ser buscado pela República para que, finalmente, atinja seus objetivos constitucionais.

Como bom exemplo desta nova concepção de Estado, muitos se surpreenderam com o valor atingido na licitação dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília, quase cinco vezes superior ao esperado pelo Governo Federal. Utilizou-se o critério de maior oferta de pagamento ao poder concedente pela outorga da concessão. Já há quem defenda, nesse diapasão, a extensão de privatização a todos os aeroportos das capitais brasileiras."
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Posted: 21 Feb 2012 04:30 AM PST


Info Online / Agência Estado

"O velho hábito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar preço já não vale mais. Alguns cliques na internet podem representar uma economia de muitos reais na hora de comprar eletrodomésticos, eletrônicos, brinquedos e até medicamentos, entre outros produtos comparáveis. 

Levantamento feito pelo Estado na semana passada, no qual foram selecionados itens idênticos, vendidos nas mesmas lojas físicas e online, revela que o preço no comércio tradicional pode ser cerca de 25% maior do que o cobrado no comércio online. Exemplo: enquanto uma geladeira frost free duplex, de 352 litros, da marca Brastemp, custava, à vista, R$ 1.999 na loja física, saía por R$ 1.583,01 no site da empresa, com frete grátis. A diferença entre o preço da loja física e o da internet é de R$ 415,99.

A história se repete no caso de uma TV de LED, de 32 polegadas, da Samsung, modelo D 5.500. O preço à vista na loja física é de R$ 1.799 e, na loja virtual, R$ 1.424, também com frete grátis. Uma diferença de R$ 375.

Além de os preços de produtos idênticos serem mais baixos na internet quando comparados com os das lojas físicas, o comportamento médio das cotações no comércio online tende mais para queda (deflação) do que para aumento (inflação). Dois indicadores calculados por instituições diferentes apontam para essa tendência."
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Posted: 21 Feb 2012 04:03 AM PST
Do F5 / UOL

"A transmissão da Globo dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, no domingo, registrou uma queda de 20% na audiência, na comparação com 2011. Anteontem, a emissora marcou 8,3 pontos no Ibope da Grande São Paulo. A primeira noite dos desfiles cariocas no ano passado marcou 10,4. Em 2010, a média foi de 10,9 e, em 2009, 12,5 pontos. Com uma programação alternativa à folia, a Record bateu a Globo durante os dois primeiros desfiles. Das 21h às 23h32, o "Domingo Espetacular" marcou 15 pontos contra 13 da concorrente. Na sequência, o "Repórter Record", das 23h32 à 0h21, também bateu o Carnaval da Globo por 12 a 10 pontos."


Posted: 20 Feb 2012 04:03 PM PST




Posted: 20 Feb 2012 03:53 PM PST


Renata Giraldi, Agência Brasil

"Em meio ao agravamento da crise na Síria e às ameaças de confrontos armados entre Israel e o Irã, o Brasil se prepara para defender o chamado princípio diplomático da responsabilidade de proteger. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, discursará amanhã (21) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a necessidade de a comunidade internacional adotar meios pacíficos para resolver controvérsias.

No discurso, Patriota deverá ressaltar que o ideal é intensificar os esforços da comunidade internacional em utilizar todos os meios não violentos para a proteção de civis e lembrar que quaisquer ações militares têm de ser autorizadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Patriota deverá reiterar que, em caso de ações militares internacionais, a ONU determinará que a atuação tem de ser operacional e temporal – ou seja com prazo definido -, estabelecendo também a necessidade de monitoramento e avaliação de resoluções que autorizem intervenções. Para o governo brasileiro, como último recurso deve ser usada a força, desde que antecedida por criteriosa análise.

Na semana passada, quando a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou resolução contra a Síria recomendando o fim da violência na região e a adoção de medidas democráticas, o Brasil apoiou a medida e apelou para a preservação dos direitos humanos e a extinção das violações cometidas na região."
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Posted: 20 Feb 2012 03:47 PM PST


Carlos Alberto Di Franco

"As virtudes e as fraquezas dos jornais não são recatadas. Registram-nas fielmente os sensíveis radares dos leitores. Precisamos, por isso, derrubar inúmeros desvios que conspiram contra a credibilidade dos jornais.

Um deles, talvez o mais resistente, é o dogma da objetividade absoluta. Transmite, num pomposo tom de verdade, a falsa certeza da neutralidade jornalística. Só que essa separação radical entre fatos e interpretações simplesmente não existe. É uma bobagem.

Jornalismo não é ciência exata e jornalistas não são autômatos. Além disso, não se faz bom jornalismo sem emoção. A frieza é anti-humana e, portanto, antijornalística. A neutralidade é uma mentira, mas a isenção é uma meta a ser perseguida. Todos os dias. A imprensa honesta e desengajada tem um compromisso com a verdade. E é isso que conta.

Mas a busca da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, a falta de rigor e o excesso de declarações entre aspas.

O jornalista engajado é sempre um mau repórter. Militância e jornalismo não combinam. Trata-se de uma mescla, talvez compreensível e legítima nos anos sombrios da ditadura, mas que, agora, tem a marca do atraso e o vestígio do sectarismo. O militante não sabe que o importante é saber escutar. Esquece, ofuscado pela arrogância ideológica ou pela névoa do partidarismo, que as respostas são sempre mais importantes que as perguntas.

A grande surpresa no jornalismo é descobrir que quase nunca uma história corresponde àquilo que imaginávamos. O bom repórter é um curioso essencial, um profissional que é pago para se surpreender.

Pode haver algo mais fascinante? O jornalista ético esquadrinha a realidade, o profissional preconceituoso constrói a história.

Todos os manuais de redação consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Trata-se de um esforço de isenção mínimo e incontornável. Alguns desvios, porém, transformam um princípio irretocável num jogo de cena.

Matérias previamente decididas em guetos engajados buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é sincera, não se fundamenta na busca da verdade. É uma estratégia."
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Posted: 20 Feb 2012 03:30 PM PST
"Na manhã deste domingo (19), A Moradia Retomada foi invadida pela Tropa de Choque e se deu voz de prisão a 12 estudantes que ocupavam um prédio da Universidade de São Paulo (USP).

Vermelho

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), os 12 estudantes foram levados ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros, na zona oeste da capital.

Usando as Redes Sociais, o movimento Moradia Retomada informou à ação. "Nós, moradores do Moradia Retomada, estamos, neste momento, presos na 14º DP de Pinheiros."

Pelo Facebook os estudantes desabafaram seu repúdio à ação da polícia, "esta é a folia do Rodas [João Grandino Rodas, reitor da universidade] e do PSDB [partido que governa o estado de São Paulo]!!!". O movimento reivindica o aumento do número de vagas para moradia na USP.

Em protesto, a Assembleia Nacional dos Estudantes Livre – SP (Anel - SP) postou em seu blog nota de repúdio à ação.

Lutar não é crime! Liberdade e anistia aos 12 estudantes presos da USP!

"Nesta manhã de domingo de carnaval, mais um triste fato marca a história da Universidade de São Paulo. Por volta das 5h da manhã, mais uma vez o Reitor Rodas acionou a Polícia Militar para sitiar a Universidade, dessa vez para acabar com a ocupação da Moradia Retomada. 12 estudantes foram presos, apesar de não terem resistido.

Lutar não é crime! Repudiamos categoricamente a ação truculenta de Rodas e da PM! Defendemos a liberdade imediata aos 12 colegas presos e exigimos anistia completa de todos os estudantes!

Infelizmente, a truculência e a falta de diálogo têm sido a marca da Reitoria da Universidade de São Paulo. Depois do dia que a USP amanheceu literalmente sitiada, com 400 homens do batalhão de choque para prender 73 estudantes, depois da tentativa de derrubar a sede do Núcleo de Consciência Negra, depois de expulsar 6 estudantes que participaram da luta pela Moradia Retomada, depois de lacrar e retomar o espaço estudantil, Rodas mais uma vez mostrou a que veio: Reprimir para privatizar!

Em março de 2010, diante da triste situação da assistência e permanência estudantil na USP, quando mais de 100 calouros que tiveram o alojamento emergencial negado pela Coordenadoria de Assistência Social, estudantes retomaram um espaço no Conjunto Residencial da USP (CRUSP) que havia sido tomado pela Divisão de Promoção Social da COSEAS e pelo banco Santander, inviabilizando a utilização do espaço como moradia estudantil. A então Moradia Retomada foi uma forma de viabilizar moradia a estudantes que não conseguiam passar pelo "pente fino" da Reitoria para garantir o que deveria ser um direito: a moradia estudantil assegurada pela Universidade."
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Posted: 20 Feb 2012 03:15 PM PST


Frei Betto, Adital

"Por que dizemos universidade e não pluriversidade? Trata-se de uma instituição que comporta diferentes disciplinas. Multicultural, nela coabita a diversidade de saberes. O título universidade simboliza a sinergia que deveria existir entre os diversos campos do saber.
Característica lamentável em nossas universidades, hoje, é a falta de sinergia. Carecem de projeto pedagógico estratégico. Não se perguntam que categoria de profissionais querem formar, com que objetivos, de acordo com quais parâmetros éticos.
Ora, quando não se faz tal indagação é o sistema neoliberal, centrado no paradigma do mercado, que impõe a resposta. Não há neutralidade. Se o limbo foi, há pouco, abolido da doutrina católica, no campo dos saberes ele nunca teve lugar.
Um cristão acredita nos dogmas de sua Igreja. Mas é no mínimo ingênuo, senão ridículo, como assinala o filósofo Hilton Japiassu, um mestre ou pesquisador acadêmico crer no propalado dogma da imaculada concepção da neutralidade científica.
Em que medida nossas instituições de ensino superior são verdadeiramente universidades, ou seja, se regem por uma direção, um enfoque dialógico, um projeto pedagógico estratégico? Ou se restringem a formar profissionais qualificados destituídos de espírito crítico, voltados a anabolizar o sistema de apropriação privada de riquezas em detrimento de direitos coletivos e indiferente à exclusão social?
A universidade, como toda escola, é um laboratório político, embora muitos o ignorem. E a política, como a religião, comporta um viés opressor e um viés libertador. Como diria Fernando Sabino, são facas de dois legumes…
Um dos fatores de desalienação da universidade reside na extensão universitária. Ela é a ponte entre a universidade e a sociedade, a escola e a comunidade."
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Posted: 20 Feb 2012 03:05 PM PST
"Cúpula vai pressionar candidato mais votado a guardar lugar para a entrada de José Serra. Proposta é lançar ex-governador e Andrea Matarazzo como vice

Brasil 247 / AE

Sem nunca ter realizado disputa interna para escolher um candidato, a cúpula do PSDB paulistano trabalha agora para transformar o mecanismo que o próprio partido apontou como o mais "democrático" em um mero jogo de cena. Nos bastidores, líderes tucanos articulam para que o vencedor da prévia, marcada para março, segure a cadeira até a entrada do ex-governador José Serra no palco como candidato.

Por conta de manobras como essa, tradicionais quadros tucanos já rechaçam a condução do processo pela direção do partido no Estado.
"O PSDB vai definhar se continuar sendo apenas um clube parlamentar e uma federação de 'caciquias' estaduais. Esse papel o PMDB faz mais e melhor. Se quer se conectar com a sociedade, como seus dirigentes dizem querer, o PSDB precisa se conectar com seus filiados, para começar. As prévias em São Paulo representam um passo na direção certa", afirmou o cientista político Eduardo Graeff, secretário-geral da Presidência no governo FHC (1995-2002)

Defendida pelo governador Geraldo Alckmin há mais de oito meses como uma saída para o partido escolher o candidato, num cenário em que Serra dizia que não iria concorrer (em janeiro ele avisou aliados que estava fora da disputa), a prévia acabou se tornando um problema com a aproximação do prefeito Gilberto Kassab (PSD) do PT."
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Posted: 20 Feb 2012 06:54 AM PST


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Você já se acostumou a ler ou ouvir na grande imprensa que estaria ocorrendo uma diminuição na criminalidade em São Paulo. E também já está se acostumando a ações espetaculosas da Polícia Militar paulista que utilizam efetivos com milhares de homens, helicópteros, veículos blindados etc.

As imagens da tropa de choque high tech da PM, com suas indumentárias que lembram as de astronautas, parecendo que enfrentará monstros espaciais, vêm infestando as mídias. Essas imagens e o noticiário dando conta de "redução de homicídios" no Estado buscam induzir os mais crédulos a pensarem que uma coisa e a outra têm relação.

Quem prestar atenção nos fatos e se der ao trabalho de se informar corretamente, porém, descobrirá que a relação entre as ações hollywoodianas da PM e os índices de criminalidade é inversa ao que dizem a imprensa e o governo paulista.

A sensação de insegurança nas ruas de São Paulo (capital e Estado) é crescente. Nem os simpatizantes do regime de ultradireita que governa o Estado mais rico da Federação têm coragem de sair despreocupadamente à rua. No entanto, a propaganda diz que há mais segurança.

Análise dos dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública e das constantes ações espetaculosas da PM permite entender por que a insegurança aumenta em São Paulo. Ocupada em ações contra inimigos políticos do governo do Estado, a polícia desguarneceu as ruas.

No último domingo, por exemplo, um efetivo da PM invadiu novamente a Universidade de São Paulo. De novo, expressivo aparato policial foi usado para reprimir críticos do governo do Estado. É só para ações desse tipo que a força de repressão comandada pelo PSDB tem servido.

Repressão a manifestações de movimentos sociais, operações de reintegração de posse contra famílias pobres e opressão do movimento estudantil vêm despendendo fortunas dos nossos impostos com repressão aos inimigos políticos do PSDB e da grande mídia.
Se tais recursos fossem usados contra bandidos de verdade, a situação de insegurança em São Paulo não estaria se agravando tanto, como mostram as estatísticas que governo e mídia escondem."
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Posted: 20 Feb 2012 06:17 AM PST


"O ex-governador José Serra (PSDB) já começou a discutir com antigos colaboradores pesquisas para avaliar a viabilidade de sua candidatura à Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano. Com base em pesquisas qualitativas feitas com pequenos grupos de eleitores, um dos grandes desafios do tucanato é tentar reduzir os altos índices de rejeição.

Vermelho

Segundo a sondagem mais recente do Datafolha, concluída em janeiro, 33% dos eleitores de São Paulo dizem que não votariam de jeito nenhum em Serra.  O ex-governador está sob forte pressão do PSDB para concorrer à Prefeitura, mas ainda condiciona o lançamento de seu nome à construção de um cenário confortável.

Após reiterar publicamente que não deveria participar do pleito municipal, o candidato tucano — derrotado nas eleições de 2002 e 2010 à Presidência da República — voltou atrás e iniciou articulações para viabilizar sua candidatura. Internamente, o desafio de Serra é tentar a unanimidade e a desistência das pré-candidaturas de Andrea Matarazzo, Bruno Covas, José Aníbal e Ricardo Trípoli.

Segundo a Folha, colaboradores do ex-governador sugeriram que ele acompanhasse a evolução das pesquisas por mais tempo antes de tomar uma decisão. Mas os tucanos temem perder o apoio do prefeito Gilberto Kassab (PSD) se Serra demorar muito para se definir, o que romperia a coalizão que controla a capital desde que Serra se elegeu prefeito com Kassab como vice, em 2004.

A indefinição dos tucanos levou Kassab a abrir negociações com o PT no início deste ano para apoiar o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, mas as conversas foram interrompidas nos últimos dias, depois que Serra indicou que estava reconsiderando sua candidatura. Segundo o prefeito de São Paulo, caso a candidatura de Serra se consolide ele deverá apoiá-lo.

No entanto, se o tucano não se candidatar, Kassab afirmou que será "muito possível" que ele e o seu partido apoiem Haddad. "No passado fomos adversários, não inimigos, mas, como uma aliança se faz olhando para a frente, é muito possível que possa existir essa aliança, se os partidos assim entenderem", declarou o prefeito. "Mas, se Serra for candidato, ele terá meu apoio incondicional", repetiu.

Racha

Apesar do esforço do governador Geraldo Alckmin para manter seus tradicionais aliados, a costura da coligação que poderia sustentar Serra não está alinhavada. Serra teme a repetição de problemas ocorridos na eleição de 2008, quando o PSDB se dividiu em dois grupos. Uma ala aderiu à campanha de Kassab à reeleição e outra apoiou o lançamento de Alckmin como candidato."
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Posted: 20 Feb 2012 05:40 AM PST




Posted: 20 Feb 2012 05:35 AM PST


Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação

"É carnaval. Muita gente vai perguntar: e daí? Daí que a maioria cai na folia e muitas vezes não se dá conta que a festa está deixando de ser popular para se institucionalizar na base do deus mercado. As escolas de samba entraram nessa lógica e hoje os desfiles viraram espetáculo industrializado com regras castradoras. E para assistir no sambódromo o custo é alto. 

O tema é polêmico por natureza. Outro exemplo é dos blocos de rua. Agora, o senso comum anda entoando a cantiga segundo a qual o carnaval de rua ressurgiu com o monobloco etc e tal. Não é verdade, antes da apropriação industrial dos blocos como começa a acontecer, o carnaval de rua sempre se fez presente. Neste 2012 tem até bloco que nem apresenta samba ou marcha, optando pelos Beatles e se dizendo responsável pelo "ressurgimento" do carnaval de rua.   

As exigências que a prefeitura cria para permitir o desfile dos blocos são tantas que muitos desistiram de seguir as normas. A burocratização do carnaval faz parte do esquema industrial que visa a tornar a festa apenas  uma fonte de lucros para poucos, como determina a lógica do capital.

Mas, enfim, como o tema é muito sério e complexo, tem muito folião que considera tal discussão chata. Prefere então embarcar na festa, sem perceber que com o andar da carruagem em pouco tempo o carnaval vai se afunilar e será para poucos pagando muito, como exige o mercado. 

Tem mais. Nestes dias de Carnaval, muita coisa que acontece por aqui e pelo mundo afora fica em segundo plano. A mídia de mercado aproveita o embalo e não divulga questões relevantes. É o caso da repercussão que poderia ter um fato ocorrido na França e que envolve uma empresa conhecida nesta plagas abençoadas por Deus e bonita por natureza."
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Posted: 20 Feb 2012 05:26 AM PST


Fabiano Candido, INFO Online

"Milhares de europeus foram às ruas neste final de semana protestar contra a onda de leis antipirataria que estão em discussão em vários países do bloco e nos Estados Unidos.

Cerca de 30 mil pessoas, segundo agências internacionais, se reuniram em vários pontos da Alemanha para protestar. Também houve passeatas na Polônia, Hungria, França, Irlanda e Bélgica.

Além de protestarem contra o ACTA, o tratado internacional que deseja criar um conjunto de leis severas para punir quem baixar conteúdo protegido, os europeus foram às ruas para evitar que o governo tente aproveitar a criação do pacto antipirataria para criar regras para vigiar o que é feito na internet. Parte dos europeus crê que os governos vão criar leis severas para ter o controle de conteúdo.

Os protestos dos europeus têm surtido efeito. Os governos da Polônia, Eslováquia, Letônia e República Tcheca resolveram estudar mais o ACTA para ver ser vão aderir ou não. A Alemanha também adiou a assinatura do tratado.

O ACTA está sendo discutida desde 2006. O grande patrocinador do tratado são os Estados Unidos e o Japão."


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Francisco Almeida / (91)81003406

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