sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 14 Dec 2011 03:27 PM PST



Posted: 14 Dec 2011 03:24 PM PST
Olimpio Cruz Neto, assessor da liderança do PT no Senado / vi o mundo

"O líder do PT, Humberto Costa (PE), defendeu nesta quarta-feira (14/12) que o Ministério Público, a Polícia Federal e Receita Federal reabram as investigações sobre o processo de privatização das teles ocorrido no governo FHC. A declaração foi dada aos jornalistas logo após discurso no plenário do Senado, quando o parlamentar chamou a atenção para a importância do livro "A privataria tucana", que traz documentos oficiais reforçando as suspeitas de fraudes contra o patrimônio público ocorridas no processo das privatizações no setor de telecomunicações.

O senador pernambucano destacou a contundência do material publicado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr, que traz 112 páginas de documentos oficiais obtidos legalmente durante a investigação.
"Os documentos são contundentes e mostram como essas pessoas conseguiram lavar bilhões de dólares em operações engenhosas e interná-los novamente no Brasil, em negócios de aparência legal. Os documentos são claros e não deixam sombras de dúvidas quanto à participação de dirigentes tucanos e familiares do ex-governador José Serra em negócios escusos, com dinheiro sujo desviado da venda das estatais de telefonia nos anos 90 pelo governo Fernando Henrique Cardoso".

Segundo Humberto Costa, os documentos falam por si só ao tornar público esquema de lavagem de dinheiro com a participação de líderes do PSDB e pessoas próximas do ex-governador José Serra que "conseguiram mandar para fora do país e trazer para o Brasil dinheiro supostamente proveniente de propinas", disse. "O livro vale a leitura e, imagino, será objeto de algumas providências legais a serem tomadas por procuradores da República. Até porque muitos dos crimes descritos no livro não prescreveram", disse.

Para ele, o PSDB precisa entrar no debate em benefício da sociedade. "Quero dizer que aguardo a oportunidade de debater as denúncias trazidas em "A Privataria Tucana" com os nobres colegas do PSDB. Esse vai ser um debate importante a ser feito em benefício da sociedade brasileira e mostrar a verdadeira natureza das privatizações realizadas pelo Brasil no final dos anos 90. É chegada a hora de o Congresso Nacional discutir a fundo uma legislação mais eficaz contra a lavagem de dinheiro", afirmou.

Diante do sucesso de vendas – as duas edições esgotaram e há uma lista de encomendas nas livrarias brasileiras -, Humberto Costa prevê que nos próximos dias jornais e revistas devem dedicar algumas páginas ao livro "A Privataria Tucana". Até porque, lembrou o parlamentar, as primeiras denúncias sobre os bastidores das privatizações surgiram em reportagens da revista Veja e da Folha de S.Paulo."
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Posted: 14 Dec 2011 03:08 PM PST

Rui Martins, Direto da Redação

"Ela se chama Aliaa Magda Elmahdy, é egípcia e decidiu enfrentar os islamitas que, pelo jeito, se apropriaram da « primavera árabe ».

Ameaçada de morte, essa jovem de 20 anos, ainda com cara de adolescente, tirou toda roupa e nua desfechou seu ataque contra os fanáticos muçulmanos, capazes de acabarem com todos os direitos das mulheres conquistados, no século passado, pela mulheres egípcias e mergulharem o Egito numa Idade Média corânica.

« Eu reivindico minha liberdade sexual, o direito de não me casar, meu ateismo. As mulheres devem poder viver sua vida como bem entendem », é o desafio lançado por Aliaa.

Se fosse na França medieval, ela seria queimada na fogueira como filha do diabo ou feiticieira, pelos religiosos católicos da Inquisição. Mas a Idade Média cristã-ocidental acabou com a modernização do cristinianismo decorrente dos movimentos da Reforma, de Lutero a Zwinglio e Calvino, e seus estertores foram provocados pela Renascença e pelo Iluminismo, com o laicismo sacralizado pela Revolução Francesa.

Entretanto, no mundo religioso árabe, sem uma central religiosa ditadora dos dogmas, como o Vaticano, ainda é difícil se esperar uma modernização e uma leitura liberal do Corão, para se chegar à moderação e a uma separação do poder divino e poder temporal como aconteceu na Europa. Além disso, a divisão entre sunitas e xiitas (minoritários), é relativizada pela ascenção dos integristas que pregam o retorno à chariá, a aplicação literal da lei do Corão, uma lei que poderia ter seu lugar naqueles anos do VII século, mas hoje é uma lei cruel e desumana."
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Posted: 14 Dec 2011 02:57 PM PST

"O Primeiro-Ministro da Irlanda disse a seu povo que eles não eram responsáveis pela crise. Mas ele não disse quem eram os culpados. Já não é hora de que ele e seus colegas o digam? E os jornalistas também?

Robert Fisk, Revista Fórum

Escrevendo na região que produz mais clichês por metro quadrado que qualquer outra 'história'--o Oriente Médio--, eu deveria talvez fazer uma pausa antes de dizer que nunca li tanto lixo, tanta porcaria como tenho lido a respeito da crise financeira mundial.

Mas não vou me conter. Me parece que o jornalismo sobre este colapso do capitalismo chegou a um novo subsolo que nem mesmo o Oriente Médio é capaz de alcançar, em termos de obediência intocada e completa às próprias instituições e "especialistas" de Harvard que ajudaram a provocar o desastre criminoso.

Comecemos com a "Primavera Árabe"-- já em si mesmo um nome que é uma grotesca distorção verbal do grande despertar árabe/ muçulmano que está sacudindo o Oriente Médio—e com os paralelos falaciosos com os protestos sociais nas capitais ocidentais. Fomos inundados com jornalismo que afirma que os pobres ou os desfavorecidos no Ocidente tiraram uma "página" do livro da "primavera árabe", que os manifestantes nos EUA, Canadá, Grã-Bretanha, Espanha e Grécia foram "inspirados" pelas enormes manifestações que derrubaram os regimes do Egito, da Tunísia e—até certo ponto—da Líbia. Isso é nonsense.

A comparação real, não é preciso nem dizer, escapou aos jornalistas ocidentais, tão prontos a exaltar as rebeliões anti-ditatoriais dos árabes, tão ansiosos para ignorar os protestos contra os governos "democráticos" do Ocidente, tão desesperados para desqualificar essas demonstrações, para sugerir que elas estão apenas adotando a última moda do mundo árabe. A verdade é um pouco diferente. O que levou os árabes, às dezenas de milhares e depois aos milhões, às ruas das capitais do Oriente Médio foi a exigência de dignidade e a recusa a aceitar que os ditadores locais, de um grupo de famílias, fossem dos donos dos países. Os Mubaraks e os Ben Alis e os Gaddafis e os reis e os emires do Golfo (e da Jordânia) e os Assads acreditavam que tinham direitos de propriedade sobre a totalidade de suas nações. O Egito pertencia à Mubarak Inc., a Tunísia à Ben Ali Inc. (e à família Traboulsi), a Líbia à Gaddafi Inc. E assim por diante. Os mártires árabes contra as ditaduras morreram para provar que seus países pertenciam a seus próprios povos."
Tradução de Idelber Avelar
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Posted: 14 Dec 2011 02:45 PM PST

"Protógenes Queiroz, autor do requerimento, festeja a centena de assinaturas conquistadas em um dia de coleta na Casa

Fábio M. Michel, Rede Brasil Atual

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) declara-se otimista em relação à instalação da Comissão Parlamentar de Inquéiro (CPI) da Privataria. O requerimento formulado por ele pede investigação em profundidade das denúncias de irregularidades no processo de privatização de estatais na década de 1990 e de lavagem de dinheiro envolvendo figuras ligadas ao PSDB.

Entre os alvos da CPI estão expoentes do governo Fernando Henrique Cardoso, como o ex-governador de São Paulo José Serra, e o ex-tesoureiro de campanhas tucanas e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira. As acusações foram feitas pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior em seu livro "A Privataria tucana", lançado na semana passada.
Segundo Protógenes, a receptividade a seu requerimento é "surpreendente" até o momento  "Curiosamente está havendo uma grande adesão dentro do Congresso, inclusive de parlamentares da oposição (ao governo Dilma Rousseff). Já temos assinaturas até de deputados do próprio PSDB", garantiu à Rede Brasil Atual. Ele preferiu não revelar os nomes dos tucanos que aderiram.

Protógenes garante ter "mais de 100 assinaturas" angariadas no primeiro dia de circulação do requerimento. Pelo regimento da Casa, é necessário o apoio de pelo menos 171 deputados. "Nesta legislatura ainda não havia acontecido tamanha mobilização espontânea dentro do Congresso", avalia. A maioria dos deputados é de partidos aliados ao atual governo, enquanto PSDB, DEM e PPS, de oposição, possuem juntos 87 dos 513 parlamentares."
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Posted: 14 Dec 2011 02:40 PM PST
Correio do Brasil / Vermelho


"A Comissão de Seguridade da Câmara foi novamente impedida de votar o relatório do projeto que prevê a taxação de grandes fortunas, de autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Na semana passada, um pedido de vistas  impediu que o projeto fosse apreciado. Nesta quarta-feira, após várias tentativas da oposição de retirar a matéria da pauta, o deputado Eleuses Paiva (PSD-SP) pediu verificação de quórum, derrubando a sessão. A votação  foi adiada para o próximo ano.

O argumento da oposição para proteger as grandes fortunas é de que a criação de um novo imposto deve ser discutida dentro da proposta de reforma tributária. A deputada Jandira Feghali rebateu o argumento, lembrando que esse projeto regulamenta a Constituição de 1988, que previa essa taxação. Ela também ressaltou que a justiça dessa contribuição se resume no fato de apenas 600 pessoas com grandes fortunas contribuiriam com R$10 bilhões dos R$14 bilhões previstos.

Segundo Jandira, a iniciativa estimula a construção de uma sociedade mais justa e democrática. "A constituição brasileira já prevê a taxação sobre grandes fortunas como forma de redistribuição de benefícios com o conjunto da sociedade. É assim com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) progressivo, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e até mesmo com a Contribuição à Seguridade Social brasileira", defende."
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Posted: 14 Dec 2011 02:07 PM PST

Laryssa Borges, Portal Terra

"A senadora Marinor Brito (Psol-PA) criticou duramente nesta quarta-feira a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de garantir a posse de Jader Barbalho (PMDB-PA) no Senado. Ela disse que a manifestação da Justiça em favor de seu adversário é um "privilégio a interesses de um corrupto".

Ao protestar contra o veredicto, a política disse que o resultado do julgamento representa um "golpe" contra a Lei da Ficha Limpa. Barbalho conseguiu 1,799 milhão de votos nas eleições de 2010, mas havia sido enquadrado como "ficha suja" por ter renunciado em 2011 ao cargo de senador para se livrar de um processo de cassação. Entre outras denúncias, ele era suspeito na época do desvio de dinheiro da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) para custear um criadouro de rãs. A entidade teria repassado R$ 9,6 milhões para arcar com as despesas do ranário.

"Foi isso que o ministro Peluso fez: privilegiou interesses de um corrupto", afirmou Marinor, que avisou que pretende recorrer para se manter no posto de senadora. Em tom de revolta, chegou a acusar o PMDB de pressionar o STF para garantir uma decisão favorável a Jader Barbalho."
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Posted: 14 Dec 2011 05:29 AM PST



Posted: 14 Dec 2011 05:27 AM PST

"O deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) subiu na Tribuna da Câmara dos Deputados para de lá, em alto e bom som, divulgar algumas das revelações que traz o livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Junior. Além disso, convocou os deputados a assinarem o pedido de CPI sobre o tema proposta pelo deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP).


"No livro, só de documentos, são mais de 100 páginas, que mostram claramente o que aconteceu durante o processo de privatizações do governo Fernando Henrique". O deputado citou a atuação do, na época, diretor de relações internacionais do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio, como o articulador da ligação entre as privatizações e o abastecimento dos caixas do PSDB.

Brizola Neto se disse estarrecido com as informações do livro, que mostram que empresas que tinham capital social de 100 reais do dia para a noite passaram a ter como capital milhões de reais. "À essa Câmara cabe apurar as denúncias que são fundamentais para que a verdade seja estabelecida no país".

Ao terminar sua fala, Brizola convocou seus pares a assinar o pedido de CPI da Privataria Tucana, proposta pelo deputado Protógenes. "Eu já assinei o pedido de CPI e convoco aos deputados que têm compromisso com nosso povo a assinarem, para irem a fundo na apuracão no processo de privatização da era tucana"


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