sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 01 Dec 2011 03:05 PM PST



Posted: 01 Dec 2011 03:02 PM PST

Emir Sader, Carta Maior

"Duas candidaturas que poderiam levar à construção de forças alternativas no campo da esquerda fracassaram. Não pela votação que tiveram, mas justamente pela forma como a obtiveram, não puderam acumular forças para poder construir uma força própria. Erros similares levaram a desfechos semelhantes.

Lançaram-se como se fossem representantes de projetos alternativos, diante do que caracterizavam como abandono desse caminho por parte do PT e do governo Lula ou, no caso, especificamente da Marina, de não contemplar as questões ecológicas. Ambas tiveram em comum, seja no primeiro turno, seja no segundo, a definição de uma equidistância entre Lula e Alckmin, no caso de HH, entre Dilma e Serra, no caso da Marina.

Foi um elemento fundamental para que conquistassem as graças da direita – da velha mídia, em particular – e liquidassem qualquer possibilidade de construir uma alternativa no campo da esquerda. Era uma postura oportunista, no caso de HH, alegando que Lula era uma continuação direta de FHC; no caso da Marina, de que já não valeriam os termos de direita e esquerda.

O fracasso não esteve na votação – expressiva , nos dois casos – mas na incapacidade de dar continuidade à campanha com construção de forças minimamente coerentes. Para isso contribuiu o estilo individualista de ambas, mas o obstáculo politico fundamental foi outro – embora os dois tenham vinculações entre si: foi o oportunismo de não distinguir a direita como inimigo fundamental."
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Posted: 01 Dec 2011 02:53 PM PST


"A presidente Dilma Rousseff chegou em Caracas na tarde desta quinta-feira para sua primeira visita oficial à Venezuela, onde participará da cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Ela foi recebida pelo vice-presidente venezuelano, Elías Jaua, no Aeroporto Internacional de Maiquetía.

A mandatária seguiu imediatamente para o Palácio Presidencial de Miraflores, onde será recebida pelo colega venezuelano Hugo Chávez em um encontro que também terá a participação da presidente argentina, Cristina Kirchner.

Os três líderes abordarão os impactos da crise econômica internacional na região e analisarão projetos de infraestrutura. Na sexta-feira, Dilma deve ter reuniões bilaterais com Kirchner e com o presidente boliviano, Evo Morales. Presidentes e representantes de 33 países da região darão forma nos próximos dois dias à Celac, bloco regional que excluirá Estados Unidos e Canadá."


Posted: 01 Dec 2011 02:47 PM PST
"O desemprego duradouro nos Estados Unidos tem forçado famílias inteiras a morar dentro de carros, mostra o programa 60 Minutes, da rede de televisão americana CBS. Em apenas uma escola na Flórida, a reportagem encontrou 15 crianças que moram em veículos. Uma delas, de oito anos, vive com os pais, dois cachorros e um gato dentro de um carro.

Sílvio Guedes Crespo, Estadão / Vermelho

Mas o repórter acompanhou mais de perto uma outra família, composta por um pai viúvo e seus dois filhos, que vivem em um caminhão há cinco meses. Carpinteiro desempregado, ele comprou o veículo com os últimos US$ 10 mil que lhe sobraram depois de perder sua casa, que estava hipotecada.

Os dois filhos (loiros e de olhos azuis, não custa frisar) frequentam a escola e preenchem o tempo livre com atividades gratuitas. Por exemplo, atuam no teatro da comunidade ou passam horas na biblioteca, onde têm, inclusive, acesso à internet.

Segundo a reportagem, "nunca o desemprego permaneceu tão alto (hoje em torno de 9% da população ativa) durante tanto tempo" nos EUA.

Segundo uma assistente social entrevistada, o problema de moradia continua aumentando ao mesmo tempo em que o desemprego persiste. Aos poucos, a poupança das famílias vai acabando e, "quando você menos espera, elas já estão morando no carro".

Nos EUA, de acordo com o 60 Minutes, existem hoje 16 milhões de crianças consideradas pobres, um quarto do total."


Posted: 01 Dec 2011 02:28 PM PST


"A substituição de Fátima Bernardes por Patrícia Poeta na bancada aponta para uma redefinição do principal telejornal brasileiro; a apresentadora do Fantástico leva beleza para os telespectadores, na tentativa de reverter um dos piores índices de audiência do JN, que tinha mais de 50 pontos no Ibope com Cid Moreira e Sérgio Chapelin; mas Patrícia tem credibilidade?

Brasil 247

A escolha da apresentadora do Fantástico para substituir Fátima Bernardes na bancada do Jornal Nacional acena para uma mudança no perfil do principal telejornal brasileiro. A chegada de Patrícia Poeta indica que o JN vai ter um caráter mais revistado, como o programa dominical, com jeito descontraído e até mais glamour. A decisão de levar para o lugar de Fátima a jornalista consagrada como "garota do tempo" pode ser uma manobra da TV Globo para alavancar a audiência do Jornal Nacional. Enquanto nos tempos áureos de Cid Moreira e Sérgio Chapelin, o JN registava mais de 50 pontos no Ibope, hoje a média é de 30 pontos (segundo a Record, 29).

Apesar de bastante vistosa, Patrícia não tem a trajetória de Fátima, que começou carreira na Globo como trainee, atuou em várias áreas de produção e reportagem até ascender à âncora, em 1998, ao lado do marido, William Bonner. A recém-anunciada âncora do Jornal Nacional começou carreira na Band em Porto Alegre, em 1997. Três anos depois, mudou-se para São Paulo para apresentar na Globo a previsão regional do tempo. Em 2001, casou com o então diretor da Globo Internacional, Amauri Soares, e tornou-se correspondente em Nova York. Sete anos depois, substitutiu Glória Maria no Fantástico.

Neste ano, Patrícia Poeta protagonizou uma gafe presidencial que virou meme na internet. Ela levou uma patada de Dilma Rousseff e ficou visivelmente constrangida no ar. Ao tratar das ações do Congresso Nacional, a jornalista perguntou: "Como é que a senhora controla esse toma-lá-dá-cá, cada vez mais sem cerimônias das bancadas?" À queima roupa, Dilma disparou: "Você me dá um exemplo do dá-cá que eu te explico o toma-lá".
Foto: Agência Estado
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Posted: 01 Dec 2011 02:12 PM PST

Daniel Lima e Kelly Oliveira, Agência Brasil

"O governo deixará de arrecadar R$ 130 milhões em dezembro com a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado no crédito para a pessoa física, anunciada hoje (1º). A taxa anual do IOF caiu de 3% para 2,5%, segundo anunciou o Ministério da Fazenda. No total das desonerações divulgadas nesta quinta-feira, como forma de estimular o consumo e manter a economia aquecida, o governo assumiu uma renúncia fiscal de cerca de R$ 2,761 bilhões, segundo informou, há pouco, a Receita Federal.

No caso da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos da chamada linha branca, a renúncia fiscal é R$ 164 milhões, até o dia 31 de março de 2012, prazo de validade da medida. O IPI do fogão, que era 4%, agora tem alíquota zero. A geladeira terá o imposto reduzido de 15% para 5% e a máquina de lavar, de 20% para 10%. No caso de máquinas de lavar semiautomáticas (tanquinhos), a alíquota do imposto também foi zerada, sendo que, antes, era 10%.

O governo também reduziu de 9,25% para zero as alíquotas de PIS/Cofins sobre massas até o dia 30 de junho de 2012. Com isso, deixarão de ser arrecadados com o item R$ 284 milhões. Ainda dentro das medidas para o incentivo ao consumo, foi prorrogada, até 31 de dezembro de 2012, a desoneração de PIS/Cofins sobre trigo, farinha de trigo e pão comum. Nesse caso, a renúncia de impostos será R$ 528 milhões.

Outra medida foi a elevação do valor do imóvel para classificação como popular de R$ 75 mil para R$ 85 mil, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Também foi reduzida a alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) da construção civil aplicável às incorporadoras imobiliárias com projetos no programa habitacional, de 6% para 1%. A renúncia fiscal nesse caso será R$ 59 milhões no ano.

Também foi regulamentado o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), que prevê a devolução de impostos no montante equivalente a até 3% das receitas de empresas exportadoras de bens industrializados. Nesse caso, a desoneração será R$ 372 milhões somente no mês de dezembro."


Posted: 01 Dec 2011 01:26 PM PST


"A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse hoje que o Brasil tem condições para enfrentar a crise financeira internacional. Em entrevista após reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ela afirmou que o País está "bem imune e bem protegido" dos efeitos de contaminação da economia gerados pela crise.
Uma das razões para a situação confortável, segundo ela, é que o Brasil tem um sistema financeiro "bastante capitalizado e sólido". Lagarde também elogiou a política macroeconômica brasileira e o tripé composto pelo câmbio flutuante, sistema de metas de inflação e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "Devido a esse coquetel, o Brasil está sólido e pode resistir bem à crise", disse.

Segundo ela, os encontros com as autoridades brasileiras têm como objetivo discutir e analisar a situação global e, mais importante, avaliar os efeitos da crise financeira internacional. Sobre o tema, disse que "há expectativa de que a parceiros europeus vão montar um conjunto de ações fortes e resilientes para tratar da crise".


Posted: 01 Dec 2011 01:03 PM PST

Luís Osvaldo Grossmann, Convergência Digital

"A interligação das redes de telecomunicações sulamericanas - uma espécie de backbone continental - deve custar US$ 100 milhões e levar dois anos para ser concluída, a tempo da Copa do Mundo de 2014. E é provável que o BNDES e o Banco Interamericano de Desenvilvimento ajudem a financiar a empreitada, ao menos apelo nesse sentido foi feito pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Diante dos colegas ministros sulamericanos, durante reunião, em Brasília, da Unasul, Bernardo defendeu o projeto de interligação como essencial para ampliar o acesso à Internet na região. Ele lembrou que todos os países tem algum tipo de programa de massificação da banda larga, mas também que esses projetos enfrentam dificuldades, em especial, de custos.

"O avanço desses programas esbarra em problemas comuns a todos nós e o primeiro deles é o alto preço das conexões, que impede aos setores da população com menor renda ter acesso aos serviços", disse o ministro, ao insistir que, em geral, esse acesso é concentrado e com "velocidades pouco expressivas".

Nas contas do Minicom, com R$ 100 milhões será possível, em até dois anos, completar os trechos de fibras ópticas que garantam um anel óptico intercontinental, com aproveitamento de infraestruturas existentes, como redes de energia elétrica e gasodutos. "Conclamo o BID, a Corporação Andina de Fomento e o BNDES a envidarem seus esforços no apoio financeiro", disse Bernardo."
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Posted: 01 Dec 2011 07:20 AM PST



Posted: 01 Dec 2011 07:13 AM PST

"Passaram-se dez anos desde o surgimento do conceito de Brics, um período muito curto se comparado com a história da humanidade como um todo. No entanto, a economia e a política mundiais passaram por um tremendo passeio de montanha-russa nesse tempo.

Yue Fubin, BBC Brasil

As velhas economias desenvolvidas estão agora perturbadas por crises e estão perdendo seu brilho. Enquanto isso, as nações do grupo Brics estão se desenvolvendo rapidamente e fornecendo grandes contribuições para a economia mundial. Com a formação da nova ordem internacional, os Brics se tornarão uma importante força emergente para ser considerada.

Desde o início do século 21, os potenciais conflitos que borbulhavam por muitos anos se tornaram mais visíveis, e as crises que assolam a situação econômica e política mundial estão ficando mais sérias.

Embora nenhuma guerra em escala mundial tenha sido deflagrada, os conflitos militares regionais nunca pararam. Seguindo-se à tempestade financeira da Ásia, uma crise financeira global foi iniciada pelo distúrbio do subprime dos EUA. Enquanto as pessoas ainda esperam que a crise financeira tenha um fim, a crise da dívida europeia começa a se espalhar.

Enquanto o mundo enfrentava dificuldades políticas e econômicas, os países emergentes Brasil, Rússia, Índia e China - com seus recursos especiais e vantagens de população e mercado - aproveitaram a oportunidade e intensificaram imensamente os seus respectivos poderes nacionais.

Os quatro integrantes do grupo Bric - Brasil, Rússia, Índia e China - eram como uma frota combinada navegando pelos continentes. Depois que a África do Sul uniu-se ao grupo, os Brics estenderam a sua influência.

Uma década de desenvolvimento

A China precisa intensificar a cooperação com o grupo dos Brics, assim como o grupo precisa da participação chinesa.

A política de reformas que a China adotou nos últimos 30 anos permitiu ao país modificar-se a ponto de ficar irreconhecível - a China do século 21 é completamente diferente da China de 30 anos atrás.

Nos últimos dez anos em particular, a China atingiu o que países desenvolvidos atingiram em várias décadas, ou até mesmo séculos.

O PIB da China cresceu de menos de 10 trilhões para quase 40 trilhões de yuans, pulando da 6ª para a 2ª posição no ranking mundial. O seu comércio exterior foi de menos de US$ 500 bilhões para quase US$ 3 trilhões, também chegando a segundo lugar no mundo.

O que é mais importante, a China se transformou de um país que tinha de importar capital, tecnologia e know-how em uma nação que exporta capital e manufaturas, fortalecendo ainda mais a influência do país na arena internacional."
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Posted: 01 Dec 2011 07:05 AM PST

"Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrado na chamada linha branca, como geladeira e fogão, será menor até março do ano que vem. Potencial de consumo será reforçado com redução de tributo incidente em empréstimos a pessoas fisicas. 'Objetivo é viabilizar crescimento de 5% no próximo ano', diz ministro da Fazenda.


André Barrocal, Carta Maior

Às vésperas do Natal, geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, produtos da chamada linha branca, devem ficar mais baratos, com a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A redução, anunciada nesta quinta-feira (1), faz parte da aposta do governo no consumo popular como forma de enfrentar efeitos causados ao país pela crise econômica global.

Ao baratear os produtos, o governo quer que as pessoas saiam às compras, ajudando o comércio a vender e a indústria a produzir. Assim, a economia continuaria girando, com geração de emprego e renda – é o que acha a equipe econômica. "O objetivo é viabilizar um crescimento de 5% no próximo ano", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Para que a queda de impostos vire preço menor, é preciso que as empresas - que fabricam e vendem - aceitem reduzi-lo, em vez optar por aumentar a margem de lucro. Segundo Mantega, que desde a semana passada negocia as medidas com empresários, eles teriam se comprometido a repassar o benefício tributário ao cliente. O IPI menor valerá até 31 de março do ano que vem.

Para tentar reforçar o potencial de consumo no Natal, o governo decidiu também fazer uma pequena redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado nos empréstimos dos bancos às pessoas físicas. Em abril, tinha dobrado a alíquota desse imposto, com o objetivo oposto, de esfriar o consumo (motivo: inflação). Agora, porém, cortou uma parte daquela alta (não toda).

Há duas semanas, Banco Central já tinha decidido retirar algumas dificuldades impostas a empréstimos a pessoas físicas, também com a intenção de estimular o consumo.

O governo aproveitou e, nesta quinta (1), também decidiu zerar, até junho de 2012, dois tributos cobrados sobre alimentos do tipo "massas" (macarrão, por exemplo). E manter por mais um ano o mesmo imposto zero cobrado sobre farinha de trigo e pão, benefício fiscal que venceria no fim de 2011.

Segundo Mantega, decisões como essas poderão ser adotadas de novo a qualquer momento, por causa da crise econômica global. "Se for necessário, tomaremos novas medidas. Queremos garantir que o mercado brasileiro e a geração de emprego continuem fortes e que os investimentos continuem acontecendo", disse."


Posted: 01 Dec 2011 06:46 AM PST

Daniel Lima e Kelly Oliveira, Agência Brasil

"O governo anunciou hoje (30) a redução de tributos cobrados da construção civil para projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Houve redução da alíquota de 6% do Regime Especial de Tributação da Construção Civil (RET) para 1%. As empresas pagam o RET sobre o faturamento como um tributo único que substitui o PIS, a Cofins, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Foi ainda ampliada a faixa da habitação de interesse social de R$ 75 mil para R$ 85 mil. Ou seja, para as casas que custam até R$ 85 mil, a alíquota do RET passa a ser de 1%.

Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, também anunciaram a redução de PIS/Cofins cobrado sobre as massas (macarrão, por exemplo) de 9,25% para 0%. A medida vale até 30 junho de 2012. Essa medida irá gerar desoneração de R$ 284 milhões.

Também foi prorrogada até 31 de dezembro de 2012 a desoneração desses tributos sobre trigo, farinha de trigo e pão comum. Nesse caso, a renúncia de impostos no próximo ano será de R$ 528 milhões."


Posted: 01 Dec 2011 06:39 AM PST

Clara Roman, CartaCapital

"Praticidade e segurança são as principais razões para o aumento da preferência do brasileiro pelos cartões na hora do pagamento. Segundo pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Seviços (Abecs), 55% dentre os que possuem o serviço, preferem o meio de pagamento eletrônico ao dinheiro vivo. Em 2009, o índice era de 52% .

A pesquisa constatou que as razões principais são praticidade, mencionada por 50% dos entrevistados, e segurança, com 30%. Rubén Osta, diretor geral da Visa do Brasil, acredita na manutenção do crescimento sólido no mercado de cartões de crédito registrado nos últimos cinco anos. "Esse cenário fica na casa dos dois dígitos e não existe vislumbre de mudanças", diz em entrevista à CartaCapital.  "O sistema do Brasil é majoritariamente de pagamentos e não de financiamento, nosso revolving [crédito] fica entre 20% e 22% do total."

As campeãs do uso do cartão são Brasília e São Paulo. Apenas 35% em Brasília e 36% em São Paulo afirma preferir pagar com dinheiro. "O cartão oferece vantagem indiscutível sobre a moeda", afirma o prof. Cláudio Felisoni, presidente do Programa de Administração em Varejo (Provar). E ressalta que a segurança é uma das principais vantagens da moeda de plástico.

Segundo Felisoni, o cartão estimula o consumo. "Indivíduos que utilizam dinheiro acabam sendo mais sensíveis ao gasto do que indivíduos que pagam com cartão", afirma. Ou seja, quando a pessoa utiliza cartão, ela fica mais propensa ao gasto. Por um lado, diz, essa característica estimula o consumo e economia. Ao mesmo tempo, também pode ser responsável pelo aumento da inadimplência. No último mês, a taxa de endividamento do consumidor foi de 7,1%, a mais alta desde fevereiro de 2010."



Posted: 01 Dec 2011 06:19 AM PST


"Presidente Dilma dá aula de economia no dia em que Christine Lagarde, chefona do FMI, chega ao Brasil; edição extra do Diário Oficial publica pacotaço de incentivos fiscais para a compra de geladeiras, máquinas de lavar e fogões; financiamento para consumo a prazo também foi incentivado


No dia exato em que a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, chega ao Brasil para reuniões com autoridades econômicas, nas quais irá pedir dinheiro brasileiro para ajudar a salvar a Europa da estagnação econômica, o governo dá uma lição de incentivo ao consumo. O Diário Oficial da União publica hoje (1º) em edição extraordinária a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos da chamada linha branca. O IPI do fogão, por exemplo, cairá de 4% para 0%. A geladeira terá o imposto reduzido de 15% para 5% e a máquina de lavar, de 20% para 10%. No caso de máquinas de lavar semiautomáticas (tanquinho), a redução será de 10% para 0%. As medidas também valem para os estoques nas lojas e vão vigorar até 31 de março de 2012.

As medidas vão exatamente na direção oposto ao receituário do FMI, que prega, em situações de crise, aperto monetário, rigor fiscal e retração do consumo.

O governo reduzirá ainda o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado sobre o financiamento ao consumo de 3% para 2,5%, anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva para detalhar as medidas, que visam a incentivar o consumo.

Também participa da entrevista o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel. As medidas ajudarão o Brasil a enfrentar a crise mundial com estímulos à produção e ao emprego."


Posted: 01 Dec 2011 06:09 AM PST

Carol Almeida, Portal Terra

"Quer dizer então que o Facebook vai anunciar no ano que vem que vale US$ 100 bilhões? Não faço ideia do que sejam US$ 100 bilhões, e aposto que nem o povo do Facebook faça, incluindo aí o sabido do Mark Zuckerberg. Até porque, vamos combinar, 100 bi-lhões de dó-la-res simplesmente não existem. Ou melhor, existem sim. No plano do dinheiro inventado - plano infalível este que está desmoronando em efeito dominó economias no mundo inteiro -, 100 bi-lhões de dó-la-res são ironicamente tão reais quanto aquilo que o próprio Facebook promove: uma experiência social filtrada, mineral e saciável.

Cada vez mais, cientes ou não de que estamos à mercê de uma ferramenta online disposta a tudo para vender nossos dados, gostos, amores e divórcios para quem estiver interessado em pagar por isso, usamos o Facebook para mediar o que entendemos por realidade. E não importa se você só entra lá para "observar os outros" - o usuário voyeur - ou para "compartilhar links" - o usuário "só bebo socialmente".

Fato é que o Facebook nunca foi exatamente o "livro dos rostos" ou mesmo uma representação mais complexa do tal livro da faculdade, como surgiu a ideia inicialmente. Ele é, para qualquer tipo de usuário, um meio de minimizar o ruim e maximizar o bom, é aquele desequilíbrio necessário. O jeito mais fácil e rápido de você trancar em um espaço fechado a ideia que você faz de si mesmo e dos outros. Não sei se isso não é moralmente questionável, mas sei que é comercialmente genial."
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Posted: 01 Dec 2011 05:59 AM PST

Carolina Pimentel, Agência Brasil

"Na última década, o número de médicos cresceu 21,3%, índice superior ao aumento da população no mesmo período, que foi 12,3%. A categoria já soma 371.788 profissionais em atividade e coloca o Brasil como o quinto país em número absoluto de médicos, segundo a pesquisa Demografia Médica no Brasil, encomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

Divulgada nessa quarta-feira (30), a pesquisa reitera que não há falta de médicos, mas que eles estão distribuídos de forma desigual entre as regiões. O Sudeste e o Sul continuam a concentrar a maioria – com duas vezes mais médicos que as outras regiões. Os motivos são a maior oferta de emprego, de rede de hospitais, de escolas e a melhor qualidade de vida, o que acaba atraindo mais profissionais.

Os pesquisadores calculam 1,95 médico para cada mil brasileiros. O Distrito Federal lidera o ranking com 4,02 médicos por mil habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (3,57), por São Paulo (2,58) e pelo Rio Grande do Sul (2,31) – taxas comparadas às de países europeus. Na outra ponta, estão o Amapá, Pará e Maranhão com menos de um médico por mil habitantes.

"Não há falta generalizada de médicos no país. São as desigualdades de distribuição que conduzem a focos de escassez em determinados municípios, regiões, redes de serviços de saúde", disse Mário Scheffer, coordenador do levantamento e pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)."
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Posted: 01 Dec 2011 05:54 AM PST



Posted: 01 Dec 2011 05:51 AM PST

"Diretora do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde visita a presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, a fim de pedir apoio aos emergentes para resgate dos europeus

Brasil 247

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, tem uma reunião marcada com a presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, às 11h30, no Palácio do Planalto. O encontro acontece em um momento delicado para os países da zona do euro, que passam por uma grave crise financeira devido a um descontrole geral de contas públicas iniciado pela Grécia e que tomou grandes proporções. Da conversa entre as duas líderes, o mais provável é que saia um pedido de socorro ao Brasil, que navega contra a correnteza, registrando crescimento econômico e tendo recebido elevação da classificação de risco soberano de longo prazo pela agência Standard & Poor's.

A francesa já havia apontado que as economias emergentes têm um papel fundamental a desempenhar na solução da crise da dívida. "Mercados emergentes, e os grandes mercados emergentes em particular, têm um papel a desempenhar com uma mudança em seu modelo de crescimento ou permitindo que suas moedas se valorizem de maneira apropriada", declarou. Christine Lagarde também visitou a China nos dias 9 e 10 de novembro, onde também alertou para a necessidade de as economias mundiais trabalharem em conjunto."
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Posted: 01 Dec 2011 05:42 AM PST


"Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010. A pesquisa Tábuas de Mortalidade foi publicada pelo Diário Oficial da União na última quarta-feira. Há três décadas, a expectativa estava em 62 anos.

No acumulado dos últimos 30 anos, o aumento foi de 11,5 anos na expectativa de vida. De acordo com o IBGE, na pesquisa anterior, o índice era de 73,2 anos. Os dados também apontam que a mortalidade infantil é de 21,63 óbitos por mil nascidos vivos. Há três décadas, o número era de 69,12."




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