quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Companhia de Portos cancela linha experimental para o Marajó

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Da Redação
Agência Pará

A Companhia de Portos e Hidrovias (CPH) cancelou, esta semana, o contrato com a empresa Henvil Transportes Ltda., que fazia a travessia Belém-Salvaterra, no Marajó, no catamarã Álamo, e operava em contrato experimental por seis meses. O serviço foi cancelado por causa de problemas técnicos apresentados pelo navio. A CPH informa que o serviço voltará a funcionar assim que as condições adequadas para a travessia forem restabelecidas, conforme as exigências contratuais.

Nilton César Queiroz, presidente da CPH, explica que o contrato com a Henvil estabelecia que o barco que operaria a linha - com tempo de viagem de duas horas - seria o Álamo, que chegou a ser substituído por outros que faziam a travessia em tempo inferior ao estabelecido, mas conduziam menos passageiros.

Patrícia Bittencourt Neves, diretora de Gestão Portuária da CPH, definiu como amigável o cancelamento do contrato. Ela lembra que a linha experimental foi criada para funcionar por, no máximo, seis meses, com o auxílio do Estado, para incrementar a demanda de passageiros e o turismo. "O Estado estuda alternativas para implantação de um serviço semelhante", explicou.

A criação de uma linha de transporte mais rápida para o Marajó foi viabilizada pela CPH por meio de contrato com a empresa Henvil, mediante licitação pública. A Henvil concorreu com o Álamo, catamarã que se encaixava nas exigências do contrato. A implantação da nova linha se iniciou em janeiro deste ano, com um pregão eletrônico que reduziu 30% do preço inicial.

Luciane Fiuza - Secom
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