domingo, 18 de dezembro de 2011

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 17 Dec 2011 02:54 PM PST


Frei Betto, Adital

"Não é preciso ser economista para perceber a grave turbulência que afeta a economia globalizada. Se a locomotiva freia, todos os vagões se chocam, contidos em seu avanço. E o Brasil, apesar do PIB de US$ 2,5 trilhões, ainda é vagão...

Todo ano, desde 1980, cumpro a maratona de uma semana de palestras na Itália. Desde o início deste novo milênio eram evidentes os sintomas de que a próxima geração não desfrutará do mesmo nível de bem-estar dos últimos 20 anos. Nenhuma economia podia suportar tamanho consumismo e a monopolização crescente da riqueza. Agora, a realidade o comprova. A carruagem da Cinderela virou abóbora. A União Europeia patina no pântano...

Muitas são as causas da atual crise econômica. Apontá-las com precisão é tarefa dos economistas que não cultivam a religião da idolatria do mercado. Como leigo no assunto, arrisco o meu palpite.

Desde os anos 80, a especulação se descolou da produção. O mundo virou um cassino global. Sem passaporte e sem vistos, bilhões de dólares trafegam livremente, dia e noite, em busca de investimentos rentáveis. Enquanto o PIB do planeta é de US$ 62 trilhões, o cacife do cassino é de US$ 600 trilhões. A famosa bolha... Haja papel sem lastro!

A lógica do lucro supera a da qualidade de vida. A estabilidade dos mercados é, para os governos centrais, mais importante que a dos povos. Salvar moedas, e não vida humanas."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 17 Dec 2011 02:37 PM PST




Posted: 17 Dec 2011 02:30 PM PST


Wálter Fanganiello Maierovitch, Terra Magazine / Sem Fronteiras

"O livro do jornalista Amaury Ribeiro Júnior intitulado 'A Privataria Tucana', da Geração Editorial e cuja primeira edição esgotou em menos de 48 horas, começa com uma informação de capa: "Os documentos secretos e a verdade sobre o maior assalto ao patrimônio público brasileiro. A fantástica viagem das fortunas tucanas até o paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. E a história de como o PT sabotou o PT na campanha de Dilma Roussef".

Com o livro na praça, os canais telemáticos e as redes sociais movimentaram-se extraordinariamente, abundaram comentários e caixas-postais eletrônicas lotaram.

Não tardou a crítica da posição silente por parte dos denominados veículos tradicionais  de mídia e a respeito  do livro, do seu conteúdo e dos documentos anexados.

Talvez tenham esses veículos que não se manifestaram  concluído pelo veracidade da afirmação do senador Álvaro Dias que, –sem ler o livro–, falou em "matérias requentadas". Ou, talvez,  estejam à espera do sempre tardieiro (confira-se caso de Roberto Palocci) procurador geral Roberto Gurgel.  Com Gurgel, poderão correr o risco de uma "Espera de Godot", aquele personagem do teatrólogo irlandês Samuel Beckett.
A segunda edição do livro será apresentada na quarta-feira, na sede paulistana do sindicato dos bancários, segundo corre pelas redes sociais.

O estranho, — a essa altura do campeonato e não se perca de vista a contundência do informado na capa do livro–, é o silêncio tumular do excelentíssimo Procurador Geral da República. E espera-se que não caia na prevaricação.

Como sabem até os rábulas de porta de cadeia de pobre, o direito de punir criminosos , incluída a chamada burguesia mafiosa brasileira, é do Estado-administração. E o seu exercício se dá por meio de ação criminal, cuja titularidade foi, pelo contrato social chamado Constituição de 1988, entregue ao Ministério Público. E isto porque o Ministério Público representa a sociedade civil.

Infelizmente, não temos no Brasil a ação penal popular. Aquela referida e defendida pelo saudoso jurista José Frederico Marques."
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Posted: 17 Dec 2011 02:01 PM PST


"Menos ministro e mais aspirante a prefeito, Fernando Haddad diz que proposta de gestão dele vai se basear no "sentimento de mudança" da cidade; ele deve se apresentar como alternativa a tudo que é "velho" e tradicional na política paulista - tucanos como Serra, petistas como Suplicy e, claro, Maluf

Brasil 247

O candidato do PT a Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, já se posiciona como a opção de renovação da capital econômica do Brasil. O atual ministro da Educação disse hoje que existe um "sentimento de mudança" em São Paulo que será absorvido pela equipe que vai montar seu projeto de gestão. "A nossa proposta vai ser arejada, renovadora e ousada", avisa Haddad.

Essa declaração é uma pista sobre a linha de trabalho da campanha de Haddad. Ele deverá se apresentar como um candidato que surge como alternativa a tudo que já é "velho" e tradicional em São Paulo. Portanto, uma opção a tucanos como José Serra, que há 16 anos dominam o governo de São Paulo. Aos próprios colegas do PT, como o senador Eduardo Suplicy, ignorado pelo presidente Lula e pelos correligionários como pré-candidato a prefeito de São Paulo. E uma alternativa a nomes controversos, associados a esquemas de corrupção, como Paulo Maluf, ex-prefeito e ex-governador de SP, atualmente deputado federal."
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Posted: 17 Dec 2011 01:52 PM PST


"O Brasil se depara com a necessidade de adotar com urgência iniciativas na área econômica com vistas à retomada do ciclo de crescimento econômico que possibilitou a inserção de dezenas de milhões de trabalhadores na economia em um processo gigantesco de inclusão social.

Eduardo Bomfim, Vermelho

Porém o País vem sofrendo um violento constrangimento moral, uma campanha ideológica, cultural e política com o objetivo de sustar o seu processo de desenvolvimento econômico-social através de uma agressiva agenda externa contrária aos objetivos estratégicos de nação próspera e socialmente avançada.

Essa plataforma anti-nacional, anti-popular, que vem sendo difundida pelos centros hegemônicos multimidiáticos internacionais está intimamente associada aos esforços de promover a criminalização generalizada do exercício da política, dos partidos e dos políticos.

Essas forças irmanadas às orientações neoliberais forâneas almejam o retrocesso, sonham com um tipo de gestão orientada pela banca especulativa global e um governo de tecnocratas oriundos dos grandes conglomerados financeiros mundiais.

Que é uma realidade na Europa em crise com a substituição de presidentes ou primeiros-ministros, mesmo aqueles de centro-direita ou direita, por executivos dos bancos de investimentos especulativos."
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Posted: 17 Dec 2011 07:10 AM PST


"Termo foi assinado com os governadores de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal

Gilberto Costa, Rede Brasil Atual

O governo federal assinou nesta sexta-feira (16) com os estados da região Centro-Oeste termos de compromisso para tirar da miséria 557 mil pessoas das áreas urbana e rural de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal. A solenidade de assinatura, no Palácio do Planalto, teve a presença da presidenta Dilma Rousseff e dos governadores dos quatro estados.

Em seu discurso, Dilma sublinhou caráter de política de Estado do combate à miséria, agora com adesão de todos os estados. "Governadores de diferentes partidos podem e são capazes de conviver em um programa com a mesma bandeira", disse. Segundo a presidenta, o enfrentamento da extrema pobreza ocorre por meio de várias ações, entre elas o Programa Bolsa Família, cuja sistemática de repasses aos beneficiários (cerca de 13 milhões de famílias) é feita por "método impessoal" e que "evita clientelismo".

Dilma Rousseff associou o crescimento econômico à inclusão social com inclusão produtiva dos mais pobres na economia. "Nosso país mudou de paradigma de visão quando percebemos que para ele crescer precisávamos crescer com ele, e teríamos de elevar o nível de renda das populações mais pobres do país. Na nossa concepção, não há como este país ser rico se tiver pobres".
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Posted: 17 Dec 2011 06:13 AM PST


"Na lista da principal revista semanal do País, o livro de Amaury Ribeiro Júnior aparece em sexto; na da Folha, em quinto; é o terceiro best-seller de cunho político da Geração Editorial, comandada pelo jornalista Luiz Fernando Emediato (foto)

Brasil 247

247 - "Privataria tucana", o livro mais polêmico do ano, escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior, fez sua estreia no mundo dos best-sellers. Na sua primeira semana, despontou em sexto lugar na lista dos mais vendidos de não ficção da revista Veja, principal semanal do País, que é usada como referência por livreiros e consumidores. Na lista da Folha, o livro que investiga as privatizações realizadas no governo FHC aparece em quinto.


O livro foi publicado pela Geração Editorial, do jornalista Luiz Fernando Emediato, que emplacou dois best-sellers de cunho político recentemente. O primeiro foi "Memória das Trevas", sobre Antônio Carlos Magalhães, e o segundo "Honoráveis Bandidos", sobre a família Sarney, escrito pelo jornalista Palmério Doria, nosso colaborador. Em entrevista ao 247 (leia abaixo), Emediato previu que o "Privataria tucana" entraria entre os mais vendidos e que nem Veja conseguiria escondê-lo.
Resenhada na Folha depois de uma crítica interna da ombudsman Suzana Singer, o livro não mereceu a crítica da Veja.


Leonardo Attuch _247 – "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Júnior, é um livro polêmico, escrito por um jornalista não menos polêmico, mas certamente competente no que faz. Ex-repórter especial da revista Istoé e do jornal O Globo, Amaury já faturou vários prêmios Esso, que foram celebrados por seus colegas e patrões. Na campanha presidencial de 2010, Amaury caiu em desgraça, acusado de tentar comprar dados de familiares de José Serra protegidos por sigilo fiscal. Neste fim de semana, o jornalista vive sua redenção pessoal. É ele o autor do maior fenômeno editorial brasileiro dos últimos anos. Um livro, que, embora boicotado pelos veículos tradicionais de comunicação, vendeu 15 mil exemplares em um dia, sendo disputado nas livrarias como pão quente.


Por trás desse sucesso, há o dedo de um editor não menos polêmico e também muito competente. É o jornalista Luiz Fernando Emediato, dono da Geração Editorial, que tem estendido a mão a repórteres dispostos a contar boas histórias. Recentemente, ele emplacou grandes sucessos de cunho político, como "Memória das Trevas", sobre Antônio Carlos Magalhães, vulgo Toninho Malvadeza, e "Honoráveis Bandidos", sobre a família Sarney, escrito por nosso nobre colaborador Palmério Doria.
Emediato falou ao 247 sobre o desempenho comercial de "A privataria tucana". E também revelou que o ex-governador paulista agiu para evitar a publicação.


247 – Você esperava esse desempenho de um livro sobre privatizações que aconteceram há tanto tempo?
Luiz Fernando Emediato – Nunca vi nada igual. Foram 15 mil livros vendidos num único dia. É um fenômeno.


247 – Como foi a estratégia de divulgação?
Emediato – Nós tínhamos receio de alguma ordem judicial que impedisse a distribuição. E não mandamos para nenhuma redação. Apenas o autor enviou um exemplar para a Carta Capital, mas todo o barulho foi feito na internet, inclusive por vocês que anteciparam o lançamento. O sucesso prova que há uma grande transformação na sociedade brasileira e revela a força da blogosfera."
Entrevista Completa, ::Aqui::


Posted: 17 Dec 2011 06:04 AM PST
Juliana Castro, O Globo

"Além de ser o prefeito da maior cidade brasileira, Gilberto Kassab teve motivos de sobra para se manter na mídia nos últimos tempos: criou o PSD, teve os bens bloqueados pela Justiça e viu a aprovação de sua gestão despencar, como apontou recente pesquisa do Datafolha. Em entrevista ao GLOBO, Kassab falou destes assuntos e de seu trabalho para garantir o sucesso do PSD nas urnas em 2012.

O GLOBO - O PSD protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para receber recursos do Fundo Partidário, além dos 5% que são distribuídos igualmente entre todos os partidos. Como anda a questão?

GILBERTO KASSAB – A prioridade para o partido era o registro. Então, houve um esforço muito grande, que foi coroado de sucesso. Tivemos a oportunidade de, em alguns meses, criar e consolidar um partido forte, com uma bancada de 55 deputados federais. Passado este momento, a prioridade é preparar o partido para as eleições municipais. Sempre deixamos claro que entendíamos poder não conseguir tempo de televisão e o fundo partidário, porém entendemos que existe esse direito se conseguíssemos o registro, como conseguimos. Nós ingressamos no TSE e temos um otimismo bastante grande em relação à manifestação positiva da Justiça Eleitoral. Mas nós não contamos com isso. Essa foi a grande sabedoria do partido. Todos entraram sabendo que era melhor não contar com o fundo.

O GLOBO – E com relação ao tempo de TV?

KASSAB – Conseguindo um é muito possível conseguir o outro.

O GLOBO – Mas o senhor acredita que PSD pode ser prejudicado pela falta de tempo de TV?

KASSAB - Todo o processo de articulação está baseado na aliança. E os aliados têm tempo de televisão. Teremos candidatos ou apoiaremos candidatos de outros partidos, onde não pudermos lançar candidatos."
Entrevista Completa, ::Aqui::


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Francisco Almeida / (91)81003406

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