terça-feira, 12 de julho de 2011

A valorização da educação é de extrema importância

Blog do Planalto:
"A construção de uma sociedade mais justa passa pela oferta de uma educação de qualidade, com a valorização de alunos e educadores, defendeu a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (11/7), durante cerimônia entrega do Prêmio Anísio Teixeira, por ocasião do 60º aniversário da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no Palácio do Planalto. No discurso, a presidenta Dilma deu ênfase à educação pública como principal instrumento de criação da democracia.

Na cerimônia, a presidenta Dilma destacou também o programa Ciência sem Fronteiras, que tem por objetivo a formação no exterior de 75 mil bolsistas patrocinados pelo governo federal e outros 25 mil estudantes custeados pela iniciativa privada. Dilma Rousseff disse da importância da participação dos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia no sentido de “fomentar a produção do conhecimento”.

Ainda no discurso, a presidenta falou da “herança bendita” que recebeu do governo do ex-presidente Lula. E, conforme salientou, seguirá no compromisso de “aprofundar as conquistas que o país teve ao longo dos anos” e de certa forma mais acelerada a partir do ano de 2003. Dilma Rousseff mencionou o educador Anísio Teixeira, fundador da Capes, quando dizia que “só existirá democracia no Brasil, no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a escola pública”.

“Sem sombra de dúvida que a valorização da educação é de extrema importância. A Capes tem contribuído para esse objetivo. Fico orgulhosa porque herdei uma herança… Estamos preparados para o desafio da sociedade do conhecimento. Ao lado de um programa efetivo da distribuição de renda e combate à miséria lutar por um processo sofisticado. Sem dúvida que a escola pública é fundamental nessa estratégia. Eu concordo integralmente com um grande dirigente da Capes, Anísio Teixeira, que dizia que só existirá democracia no Brasil no dia que se montar a maquina que produz democracia e essa máquina é a escola pública.”

A presidenta lembrou que recentemente lançou o Pronatec que dá ênfase ao ensino técnico. Isso, segundo afirmou, colocará o Brasil num patamar mais elevado e, por este motivo, até 2014 vai buscar implantar, pelo menos um instituto federal, em mais da metade dos municípios brasileiros.


Seis décadas da Capes -- Nesses 60 anos, a Capes comemora a evolução e o crescimento da pós-graduação brasileira e a bem-sucedida implementação de programas que contribuem para aprimorar a qualidade da educação básica, com a formação de professores mais bem preparados para atuar nas escolas brasileiras.

Prêmio — O Prêmio Anísio Teixeira foi instituído pelo Ministério da Educação em 1981, nas comemorações dos 30 anos de criação da Capes. A cada cinco anos, são homenageadas personalidades brasileiras com relevante contribuição para o desenvolvimento da pesquisa da pós-graduação no país. Patrono da educação Brasileira, Anísio Teixeira [1900-1971] dirigiu a Capes de 1951, ano de criação, até 1963.

Os homenageados

Álvaro Toubes Prata — Reitor e professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi coordenador de área de engenharias III na Capes. Atua como pesquisador nível 1A no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordena, na UFSC, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Refrigeração e Termofísica. Recebeu a comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico, classe Grã-Cruz, destinada a personalidades que se distinguem por relevantes contribuições à ciência. Natural de Uberaba, Minas Gerais.

Fernando Galembeck — Professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), vinculado ao Instituto de Química, orientou 80 teses, três delas premiadas. Atua na área de novos materiais e já licenciou sete patentes. Participou da implementação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT), que revolucionou a química brasileira. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior, entre os quais os da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), da Sociedade Brasileira de Química e o Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia, em 2007. Natural de São Paulo.

João Fernando Gomes de Oliveira — Professor titular da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Tem pós-doutorado pela Universidade da Califórnia – Berkeley. Foi coordenador da área de engenharias III da Capes. Reúne 200 trabalhos publicados em periódicos, congressos, revistas e jornais e cinco patentes. Foi condecorado com a comenda e a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico. Recebeu o prêmio da Fundação Conrado Wessel e o SAP Américas Innovation Award. Natural de São Paulo.

Luiz Bevilacqua — Professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou como secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, diretor das unidades de pesquisa do CNPq, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro, presidente da Agência Espacial Brasileira, vice-reitor acadêmico da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ e reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC). Participou da criação do programa de engenharia civil da UFRJ. Natural do Rio de Janeiro.

Nelson Maculan Filho — Professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ultrapassou a centena de trabalhos publicados, formou 150 mestres e 60 doutores e ocupou cargos de destaque na administração acadêmica, entre eles, os de reitor da UFRJ e de secretário de educação superior do Ministério da Educação. Recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Paris 13 e a Medalha da Ordem Nacional do Mérito Científico. É membro da Academia Brasileira de Ciências. Natural de Londrina, Paraná.



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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Indígenas lutam por terra e reconhecimento social e mostram experiência em Santa Maria

Adital :
"ndígenas lutam por terra e reconhecimento social e mostram experiência em Santa Maria

Karol Assunção *

Adital -
De etnia Tupinambá, Angerê deixou o Ceará, terra natal, aos 29 anos para acompanhar a mãe em busca de uma vida melhor. Na bagagem, levou o marido, os nove filhos e muitos sonhos. Atualmente com 58 anos, Angerê, ou Maria Cândida (nome de certidão), vive em Uberlândia, Minas Gerais, onde participa juntamente com outras 200 famílias do Movimento dos Indígenas Não Aldeados do Triângulo Mineiro (Mina).

'A gente vive na cidade, no bairro São Jorge, onde antes era periferia. Antes eu trabalhava como lavadeira, passadeira, depois em empresas. Hoje sou só dona de casa por causa da idade e dos problemas de saúde, mas faço esses sabonetes pra ajudar na renda', relata, mostrando os sabonetes artesanais que levou para comercializar na 18ª Feira Estadual de Cooperativismo (Feicoop) e na 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul, realizadas entre os dias 8 e 10 de julho em Santa Maria, Rio Grande do Sul.

Angerê e outras centenas de famílias indígenas que vivem no triângulo mineiro fazem parte do Movimento dos Indígenas Não Aldeados (Mina). Em comum, a luta por respeito e reconhecimento de terra. 'Queremos nossa terra pra plantar, pra tirar nossa sustentabilidade, tirar o alimento e as plantas medicinais', demanda, afirmando que mora na cidade por necessidade e que tem medo dos 'netos caírem na marginalidade'.

Kaun Poty Guarany, cacique do Movimento, reclama da discriminação. De acordo com ela, os indígenas que vivem fora da aldeia não têm a quem recorrer. 'O município diz que indígena é [de responsabilidade] da Funai [Fundação Nacional do Índio] e a Funai diz que é de responsabilidade da cidade. Aí fica um jogando um pro outro', denuncia.

De acordo com a líder do Mina, os indígenas não aldeados não têm de onde tirar o sustento e ainda sofrem com a discriminação das autoridades políticas e da sociedade. 'Eles não reconhecem a dívida que tem com a gente. Queremos que devolvam pelo menos um pedaço de terra. Nós não temos sequer território demarcado', desabafa.

Entre as principais demandas estão a valorização dos povos indígenas e a construção de um Centro Cultural e de Formação. 'Queremos o reconhecimento junto à sociedade e o governo. Nós somos os primeiros cidadãos brasileiros e devemos ser mais valorizados, reconhecidos como legítimos filhos do Brasil', comenta a líder do movimento.

Angerê

A história de Angerê se confunde com a de muitos indígenas no Brasil. A luta pela terra está presente antes mesmo da indígena nascer. O pai dela, da tribo da Serra da Mãozinha (zona rural do município de Missão Velha, no sul do Ceará), nem bem chegou ao mundo e já foi expulso da terra em um confronto com 'brancos'. 'Perdi meu avô e minha avó [paternos]. Uma tia salvou meu pai ainda bebê', conta.

Sem terra e com a família incompleta, a indígena revela que seu pai foi 'trabalhar na terra dos outros'. Apesar de estar longe da aldeia, não deixou as tradições de lado: casou com uma indígena para quem estava prometido e constituiu família. 'Fomos criados na tradição, mas trabalhando na terra dos outros', comenta.

Seguiram assim até o final da década de 1960, quando o patriarca faleceu e a mãe decidiu 'sair em busca de recursos para viver uma vida melhor'. Pouco depois, foi junto com os filhos e o marido com quem vivia na época encontrar a mãe em Uberlândia (MG), onde mora até os dias atuais.

As matérias sobre Finanças Solidárias são produzidas com o apoio do Banco do Nordeste (BNB).

* Jornalista da Adital

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Concurso Cultural levará jovem a Jornada Mundial de Juventude

Adital :
"11.07.11 - Brasil
Concurso Cultural levará jovem a Jornada Mundial de Juventude
Camila Maciel
Jornalista da Adital
Adital

'O que é ser um jovem conectado?”. A melhor resposta, em forma de vídeo, para tal pergunta será premiada com passagem aérea e inscrição para participar da Jornada Mundial de Juventude (JMJ), em Madrid (Espanha), de 16 a 21 de agosto. O concurso cultural é promovido pelo 'Jovens Conectados”, site oficial da Comissão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a juventude. O prazo para as inscrições é 25 de julho.

Segundo Padre Carlos Sávio, assessor nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, a ideia do concurso surgiu a partir dos jovens que coordenam o site, como forma de divulgar o meio de comunicação. 'Como site oficial da CNBB para a juventude, a proposta é torná-lo cada vez mais referência entre os jovens da Igreja do Brasil”, explica o padre.

Podem participar do Concurso 'Jovens Conectados leva você a Madri”, jovens de 18 a 35 anos. Para tanto, é necessário enviar um vídeo respondendo a pergunta 'Para você, o que é ser um jovem conectado?”. A produção deve ser postada no You Tube, para que o link do vídeo seja informado no formulário de inscrição. O resultado será divulgado no dia 28 de julho. O vencedor fará parte da Delegação Oficial da CNBB na JMJ.

A viagem começará em Brasília, no dia 10 de agosto, com retorno no dia 25, também para a capital federal. O ganhador do prêmio deverá apresentar seu passaporte até 48 horas após a divulgação do resultado. Nesse sentido, a organização do Concurso solicita que o mesmo seja providenciado com antecedência, sob pena de desclassificação.

A Jornada Mundial de Juventude é realizada a cada três anos, por convocação do Papa. De acordo com a organização, trata-se do maior evento de 'congraçamento” da juventude do mundo. A programação contará com momentos de partilha de experiências, vigílias, celebrações e festivais, os quais devem culminar com a participação do Papa Bento XVI. A Jornada reunirá cerca de dois milhões de jovens, só do Brasil já são mais de 14 mil inscritos. 'Será o recorde da delegação brasileira”, declarou o assessor nacional da CNBB.

Para Pe. Carlos Sávio, a grande participação reflete a consolidação do setor de juventude da Igreja católica no Brasil. Mesmo com diferentes expressões, de diversas forças das organizações juvenis, há uma unidade que 'se mostra não só na Jornada, mas em diversos aspectos da evangelização da juventude”, avalia. Ele ressalta a opção da Igreja em priorizar a juventude no processo de evangelização.

Para mais informações: http://www.jovensconectados.com.br


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Cogumelo que emite luz é encontrado no Brasil após 170 anos

BBC Brasil :
"Pesquisadores encontraram no Piauí um cogumelo que emite luz e que tinha sido avistado pela última vez há quase 170 anos.

A pesquisa do grupo de cientistas da USP e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.
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O Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo.

'Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo', disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP.

'Este foi o maior, um grupo deles emite quantidade considerável de luz', afirmou.

'Flor de coco'
Crédito: Cassius V.Stevani_IQ_USP

Os cogumelos têm uma aparência amarelada

Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu garotos brincando com o que pensou serem vagalumes nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.

Chamado pelos locais de 'flor de coco', o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.

'Fiquei sabendo que existiam ainda fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, me chegavam relatos de Tocantins e Goiás de um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz', diz Stevani.

'Mas fotografia mesmo vi só em 2005, uma tirada no Piauí', afirma ele, que já participou de expedições noturnas para a coleta do cogumelo.

'As buscas acontecem em noites escuras, de lua nova, com as lanternas desligadas', explica.

Curiosamente, o cogumelo ainda é conhecido popularmente em várias partes do país como 'flor de coco'.

Existem 71 espécies de fungos que emitem luz, 12 delas estão presentes no Brasil .

A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz, nem a razão disso.

Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insetos predadores que atacam insetos menores que se alimentam do fungo.


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domingo, 10 de julho de 2011

Planeta de 7 bilhões de pessoas

BRASIL! BRASIL:

"“Em duas décadas, o mundo ganhou mais de um bilhão de habitantes e ONU alerta para o drama da superpopulação; Índia e China são os países que mais cresceram; 15% desta população estará abaixo da linha de pobreza







Brasil 247 / ABr

A população do planeta chega este ano aos sete bilhões de habitantes, conforme anunciou neste sábado 9 o Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa). Chegamos a esse índice com um altíssimo percentual de pobreza: aproximadamente 1 bilhão de pessoas passam fome. E à frente deste acelerado crescimento estão seis países do mundo: Índia, China, Paquistão, Bangladesh e Indonésia. Os índices reforçam os dados do relatório Perspectivas da População Mundial - Revisão 2.000 que previu que a população deve chegar a 9,3 bilhões em 2050. As projeções indicam um futuro com população maior, mais velha, mais pobre, urbanizada e dependente da globalização e da migração. Na metade de 2000, a população mundial erá de 6,1 bilhões de pessoas e crescia a um rítmo anual de 1,3% , ou seja, nasciam 77 milhões de indivíduos a cada ano.

Para prevenir e também se preparar para um cenário de superpopulação, a ONU lançou a campanha 7 Bilhões de Ações, que pretende criar condições e iniciativas para enfrentar os principais desafios contemporâneos, entre eles, a redução da miséria, da fome e das desigualdades. Segundo o direitor da Unfpa, Babatunde Osotimehin, será necessário adotar novas formas de estabelecer uma cooperação global sem precedentes. “A hora de agir é agora. As ações individuais, multiplicadas muitas vezes, podem fazer um mundo de diferença. Juntos somos 7 bilhões de pessoas; contamos uns com os outros”, observou. Já o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moom, considerou que há “alimentos suficientes para todos, ainda que quase 1 bilhão de pessoas passem fome”. Temos meios de erradicar muitas doenças, ainda que elas continuem se espalhando”, disse Ban Ki-moom. “Temos o presente de um meio ambiente rico, ainda que continue sujeito ao abuso e à exploração diária. Vamos fazer este Dia Mundial da População para tomar atitudes determinantes para criar um futuro melhor para os nossos 7 bilhões de habitantes e para a próxima geração”.

A Campanha 7 bilhões de Ações será centrada nas mídias sociais, utilizando as plataformas de interconectividade disponíveis (internet e celulares), além de ações presenciais em todos os países. O crescimento mais rápido ainda acontece nas 48 nações mais pobres, a maior parte delas na Africa subsaariana, onde a população passará de 658 milhões para 1,8 bilhão até 2050. A Índia, com uma população que corresponde a duas vezes e meia à de paises membros da União Européia (UE), está tendo crescimento populacional muito mais rápido do que o previsto. Em 2000, a UE teve um aumento vegetativo de 343 mil pessoas. A Índia alcançou isto na primeira semana de 2001.

A página da campanha na internet da Unfpa está disponível inicialmente em inglês, mas deverá incorporar outras línguas ao longo do ano.Vários parceiros globais estão apoiando a iniciativa, como Facebook, IBM, Wikimedia, National Geographic, entre outros.”
Foto: Pavel Rahman, AP Photo

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